
Minha primeira vez em uma rede social foi em 2008. Lembro que criei um perfil no Flogão (e no Flogvip, Flickr, Meadd, etc) para compartilhar as centenas de fotos que eu tirava diariamente usando minha velha Yashica MY300. Se você ainda era criança naquela época, entenda: o cenário da internet em 2008 era bem diferente do atual. Estávamos começando a falar de blogs no Brasil e a maioria das pessoas ainda nem sonhava em ganhar dinheiro postando conteúdo na internet. Era um hobby. Como um scrapbook digital, que você organizava e se divertia escrevendo, editando e compartilhando parte da sua rotina com alguns amigos e, agora, um monte de desconhecidos.
Você provavelmente já sabe, mas a Bruna de antigamente costumava ser uma garota bem tímida e insegura. No fundo, eu tinha a sensação de que era invisível no meu ambiente social, principalmente na escola, e na internet era como se as pessoas conseguissem enxergar uma parte oculta de mim. Meus complexos da adolescência perderam força quando, aos pouquinhos, descobri uma nova versão de mim mesma.
Encontrar-se tem a ver com a opinião dos outros? Talvez. Foi importante pra mim saber que outras meninas ao redor do mundo também tinham problemas com o estrabismo, com a timidez e com o peso. Eu deixei de me sentir sozinha. Comecei a fazer parte de algo e isso foi o suficiente pra eu entender que todas as limitações que eu enxergava fora da internet só existam dentro da minha cabeça. Na internet, era legal ser diferente. Na verdade, tenho a impressão de que muitas das pessoas que criaram um blog naquela época se sentiam diferentes no mundo real e, de alguma forma, se encontraram no online.
Muita coisa aconteceu de lá pra cá. Surgiram novas redes sociais, que fizeram sucesso e depois desapareceram, além de um novo mercado de mídia, uma profissão com cara de hobby – que quase todo mundo gostaria de ter – e algum (muito) dinheiro envolvido. Vivi essa transição como blogueira aqui no Depois Dos Quinze e também como leitora de vários blogs nacionais e gringos.
O mundo é o mesmo, mas o jeito que enxergamos e consumimos a informação mudou completamente em muito pouco tempo. A internet tem um lado democrático, que inverteu a ordem das coisas. O termômetro do sucesso agora é outro. São os outros. Você não precisa mais aparecer na grande mídia (televisão, jornais, revistas, etc) pra ser considerado alguém importante. Ganhamos voz como indivíduos e somos todos de alguma forma influenciadores do nosso ambiente ou de nosso público. Isso vale para os seus 200 seguidores no Instagram ou para os 700 mil da Essena.
Existe um filtro? Existe uma fórmula do sucesso? É tudo realmente falso e superficial? Estamos nos tornando mais narcisistas a cada dia? Vivemos em função de criar uma vida perfeita para impressionar quem nos segue?
Agora estamos falando do mundo online, mas, de alguma forma, essas questões sempre fizeram parte da nossa vida social. A diferença é que internet potencializou tudo. Você tenta ser a melhor versão de si mesmo a cada dia. Cria automaticamente (e sem perceber) um filtro para cada situação da vida: o que vai dizer quando estiver na mesa de jantar na casa da sogra, como vai agir quando estiver perto daquele cara por quem você sempre foi apaixonada ou no primeiro dia do novo emprego, o que vai dizer para aquela sua amiga que está passando por um momento difícil, etc.
Somos quem escolhemos ser e, na internet, a lógica basicamente é a mesma. Nossa personalidade online tem a ver com a fase que estamos vivendo e compartilhá-la é o jeito que encontramos de lidar com as situações. Uma selfie pode passar a mensagem de que você está se sentindo linda naquele dia ou de que você está insegura e precisa da aprovação dos outros. A frase de uma música pode significar uma indireta pra alguém ou o fato de você simplesmente não conseguir tirar aquele verso da cabeça. A foto de um vestido novo pode passar a mensagem de que você ama usar marcas caras ou de que você trabalhou pra caramba e sentiu vontade de mostrar para o mundo sua mais nova aquisição. Às vezes, as duas coisas ao mesmo tempo. Percebe como tudo é uma questão de ponto de vista e como é besteira nossa colocar tanta importância assim no feed de uma rede social?
Escrevi tudo isso pra lembrar que a internet não deveria nos definir ou limitar tanto assim. O ser humano é muito mais complexo do que uma porção de fotos e legendas. Particularmente, acredito que o problema não está em querer mostrar coisas boas ou apenas momentos felizes, mas sim em quem é ingênuo o suficiente para acreditar que a vida de alguém é absolutamente perfeita o tempo todo. Por fim, deixo a pergunta: você coloca uma foto da qual não gosta num quadro e a pendura na parede da sala?

60 comentários
Uma conversa de leitora para leitora.
Este espaço continua sendo seu também. Comente com carinho e respeito por quem está lendo.
“É tudo realmente falso e superficial? Estamos nos tornando mais narcisistas a cada dia? Vivemos em função de criar uma vida perfeita para impressionar quem nos segue?”
A resposta é SIM e o grande problema disso é a perpetuação da infelicidade. A glamourização da vida nas redes sociais faz com que façamos comparações e de repente: “Nossa! Como minha vida é ruim. Não tenho isso, não tenho tal corpo, tal roupa, nunca fiz e talvez nunca farei tal viagem”. Nunca estaremos felizes o suficiente, porque fulana ou fulano nos mostram que estão fazendo coisas infinitamente mais incríveis que nós. Comparação faz parte da essência do ser humano e não há nada que se possa fazer.
E aí entram aqueles que ganham pra isso: mostrar o quando são bonitos, modernos, felizes e viajados; aqueles que recebem uma grande responsabilidade por terem centenas, milhares ou milhões de seguidores e não têm a menor consciência de que estão prejudicando a auto estima e a auto confiança de muitos que não tem as mesmas possibilidades. Essa blogueira australiana se deu conta disso.
Laura, concordo com o que a Bruna disse e principalmente com vc. Acredito que este post seja em resposta a blogueira Essena O’Neil que revelou sua “vida de mentira”e principalmente a questão dos “publis”, não sinalizados, que eu acho muito triste.
Sim, nós sabemos que a vida das blogueiras não é perfeita, mas não podemos negar que essa falsa impressão nos afeta.
Gostaria de parabenizar a Bruna, pois é uma blogueira que recomendo para adolescentes. Gosto da forma como ela mostra para as meninas, que tudo bem vc não ser igual a todo mundo. Tudo bem vc ser gordinha, usar óculos, aparelho e etc. Hoje tenho 26 anos e gostaria que houvesse na minha adolescência alguém como a Bruna para que eu pudesse escutar.
Bruna você está de parabéns pelo seu trabalho!!!
Gostaria que outras blogueiras seguissem seu exemplo: transparênciaa. Odeio quando postam publis sem sinalização, isso pq sabem que é ilegal.
Obrigada Laura por me entender <3 Li um post em um outro blog que a dona discordou totalmente da atitude da blogueira e disse que não é nada daquilo. Mas cara, é sim. Quantas vezes hoje você não vai em um lugar e todo mundo tá mais interessado em tirar foto e postar o mais rápido possível ao invés de apreciar o lugar e as pessoas? As curtidas importam, o que as pessoas pensam de vc importa. Acho que pior do que blogueiras consolidadas, que trabalham com isso e que não escondem de ninguém que trabalham com isso, são as pessoas "comuns" que querem mostrar que tem uma vida melhor que a dos coleguinhas. Então concordo com tudo que vc disse especialmente com "perpetuação da infelicidade"
Amei o texto, Bruna. Super me identifiquei com ele e já escrevi um texto parecido. Podemos ser o que quisermos ser.
Beijos.
outonosvividos.blogspot.com
Cara, que texto incrível, Bruna! Você conseguiu buscar pontos que até então (mesmo eu tendo discordado bastante com a atitude da menina), eu não tinha parado pra pensar. Os filtros estão em nós o tempo todo. Você merece uma chuva de aplausos por conta dessa conversa em forma de postagem. Sinta-se abraçada!!!!!!!!!!!! ?
Bruna,
ninguém tem uma vida tão incrível assim o tempo todo. Acho que muitas das publicações feitas nas redes sociais são algo como uma reportagem feita apenas com os “melhores momentos” do dia, daquela festa, daquele encontro… e muitas pessoas se frustram e até mesmo ficam deprimidas por não serem tão felizes quanto todas as outras pessoas.
O importante é isso aqui: ler um texto assim, que nos traz à realidade.
bjus Bru!
http://www.sonhandocommapas.com.br
Acho que essa discussão é muito válida. É muito fácil a gente culpar as redes sociais e a sociedade por uma questão que é do próprio ser humano: o desejo de se sentir aceito. As redes sociais são os álbuns de fotos do novo século é claro que ninguém quer colocar foto fia ou momentos tristes ali. Tudo é mais acessível, mais imediato, e isso, com certeza, aumentou o alcance desses álbuns, que antes só eram mostrados quando tinha visita em casa. Mas assim como álbuns, as redes não podem nos definir. Elas não nada comparadas à nossa vida!
Bruna, que texto incrível! Tudo tem seu lado bom e ruim e feliz é aquele que assume isso. O que falta talvez são pessoas que exponha suas opiniões e mostrem que a vida não é só uma rede social. Parabéns pelo texto ????
Não acho legal generalizar tudo, principalmente isso que ela fala. Com certeza existem pessoas que fazem isso, postar em troca de dinheiro mesmo quando o produto não tem valor de verdade para elas, mas também existem aquelas que postam o que gostam e o que acham que vai ser legal dividir com as outras pessoas. E aí vai de cada um saber o que é mais importante, uma vida perfeita de mentira ou uma vida real e não tão perfeita, no caso dela acredito que o que mais importava era o dinheiro e a exposição, o que acabou levando-a pra um caminho não muito legal e nem muito feliz. Mas julgar que a vida de alguém é só aquilo que ela decide expor na internet também é meio absurdo… Como você disse, ninguém gostaria de ter uma foto “ruim” na parede de casa…
Ninguem tem a vida perfeita só mostramos o que pode inspirar as pessoas. Adorei Bru <3
Concordo com tudo que disse, Bru. Ninguém tem uma vida feliz todos os dias, mas querem passar essa imagem nas redes sociais, e acaba sendo motivo de inveja de muitas pessoas. Adorei o texto, continue a escrever, por favor. hahahaha
bonsonhoss.blospot.com
Nunca precisei tanto ler algo como com esse texto! Só li verdades em cada palavra. Obrigada, Bruna! <3
Abraço,
literarizei.blogspot.com
Que texto inspirador! Bruna, fiquei surpresa, juro!
Enfim, t5ambém penso assim. Acredito ainda que não só na internet, mas em toda nossa vida, devemos nos sentir a vontade para mostrarmos o que bem entendermos. Falar de uma situação difícil é muito mais querer desabafar do que chamar atenção. Mostrar uma conquista é muito mais querer compartilhar felicidade do que mostrar aos outros que sente melhor, superior aos demais. Amei sua abordagem, meus parabéns!
“É tudo realmente falso e superficial? Estamos nos tornando mais narcisistas a cada dia? Vivemos em função de criar uma vida perfeita para impressionar quem nos segue?”
A resposta é SIM e o grande problema disso é a perpetuação da infelicidade. A glamourização da vida nas redes sociais faz com que façamos comparações e de repente: “Nossa! Como minha vida é ruim. Não tenho isso, não tenho tal corpo, tal roupa, nunca fiz e talvez nunca farei tal viagem”. Nunca estaremos felizes o suficiente, porque fulana ou fulano nos mostram que estão fazendo coisas infinitamente mais incríveis que nós. Comparação faz parte da essência do ser humano e não há nada que se possa fazer.
E aí entram aqueles que ganham pra isso: mostrar o quando são bonitos, modernos, felizes e viajados; aqueles que recebem uma grande responsabilidade por terem centenas, milhares ou milhões de seguidores e não têm a menor consciência de que estão prejudicando a auto estima e a auto confiança de muitos que não tem as mesmas possibilidades. Essa blogueira australiana se deu conta disso.
Laura, concordo com o que a Bruna disse e principalmente com vc. Acredito que este post seja em resposta a blogueira Essena O’Neil que revelou sua “vida de mentira”e principalmente a questão dos “publis”, não sinalizados, que eu acho muito triste.
Sim, nós sabemos que a vida das blogueiras não é perfeita, mas não podemos negar que essa falsa impressão nos afeta.
Gostaria de parabenizar a Bruna, pois é uma blogueira que recomendo para adolescentes. Gosto da forma como ela mostra para as meninas, que tudo bem vc não ser igual a todo mundo. Tudo bem vc ser gordinha, usar óculos, aparelho e etc. Hoje tenho 26 anos e gostaria que houvesse na minha adolescência alguém como a Bruna para que eu pudesse escutar.
Bruna você está de parabéns pelo seu trabalho!!!
Gostaria que outras blogueiras seguissem seu exemplo: transparênciaa. Odeio quando postam publis sem sinalização, isso pq sabem que é ilegal.
Obrigada Laura por me entender <3 Li um post em um outro blog que a dona discordou totalmente da atitude da blogueira e disse que não é nada daquilo. Mas cara, é sim. Quantas vezes hoje você não vai em um lugar e todo mundo tá mais interessado em tirar foto e postar o mais rápido possível ao invés de apreciar o lugar e as pessoas? As curtidas importam, o que as pessoas pensam de vc importa. Acho que pior do que blogueiras consolidadas, que trabalham com isso e que não escondem de ninguém que trabalham com isso, são as pessoas “comuns” que querem mostrar que tem uma vida melhor que a dos coleguinhas. Então concordo com tudo que vc disse especialmente com “perpetuação da infelicidade”
Amei o texto, Bruna. Super me identifiquei com ele e já escrevi um texto parecido. Podemos ser o que quisermos ser.
Beijos.
outonosvividos.blogspot.com
Cara, que texto incrível, Bruna! Você conseguiu buscar pontos que até então (mesmo eu tendo discordado bastante com a atitude da menina), eu não tinha parado pra pensar. Os filtros estão em nós o tempo todo. Você merece uma chuva de aplausos por conta dessa conversa em forma de postagem. Sinta-se abraçada!!!!!!!!!!!! ?
Bruna,
ninguém tem uma vida tão incrível assim o tempo todo. Acho que muitas das publicações feitas nas redes sociais são algo como uma reportagem feita apenas com os “melhores momentos” do dia, daquela festa, daquele encontro… e muitas pessoas se frustram e até mesmo ficam deprimidas por não serem tão felizes quanto todas as outras pessoas.
O importante é isso aqui: ler um texto assim, que nos traz à realidade.
bjus Bru!
http://www.sonhandocommapas.com.br
Achei muito digna a atitude da Essena. Ela foi corajosa em admitir pra si mesma que não era aquilo que queria e se arriscar em algo novo.
Acho que o maior problema não é compartilhar só fotos de bons momentos, mas sim o fato de “criar” uma vida que não é real apenas para ganhar likes e seguidores. E foi exatamente isso que aconteceu com a Essena, ela admitiu que a maioria daquelas fotos foram momentos criados apenas para a rede social.
Isso sim pra mim é algo muito pertubardor.
Acho que essa discussão é muito válida. É muito fácil a gente culpar as redes sociais e a sociedade por uma questão que é do próprio ser humano: o desejo de se sentir aceito. As redes sociais são os álbuns de fotos do novo século é claro que ninguém quer colocar foto fia ou momentos tristes ali. Tudo é mais acessível, mais imediato, e isso, com certeza, aumentou o alcance desses álbuns, que antes só eram mostrados quando tinha visita em casa. Mas assim como álbuns, as redes não podem nos definir. Elas não nada comparadas à nossa vida!
Bruna, que texto incrível! Tudo tem seu lado bom e ruim e feliz é aquele que assume isso. O que falta talvez são pessoas que exponha suas opiniões e mostrem que a vida não é só uma rede social. Parabéns pelo texto ????
Não acho legal generalizar tudo, principalmente isso que ela fala. Com certeza existem pessoas que fazem isso, postar em troca de dinheiro mesmo quando o produto não tem valor de verdade para elas, mas também existem aquelas que postam o que gostam e o que acham que vai ser legal dividir com as outras pessoas. E aí vai de cada um saber o que é mais importante, uma vida perfeita de mentira ou uma vida real e não tão perfeita, no caso dela acredito que o que mais importava era o dinheiro e a exposição, o que acabou levando-a pra um caminho não muito legal e nem muito feliz. Mas julgar que a vida de alguém é só aquilo que ela decide expor na internet também é meio absurdo… Como você disse, ninguém gostaria de ter uma foto “ruim” na parede de casa…
Ninguem tem a vida perfeita só mostramos o que pode inspirar as pessoas. Adorei Bru <3
Concordo com tudo que disse, Bru. Ninguém tem uma vida feliz todos os dias, mas querem passar essa imagem nas redes sociais, e acaba sendo motivo de inveja de muitas pessoas. Adorei o texto, continue a escrever, por favor. hahahaha
bonsonhoss.blospot.com
Nunca precisei tanto ler algo como com esse texto! Só li verdades em cada palavra. Obrigada, Bruna! <3
Abraço,
literarizei.blogspot.com
Oi, Bruna! Pelo o que eu vi no seu snap sobre o caso da blogueira australiana e agora no seu texto, você interpretou errado a mensagem que ela quis passar com o abandono dela das redes sociais. O caso que ela quis levantar não é de quem compartilha somente os momentos bons e esconde os ruins, e sim de quem é obcecado por curtidas e que acaba vivendo uma vida falsa apenas por curtidas, que era o caso dela. Por exemplo algumas coisas que ela disse, que ela chegou a tirar mais de 100 fotos até que o abdômen dela parecesse perfeito, que ela postou uma foto com roupa de academia mesmo não tenho malhado naquele dia, que foi à praia só para tirar fotos com o biquini da marca e mais outras coisas. E quem via o perfil dela achava que ela era perfeita, assim como a vida dela. Mas ela também tinha suas inseguranças, como a acne que ela escondia com maquiagem. Vendo as pessoas comentarem que ela era perfeita e que a vida dela era perfeita também, fez ela surtar porque ela estava levando uma vida miserável (como a própria disse) onde ela passava o dia inteiro pensando em curtidas e não de fato vivendo. Ela quis mostrar pras pessoas a verdade por trás de tudo que ela postava, também pq quando ela tinha 12 anos ela procurava por pessoas perfeitas e queria ter muitos seguidores, mas quando ela conseguiu isso ela percebeu que aquilo não trazia felicidade, e agora ela fala que felidade está nas coisas como ter amigos à sua volta, ir ao parque sentir a natureza, utilizar o tempo com coisas mais produtivas como ler um livro, ser voluntário… Ela falou que estava perdendo o tempo dela em uma vida falsa e em preocupações fúteis, que ela não queria ser mais definida por números, que ela e qualquer pessoa valem muito mais do que a avaliação de outras pessoas através de números.
Que texto inspirador! Bruna, fiquei surpresa, juro!
Enfim, t5ambém penso assim. Acredito ainda que não só na internet, mas em toda nossa vida, devemos nos sentir a vontade para mostrarmos o que bem entendermos. Falar de uma situação difícil é muito mais querer desabafar do que chamar atenção. Mostrar uma conquista é muito mais querer compartilhar felicidade do que mostrar aos outros que sente melhor, superior aos demais. Amei sua abordagem, meus parabéns!
Achei muito digna a atitude da Essena. Ela foi corajosa em admitir pra si mesma que não era aquilo que queria e se arriscar em algo novo.
Acho que o maior problema não é compartilhar só fotos de bons momentos, mas sim o fato de “criar” uma vida que não é real apenas para ganhar likes e seguidores. E foi exatamente isso que aconteceu com a Essena, ela admitiu que a maioria daquelas fotos foram momentos criados apenas para a rede social.
Isso sim pra mim é algo muito pertubardor.
Oi, Bruna! Pelo o que eu vi no seu snap sobre o caso da blogueira australiana e agora no seu texto, você interpretou errado a mensagem que ela quis passar com o abandono dela das redes sociais. O caso que ela quis levantar não é de quem compartilha somente os momentos bons e esconde os ruins, e sim de quem é obcecado por curtidas e que acaba vivendo uma vida falsa apenas por curtidas, que era o caso dela. Por exemplo algumas coisas que ela disse, que ela chegou a tirar mais de 100 fotos até que o abdômen dela parecesse perfeito, que ela postou uma foto com roupa de academia mesmo não tenho malhado naquele dia, que foi à praia só para tirar fotos com o biquini da marca e mais outras coisas. E quem via o perfil dela achava que ela era perfeita, assim como a vida dela. Mas ela também tinha suas inseguranças, como a acne que ela escondia com maquiagem. Vendo as pessoas comentarem que ela era perfeita e que a vida dela era perfeita também, fez ela surtar porque ela estava levando uma vida miserável (como a própria disse) onde ela passava o dia inteiro pensando em curtidas e não de fato vivendo. Ela quis mostrar pras pessoas a verdade por trás de tudo que ela postava, também pq quando ela tinha 12 anos ela procurava por pessoas perfeitas e queria ter muitos seguidores, mas quando ela conseguiu isso ela percebeu que aquilo não trazia felicidade, e agora ela fala que felidade está nas coisas como ter amigos à sua volta, ir ao parque sentir a natureza, utilizar o tempo com coisas mais produtivas como ler um livro, ser voluntário… Ela falou que estava perdendo o tempo dela em uma vida falsa e em preocupações fúteis, que ela não queria ser mais definida por números, que ela e qualquer pessoa valem muito mais do que a avaliação de outras pessoas através de números.
Amei o texto, realmente só deixamos a mostra coisas boas, o que nos traz boas lembranças…
Segue o link do meu blog com textos semanais sobre amores, relacionamentos, motivação…
Confiram!
http://risquerabisquemeublog.blogspot.com.br/
beeeeijo <3
Oi Bru. Primeiramente, eu adorei o teu texto. Venho acompanhando um pouquinho dessa história nas redes e nos blogs. O que penso que acontece, isso passando por várias blogueiras, é justamente o fato da vida perfeita ser idealizada. Quando você perguntou sobre pendurarmos na parede da sala uma foto em que não estivéssemos tão bem, à princípio eu responderia que não (quem diria que sim de cara, né? hahaha) mas depois pensei “E se aquela foto me lembrasse algo bom, mesmo sendo toda borrada e eu estando desgrenhada?”. Neste caso, porque não colocar?
Agora, você faz o mesmo? E veja, não faço esta pergunta diretamente pra ti apenas, mas para qualquer blogueira. Justamente por ser blogueira ter se tornado – e por mérito de todas as que blogam e se dedicam a isto – um trabalho, esse simulacro da vida perfeita foi criado e disseminado por vocês mesmas. Não é que a gente queira ver os momentos tristes; A Taci disse num vídeo um dia que não compartilhava os perrengues por não achar relevante pois ela gostava de ver seus seguidores felizes. Eu só penso que ter um dia ruim faz parte. Quem acompanha vocês no snapchat consegue ver mais do que a vida das blogueiras no geral é de verdade, porque não dá para mostrar felicidade e coisas perfeitas o tempo inteiro. Apenas acredito que a culpa não é apenas dos leitores/seguidores ou que isso deva ser creditado à ingenuidade deles por acreditarem que a vida de alguém que eles admiram pode ser incrível nos mínimos detalhes; esta também recai sobre vocês que transmitem essa sensação, querendo ou não. Como tu falasse; há mais de uma versão de uma mesma foto, de uma mesma história. Mas para mim, omitir é tão errado quando mentir sobre algo. Racionalmente, sabemos que todos temos nossas falhas e defeitos ou problemas. Mas essa simulação de perfeição é criada com a ajuda de vocês também.
Mas tudo bem, Bru. Leva tempo para que todos se acostumem à isto. You see, muita gente acha que ser blogueira não é um trabalho, mesmo sendo. Então o aprendizado sobre todas estas questões vem com o tempo. Principalmente, com a maturidade dos anos. Adoro teus textos mais críticos. Beijo! <3
Tem toda razão Bru!
http://youendless.blogspot.com.br/
As redes sociais viraram um jogo, ganha aquele que mostrar ser mais feliz e ter a vida mais perfeita.
Só li verdades!
Concordo B .
Hoje em dias as pessoas fazem de tudo para aparecer na mídia através da Internet, antigamente eu lembro como as coisas eram diferentes, a 5 anos atrás eu não tinha Internet em casa mas minha vizinha tinha “net discada” e aí eu ia lá todos os dias pra jogar no stardoll e entrar no blog Garotas Estúpidas na época eu era apaixonada por ele e na verdade eu nem sabia que existiam outros Blogs (mal sabia o que era um blog) fOi passando o tempo e eu vi que eu poderia ter um blog também e eu nova na época mente de crianca ainda fiz um blog pra mim e chamava “mymy é modah” kkkk e nossa era tão inocente eu pesquisada sobre coisas do momento e postava lá no meu blog , não tinha público nenhum mas eu não me importava , naquelê tempo nos escrevíamos para nos mesmos e não pra ganhar dinheiro ! E eu era tão feliz foram os melhores tempos que vivi e paro pra pensar hoje em dia , olho prós blogs e da um desânimo ! Eu acho legal quem trabalha com isso até porque não ê nada fácil as Blogueira tem que ralar pra conseguir chamar atenção e ser diferente hoje em dia porque os leitores estão cada vez mais crítico e enfim … uma coisa que me deixa triste é que com os destaques de pessoas Blogueiras e YouTubers hoje em dia o público não dá nem oportunidade de uma nova peça aparecer , uma nova pessoa se apresentar porque se tentamos nos apresentar ao mundo social as pessoas não dão nem chance porque já tem as preferidas isso pra mim é ridículo. Achei legal a moça aí excluir suas redes sociais por ter visto tanta hipocrisia nesse mundo. Adimiro algumas Blogueiras mas a essência está se acabando quero ver até onde vai durar isso aí
Amei o texto, realmente só deixamos a mostra coisas boas, o que nos traz boas lembranças…
Segue o link do meu blog com textos semanais sobre amores, relacionamentos, motivação…
Confiram!
http://risquerabisquemeublo…
beeeeijo <3
Oi Bru. Primeiramente, eu adorei o teu texto. Venho acompanhando um pouquinho dessa história nas redes e nos blogs. O que penso que acontece, isso passando por várias blogueiras, é justamente o fato da vida perfeita ser idealizada. Quando você perguntou sobre pendurarmos na parede da sala uma foto em que não estivéssemos tão bem, à princípio eu responderia que não (quem diria que sim de cara, né? hahaha) mas depois pensei “E se aquela foto me lembrasse algo bom, mesmo sendo toda borrada e eu estando desgrenhada?”. Neste caso, porque não colocar?
Agora, você faz o mesmo? E veja, não faço esta pergunta diretamente pra ti apenas, mas para qualquer blogueira. Justamente por ser blogueira ter se tornado – e por mérito de todas as que blogam e se dedicam a isto – um trabalho, esse simulacro da vida perfeita foi criado e disseminado por vocês mesmas. Não é que a gente queira ver os momentos tristes; A Taci disse num vídeo um dia que não compartilhava os perrengues por não achar relevante pois ela gostava de ver seus seguidores felizes. Eu só penso que ter um dia ruim faz parte. Quem acompanha vocês no snapchat consegue ver mais do que a vida das blogueiras no geral é de verdade, porque não dá para mostrar felicidade e coisas perfeitas o tempo inteiro. Apenas acredito que a culpa não é apenas dos leitores/seguidores ou que isso deva ser creditado à ingenuidade deles por acreditarem que a vida de alguém que eles admiram pode ser incrível nos mínimos detalhes; esta também recai sobre vocês que transmitem essa sensação, querendo ou não. Como tu falasse; há mais de uma versão de uma mesma foto, de uma mesma história. Mas para mim, omitir é tão errado quando mentir sobre algo. Racionalmente, sabemos que todos temos nossas falhas e defeitos ou problemas. Mas essa simulação de perfeição é criada com a ajuda de vocês também.
Mas tudo bem, Bru. Leva tempo para que todos se acostumem à isto. You see, muita gente acha que ser blogueira não é um trabalho, mesmo sendo. Então o aprendizado sobre todas estas questões vem com o tempo. Principalmente, com a maturidade dos anos. Adoro teus textos mais críticos. Beijo! <3
Como eu amooo seus textos bru <3 , me inspiro muitoo em você , por ser essa pessoa maravilhosa e que tanto me identifico !! beijoooss e muito mais sucesso
Olá, Bruna! Texto muito bonito, aliás eu queria complementar algumas coisas que você disse tanto aqui quanto no Snapchat, em relação aquela blogueira que está dando polêmica. Já faz alguns meses que eu adotei uma política parecida, não estou 100% fora das mídias sociais – contudo, já estive – meu papel por elas é somente conversar com alguns amigos e por vezes acho algumas coisas interessantes e/ou inspiradoras compartilhadas pelo facebook, mas confesso que toda semana penso em desativá-lo novamente porque não aguento tanta besteira compartilhada! ENFIM! Eu penso o seguinte, claramente nós não podemos confiar que a vida daquela pessoa na internet é tão perfeita assim. Nunca passei por acreditar totalmente, mas teve uma época que eu olhava todas aquelas fotos super lindas, da galera saindo pra tantos lugares e sentia que minha vida era um cu, que eu não fazia nada e que devia ser igual àquelas pessoas. Porém, passei a pensar melhor – inclusive, tinha lido um texto muito relevante na época – que aquilo tudo é conteúdo selecionado. Mas é claro que a gente escolhe as melhores fotos para postar pela internet, mas o efeito que a gente mostra com o tempo é que “a vida é perfeita”, e as pessoas passam a acreditar nisso. Poxa, quantas vezes já olhei por seu Instagram e fiquei “putz, queria uma vida igual a da Bruna”, quem nunca? Mas ninguém sabe – justamente porque não é compartilhado – o que você faz de trás das câmeras, as coisas que te deixaram desanimadas, brigas que você teve. E lógico que você, nem eu, nem ninguém iria compartilhar isso, porque a gente quer mostrar aquilo nosso que é belo! Nós não queremos mostrar nossos podres, queremos, inclusive, provar para nós mesmos que apesar do que sofremos num determinado dia, ainda amamos nossas vidas! É só uma questão a ser pensada, até mesmo para seus leitores, que a gente não deve ficar por aí acreditando que a vida do amiguinho da escola é baladas todo fim de semana, e que tanto ele quanto a blogueira preferida, atrás das lentes possui uma vida normal, apenas com poucas singularidades, por exemplo em relação à escola ou o trabalho. É importante ter isso em mente!
Olá, Bruna! Texto muito bonito, aliás eu queria complementar algumas coisas que você disse tanto aqui quanto no Snapchat, em relação aquela blogueira que está dando polêmica. Já faz alguns meses que eu adotei uma política parecida, não estou 100% fora das mídias sociais – contudo, já estive – meu papel por elas é somente conversar com alguns amigos e por vezes acho algumas coisas interessantes e/ou inspiradoras compartilhadas pelo facebook, mas confesso que toda semana penso em desativá-lo novamente porque não aguento tanta besteira compartilhada! ENFIM! Eu penso o seguinte, claramente nós não podemos confiar que a vida daquela pessoa na internet é tão perfeita assim. Nunca passei por acreditar totalmente, mas teve uma época que eu olhava todas aquelas fotos super lindas, da galera saindo pra tantos lugares e sentia que minha vida era um cu, que eu não fazia nada e que devia ser igual àquelas pessoas. Porém, passei a pensar melhor – inclusive, tinha lido um texto muito relevante na época – que aquilo tudo é conteúdo selecionado. Mas é claro que a gente escolhe as melhores fotos para postar pela internet, mas o efeito que a gente mostra com o tempo é que “a vida é perfeita”, e as pessoas passam a acreditar nisso. Poxa, quantas vezes já olhei por seu Instagram e fiquei “putz, queria uma vida igual a da Bruna”, quem nunca? Mas ninguém sabe – justamente porque não é compartilhado – o que você faz de trás das câmeras, as coisas que te deixaram desanimadas, brigas que você teve. E lógico que você, nem eu, nem ninguém iria compartilhar isso, porque a gente quer mostrar aquilo nosso que é belo! Nós não queremos mostrar nossos podres, queremos, inclusive, provar para nós mesmos que apesar do que sofremos num determinado dia, ainda amamos nossas vidas! É só uma questão a ser pensada, até mesmo para seus leitores, que a gente não deve ficar por aí acreditando que a vida do amiguinho da escola é baladas todo fim de semana, e que tanto ele quanto a blogueira preferida, atrás das lentes possui uma vida normal, apenas com poucas singularidades, por exemplo em relação à escola ou o trabalho. É importante ter isso em mente! ;)
Tem toda razão Bru!
http://youendless.blogspot….
As redes sociais viraram um jogo, ganha aquele que mostrar ser mais feliz e ter a vida mais perfeita.
Só li verdades!
Concordo B .
Hoje em dias as pessoas fazem de tudo para aparecer na mídia através da Internet, antigamente eu lembro como as coisas eram diferentes, a 5 anos atrás eu não tinha Internet em casa mas minha vizinha tinha “net discada” e aí eu ia lá todos os dias pra jogar no stardoll e entrar no blog Garotas Estúpidas na época eu era apaixonada por ele e na verdade eu nem sabia que existiam outros Blogs (mal sabia o que era um blog) fOi passando o tempo e eu vi que eu poderia ter um blog também e eu nova na época mente de crianca ainda fiz um blog pra mim e chamava “mymy é modah” kkkk e nossa era tão inocente eu pesquisada sobre coisas do momento e postava lá no meu blog , não tinha público nenhum mas eu não me importava , naquelê tempo nos escrevíamos para nos mesmos e não pra ganhar dinheiro ! E eu era tão feliz foram os melhores tempos que vivi e paro pra pensar hoje em dia , olho prós blogs e da um desânimo ! Eu acho legal quem trabalha com isso até porque não ê nada fácil as Blogueira tem que ralar pra conseguir chamar atenção e ser diferente hoje em dia porque os leitores estão cada vez mais crítico e enfim … uma coisa que me deixa triste é que com os destaques de pessoas Blogueiras e YouTubers hoje em dia o público não dá nem oportunidade de uma nova peça aparecer , uma nova pessoa se apresentar porque se tentamos nos apresentar ao mundo social as pessoas não dão nem chance porque já tem as preferidas isso pra mim é ridículo. Achei legal a moça aí excluir suas redes sociais por ter visto tanta hipocrisia nesse mundo. Adimiro algumas Blogueiras mas a essência está se acabando quero ver até onde vai durar isso aí
Como eu amooo seus textos bru <3 , me inspiro muitoo em você , por ser essa pessoa maravilhosa e que tanto me identifico !! beijoooss e muito mais sucesso
Olá, Bruna! Texto muito bonito, aliás eu queria complementar algumas coisas que você disse tanto aqui quanto no Snapchat, em relação aquela blogueira que está dando polêmica. Já faz alguns meses que eu adotei uma política parecida, não estou 100% fora das mídias sociais – contudo, já estive – meu papel por elas é somente conversar com alguns amigos e por vezes acho algumas coisas interessantes e/ou inspiradoras compartilhadas pelo facebook, mas confesso que toda semana penso em desativá-lo novamente porque não aguento tanta besteira compartilhada! ENFIM! Eu penso o seguinte, claramente nós não podemos confiar que a vida daquela pessoa na internet é tão perfeita assim. Nunca passei por acreditar totalmente, mas teve uma época que eu olhava todas aquelas fotos super lindas, da galera saindo pra tantos lugares e sentia que minha vida era um cu, que eu não fazia nada e que devia ser igual àquelas pessoas. Porém, passei a pensar melhor – inclusive, tinha lido um texto muito relevante na época – que aquilo tudo é conteúdo selecionado. Mas é claro que a gente escolhe as melhores fotos para postar pela internet, mas o efeito que a gente mostra com o tempo é que “a vida é perfeita”, e as pessoas passam a acreditar nisso. Poxa, quantas vezes já olhei por seu Instagram e fiquei “putz, queria uma vida igual a da Bruna”, quem nunca? Mas ninguém sabe – justamente porque não é compartilhado – o que você faz de trás das câmeras, as coisas que te deixaram desanimadas, brigas que você teve. E lógico que você, nem eu, nem ninguém iria compartilhar isso, porque a gente quer mostrar aquilo nosso que é belo! Nós não queremos mostrar nossos podres, queremos, inclusive, provar para nós mesmos que apesar do que sofremos num determinado dia, ainda amamos nossas vidas! É só uma questão a ser pensada, até mesmo para seus leitores, que a gente não deve ficar por aí acreditando que a vida do amiguinho da escola é baladas todo fim de semana, e que tanto ele quanto a blogueira preferida, atrás das lentes possui uma vida normal, apenas com poucas singularidades, por exemplo em relação à escola ou o trabalho. É importante ter isso em mente!
Olá, Bruna! Texto muito bonito, aliás eu queria complementar algumas coisas que você disse tanto aqui quanto no Snapchat, em relação aquela blogueira que está dando polêmica. Já faz alguns meses que eu adotei uma política parecida, não estou 100% fora das mídias sociais – contudo, já estive – meu papel por elas é somente conversar com alguns amigos e por vezes acho algumas coisas interessantes e/ou inspiradoras compartilhadas pelo facebook, mas confesso que toda semana penso em desativá-lo novamente porque não aguento tanta besteira compartilhada! ENFIM! Eu penso o seguinte, claramente nós não podemos confiar que a vida daquela pessoa na internet é tão perfeita assim. Nunca passei por acreditar totalmente, mas teve uma época que eu olhava todas aquelas fotos super lindas, da galera saindo pra tantos lugares e sentia que minha vida era um cu, que eu não fazia nada e que devia ser igual àquelas pessoas. Porém, passei a pensar melhor – inclusive, tinha lido um texto muito relevante na época – que aquilo tudo é conteúdo selecionado. Mas é claro que a gente escolhe as melhores fotos para postar pela internet, mas o efeito que a gente mostra com o tempo é que “a vida é perfeita”, e as pessoas passam a acreditar nisso. Poxa, quantas vezes já olhei por seu Instagram e fiquei “putz, queria uma vida igual a da Bruna”, quem nunca? Mas ninguém sabe – justamente porque não é compartilhado – o que você faz de trás das câmeras, as coisas que te deixaram desanimadas, brigas que você teve. E lógico que você, nem eu, nem ninguém iria compartilhar isso, porque a gente quer mostrar aquilo nosso que é belo! Nós não queremos mostrar nossos podres, queremos, inclusive, provar para nós mesmos que apesar do que sofremos num determinado dia, ainda amamos nossas vidas! É só uma questão a ser pensada, até mesmo para seus leitores, que a gente não deve ficar por aí acreditando que a vida do amiguinho da escola é baladas todo fim de semana, e que tanto ele quanto a blogueira preferida, atrás das lentes possui uma vida normal, apenas com poucas singularidades, por exemplo em relação à escola ou o trabalho. É importante ter isso em mente! ;)
AMEI o texto! Concordo demais com o que você disse!
ótimo texto, nos faz pensar e refletir, no dia a dia, cercado de tantos likes e comentários de pessoas que nem conhecemos, estamos perdendo o contato e os comentários ao vivo estão sendo menos a cada dia , as pessoas se importam cada vez mais com a ‘aparência’ na internet e muito menos com o mundo real.
AMEI o texto! Concordo demais com o que você disse!
ótimo texto, nos faz pensar e refletir, no dia a dia, cercado de tantos likes e comentários de pessoas que nem conhecemos, estamos perdendo o contato e os comentários ao vivo estão sendo menos a cada dia , as pessoas se importam cada vez mais com a ‘aparência’ na internet e muito menos com o mundo real.
Uaaaaau Bruna, muito boa a sua reflexão! Já tinha lido a matéria sobre a Essena. Tanto a sua perspectiva quanto a dela são muito interessantes. Mas a verdade é que esse jogo de aparências realmente não é algo exclusivo das redes sociais! Abraços,
http://dibobis.blogspot.com.br/
Adorei o texto Bru, super arrasou, falou tudo. Bjão
http://bymikaellymenezes.blogspot.com.br/
Uaaaaau Bruna, muito boa a sua reflexão! Já tinha lido a matéria sobre a Essena. Tanto a sua perspectiva quanto a dela são muito interessantes. Mas a verdade é que esse jogo de aparências realmente não é algo exclusivo das redes sociais! Abraços,
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Adorei o texto Bru, super arrasou, falou tudo. Bjão
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