Nos últimos dez dias a Bienal do Livro movimentou o espaço do Anhembi em São Paulo. O evento grandioso foi espaço para a divulgação de novos títulos, novos autores e propostas. Mas, não é porque a exposição acabou que a leitura terminar, não é.
A proposta é fazer um resumo (bem resumo) da caminhada pela Bienal e ver que frutos ela deixou nessa exposição. Antes, queria lembrar que o DDQ não tem parceria com nenhuma editora listada e essa postagem NÃO foi patrocinada, é apenas fruto do olhar que tivemos do evento. Vamos lá
Editora Novo Conceito – A editora estava lotada de exemplares das histórias água com açúcar que a gente não consegue largar. Desde os antigos como “PS Eu te amo”, de Cecelia Ahern até a versão escrita de” Branca de Neve e o caçador”. A promoção (e destaque) no estande era para o lançamento “Starter”, de Lissa Price uma história futurista sobre uma jovem que fica orfã e vai parar em um lugar onde os idosos alugam corpos de adolescentes para serem jovens novamente.
Editora Intrínseca – Por certo um dos estandes mais movimentados por conta do novo livro da moda “50 tons de cinza”. Isso não é dado estatístico, mas de cada 10 pessoas que saiam da visita, 7 carregavam um exemplar do livro. Eu tinha prometido a mim mesma que não comentaria sobre ele, mas não posso deixar passar batida essa história que foi inspirada na “Saga Crepúsculo” e que tirou da trama os elementos fantasiosos para colocar, digamos, outros tipos de fantasia.
L&PM Pocket – A L&PM manteve seu padrão, oferecendo uma gama de livros pockets por um preço camarada e acessível, com coleções irresistíveis.
LeYa – A Leya foi sem dúvida um dos espaços mais interessantes com títulos que tendiam menos a ficção. Os títulos “Guia politicamente incorreto da história do Brasil” (da América Latina, da filosofia, entre outros), “Helena” (de Troia) e biografia de diversos artistas podiam ser encontrados lá. Contudo, o grande desejado do estande foi “Os diários secretos de Agatha Christie”, uma compilação dos escritos pessoais e criações da autora, além de dois contos do amado detetive Hercule Poirot.
Livraria São Marcos – Esse era o sebo paradisíaco. Era um estande vindo de Minas (oi!) com muitos, digo, muitos títulos por um preço de banana (antigamente, porque hoje a banana está muito cara), 7, 8, 12 reais. Vocês devem estar pensando em livros com capa caindo, bordas comidas pela traça, mas não… Consegui encontrar livros ainda no plástico por 15 reais. As temáticas eram variadas, desde livros da escola de medicina até compilados de quadrinhos. Era o melhor lugar para passar o tempo (e passar de verdade) porque os títulos ficam todos fora de ordem e nada mais gostosa do que aquele “Achei” quando pegamos um livro interessante na bagunça, não é. Conversei com o dono do estande e ele disse que sempre está em eventos e feiras por todo o Brasil, vale a pena ficar de olho (O único problema é que ele não tem um site).
Os estandes menores tinham cada um em sua especificidade, boas promoções (e brindes!) e apresentações culturais que valiam a pena passar para conferir.


20 comentários
Uma conversa de leitora para leitora.
Este espaço continua sendo seu também. Comente com carinho e respeito por quem está lendo.
Um dia ainda irei a uma Bienal do Livro ,deve ser muito bom!Aliás, LER é tudo de bom!
http://www.petalasdeliberdade.blogspot.com
Uma pena que esse ano não pude ir!!
Mil beijinhos
Kammy
http://Www.ComerBlogarAmar.com.br
aaaaaaaaaaaamei
http://toobege.blogspot.com/
Puxa, não ter site é complicado. Tinham mesmo muitas coisas legais na Bienal
Deve ser uma delícia ir na Bienal! Se puder, postem mais fotos de como foi lá?! Adoro! Bjaooo
Ahhh foi uma delícia, amei ir à Bienal…
Dá vontade de sair comprando tudo, né?
Eu gostei muito do stand da Editora Cortez porque foi todo montado com papelão reciclado!
Beijo, tenha uma ótima terça-feira
Just Carol
No prédio da minha faculdade, tem uma ”filial” da Livraria São Marcos =)
Eu sempre gostei demais de ir pra Bienal do livro, pena que esse ano não deu. A gente sempre descobre ótimos livros.
Nasssa quando vi o inicio do post podia jurar que era da Bru (: kkk
Dá uma olhadinha, beijos! http://garotasembrincos.blogspot.com.br/#!/2012/08/tendencia-neon.html
Fui pela primeira vez na Bienal e AMEII *-* Fiquei praticamente o dia inteiro lá rs RESULTADO: quase fali de tantos livros q eu comprei!
Queria muito ir mas sou de Minas! Mas na verdade em Minas também teve mas a chuva estragou um pouco nossa comemoração.
Achei que a Bienal pecou muito esse ano. O intuito do evento é promover a leitura, ou seja, muitas pessoas esperavam ansiosas para comprar diversos livros na feira. Eu fui uma delas. Mas, o que havia ali era um abuso tremendo, livros caros, com descontinho quase imperceptível. Muitas vezes mais caros do que eu costumo pagar comprando no E-commerce da Saraiva.
Em meio aquela aglomeração de estandes pude me satisfazer um pouquinho na Livraria São Marcos, citada no post, na Taschen, e em uma livraria do sul, bem pequenininha que não lembro o nome. De resto, as grandes editoras colocaram os preços nas alturas.
Na próxima edição, passo a bola. Se é pra pagar o mesmo preço,ou mais caro,compro pela internet,com todo conforto.
PS: Adoro seus posts sobre leitura :)
Que pena que esse ano não vai ter bienal na minha cidade.
um dia estarei na bienal, se Deus quizer!
– http://eighteensoon.blogspot.com.br/ ;*
Legal! o DDQ sempre incentivando a leitura!! Incrível!
Na livraria São marcos tinha muitos livros bacanas e baratos , vi uma menina levando a série inteira do percy e jackson , até procurei mais não tive a mesma sorte que ela .:(
http://blogdakarinadelima.blogspot.com.br/
Adorei seu post. A foto de cima ficou linda! Realmente, a bienal foi muito boa. No meu blog também tem um post legal sobre isso. Beijocas!
http://garotadaamazonia.blogspot.com.br/