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	<title>Arquivo para termino – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Nós dois fomos infinitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Sep 2018 15:00:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[lembranças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este é definitivamente <strong>o último texto escrito diretamente a você.</strong> Os outros, muito provavelmente, só citarão casos aleatórios que aconteceram com outras pessoas e que, graças a Deus, não terão nenhum impacto direto em mim. Mas este, obviamente, não se encaixa no último caso. De qualquer forma, vou tomar cuidado e me certificar de que nada seja deixado pra trás.</p>
<p>Antes, preciso dizer que esses dias passei em frente ao MASP pela primeira vez desde que&#8230; você sabe. Tudo estava incrivelmente diferente e extraordinariamente igual. Cada passo era como voltar no tempo. Eu andei a Avenida Paulista toda e juro que quase pude ver nós dois ali, andando juntos e sorrindo um para o outro sem nenhuma preocupação, exatamente como há alguns meses. Desculpe, não tem como não lembrar. Sabe que eu ainda tenho na cabeça a música que me faz pensar naquele dia? E sempre fará, não importa quantos momentos vierem depois. Ela é a trilha sonora perfeita, fazer o quê?</p>
<p>Acho que a primeira coisa que tenho a dizer é obrigada. <strong>Por ter sido o meu acaso mais bonito.</strong> A improbabilidade mais certa de todas &#8211; algo como aqueles cinco minutos de atraso que mudam tudo. A minha melhor história até agora. A melhor música do ano. O meu infinito por muitos dias&#8230; mesmo que agora você não faça mais parte do meu calendário. Acontece.</p>
<p>Em segundo lugar, que difícil: quero dizer que te deixo ir. E já deveria ter dito isso há muito tempo. Então digo agora que estou oficialmente te expulsando daqui. <strong>Mas de um jeito bom.</strong> Depois de eu ter sido o melhor de mim mesma e de você ter despertado uma parte minha desconhecida. Depois de a gente ter se apaixonado do nosso jeito,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Quando estiver pronta, rasgue!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Aug 2018 15:00:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Superação]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu achei que <strong>a minha dor era única.</strong> Definitivamente ninguém havia sentido algo tão avassalador e sufocante quanto o que senti, certo?</p>
<p>Pois bem. <strong>Não.</strong></p>
<p>Percebi que muita gente estava passando pelo mesmo (com situações assustadoramente parecidas!). Também entendi que, apesar de ser tudo tão recente e delicado, eu precisava transformar a minha <strong>dor de término de namoro</strong> em algo bom &#8211; e ajudar outras pessoas. Reaprender a caminhar sozinha é difícil, mas me prometeram ser possível. O meu ex terminou comigo há pouco tempo, pertinho do nosso aniversário de 8 anos. Aqui estão algumas das minhas dicas preciosas. Após um término, acho importante ter isso aqui em mente:</p>
<p><strong>1.</strong> Faça planos! Mas não tão longos, para que você não se sinta mal. Você não precisa ficar pensando em como será daqui a dez ou 15 anos e nem se você estará com alguém ou terá filhos. <strong>Faça planos a curto prazo,</strong> que você consiga cumprir. Eu, por exemplo, decidi escrever um artigo para a faculdade e juntarei dinheiro para comprar um vídeo game.</p>
<p><strong>2.</strong> Procure ajuda! Nós definitivamente<strong> não precisamos ser fortes sozinhas.</strong> Procure aquela amiga que é boa com conselhos, se aproxime das pessoas com as quais você já pensava em fazer amizade ou entre em grupos de coisas que você goste. Também acho extremamente importante procurar terapia: a maioria das universidades oferecem consultas com psicólogos de graça ou a um preço acessível. No mesmo dia do término eu já procurei uma &#8211; e sempre após uma nova consulta sinto que enxergo a minha vida com mais clareza.</p>
<p><strong>3.</strong> Cuide -se! Sempre fui insatisfeita com meu corpo e, depois do término, percebi que <strong>precisava conquistar o controle de alguma coisa na minha vida</strong> &#8211;</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Sobre moletons e silicones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 17:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
		<category><![CDATA[moletom]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia, acordei e fui me arrastando para a sala a fim de ligar a televisão e assistir a algum programa tipo &#8220;Doctor Hollywood&#8221; porque, com essa idade que me cabe na cara, <strong>eu tenho medo de ficar sozinha em casa</strong> &#8211; e é a única coisa que dou conta de assistir.</p>
<p>Eu fiquei com frio e percebi que teria que buscar uma blusa para não me sentir incomodada, afinal quase nada me incomodava mais que o frio, <strong>exceto o seu moletom</strong> guardado no meu guarda-roupas desde o dia que você bateu a porta do quarto, bateu a porta da sala, bateu o portão, bateu a porta do carro e por fim saiu.</p>
<p>Pensei se eu poderia fazer algo além de engolir aquele monte de coisa que <strong>você não disse,</strong> mas não encontrei resposta. Então respirei e dormi me acostumando com a ideia de que no dia seguinte teria que assistir a um programa fútil porque, a partir daquele momento, viveria sozinha.</p>
<p>Desde aquele dia, me tornei a maior especialista em silicone &#8211; depois do Doctor Rey. Mas o fato é que estava com frio e a sua blusa que ficou era <strong>a coisa mais quente</strong> que eu tinha aqui em casa, porque as coisas tendem a ficar frias quando uma briga de palavras não ditas e portas batendo acontece.</p>
<p>Mais do que medo de ficar sozinha assistindo &#8220;Investigação Discovery&#8221;, eu tinha medo de olhar para aquele pedaço de pano amassado no fundo do meu guarda-roupas. Resolvi enfrentar. Não sou masoquista, lavei a blusa umas oitenta vezes pra ver se tirava de vez o seu cheiro dela, assim como eu fiz comigo com aquele negócio que se chama lágrima, o melhor tipo de sabonete que existe.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>Quando o amor não acaba, mas termina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2017 21:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
		<category><![CDATA[fim de relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
		<category><![CDATA[terminos]]></category>
		<category><![CDATA[triste]]></category>
		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Muito estranho.</strong> Complicado escrever um texto como <em>pessoa solteira</em> depois de tanto tempo tendo a certeza de que, após desligar o computador, teria uma mensagem de prontidão piscando no meu celular, perguntando sobre mim.</p>
<p>Ela não estará lá. Essa é uma das partes mais complicadas agora: não que a minha vida inteira dependesse de algumas palavras no WhatsApp, já que isso as minhas amigas fazem muito bem. Mas é que, quando a gente termina um relacionamento, é muito esquisito se acostumar a não ter mais a presença da outra pessoa a todo instante, mesmo que vocês não se vissem com frequência.</p>
<p>Porque era rotina. Era confortável saber que sempre teria aquela pequena parte do meu dia ali. E não só em matéria de pequenos costumes, mas, bem, temos que entrar nessa questão: também<strong> havia muito sentimento envolvido. </strong>E era tanto&#8230; Ainda é. Mas somente isso não basta.</p>
<p>Pense comigo em uma piscina num fim de tarde de outono. A gente entra na água fria porque faz calor, mas, lá pelas tantas, a água começa a se tornar gelada demais e seu corpo se incomoda. E então você decide sair dali, tenta se encolher do jeito que pode, procura conforto nos seus próprios braços (que já estão tão gelados quanto o resto do seu corpo), <strong>tudo meio que em vão. </strong></p>
<p>Você pode muito bem dar seus pulinhos e tornar a nadar de lá para cá, procurando aquecer o corpo, mas sua primeira reação é tentar dar um jeito da forma mais cômoda. Só que nunca dá certo e uma hora você terá que sair da piscina, procurar uma toalha e correr para o chuveiro quente. <strong>Até as coisas ficarem bem de novo.</strong></p>
<p>Términos são um pouco parecidos.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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