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	<title>Arquivo para relações – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Uma história incerta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Apr 2017 17:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[complicado]]></category>
		<category><![CDATA[distância]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se posso chamar de mania, costume ou otimismo, não sei. Apenas sei que sempre que meu coração batia mais rápido por alguém, eu logo estava lá, acreditando que tudo daria muito certo e que ficaríamos juntos para sempre. Romântica apaixonada. Quando as coisas iam pelo caminho errado, eu me culpava por ter pensado isso tudo e abandonava as ideias que havia cultivado durante todo aquele tempo. Logo, <strong>achava que o amor não era para mim.</strong></p>
<p>Eu dizia isso para as amigas, nas rodas de conversa, rindo da minha própria situação, fazendo piada de tantos pontos finais&#8230; O engraçado é que, por mais que eu perdesse as esperanças de achar alguém, bom, tudo era muito superficial, porque lá dentro continuava existindo uma pontinha de iceberg escondendo um monte de esperanças com relação às coisas que eu ainda desejava viver junto a uma pessoa especial.</p>
<p><strong>Quando a nossa história começou,</strong> percebi que era diferente do que eu havia vivido antes. Em um sentido bom e também ruim. Às vezes, a gente só quer que a vida seja mais fácil, branda, e que se desenrole sem dificuldades. Ainda mais eu, que tinha um histórico que mais parecia um labirinto cheio de paredes fechadas.</p>
<p>Só que com a gente não era assim. Vi alguém que me fazia um bem enorme, que me olhava como eu realmente era e agregava coisas boas em minha vida, além de ser meu companheiro e fazer o meu coração abrir um sorriso gigantesco. Mas também foi diferente a ponto de não me deixar entender o que se passava pela sua cabeça em certos momentos, já que, por mais que estivéssemos juntos, você fazia com que <strong>distâncias periódicas surgissem entre nós.</strong></p>
<p>Eu só queria estar perto e ver tudo caminhando bem.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Abrindo um outono de oportunidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Mar 2016 17:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[clima]]></category>
		<category><![CDATA[estação]]></category>
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		<category><![CDATA[oportunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sentiu o ventinho gelado que veio da janela? Dá até pra fechá-la um pouco, não há mais tanta necessidade de mantê-la escancarada como antes. Já está rolando até aquela malha fininha no final da tarde, a botinha junto com o vestido&#8230; O clima mudou, novamente. Por enquanto ainda está no início, mas, logo, logo ele vai esfriar ainda mais.</p>
<p>Certo, de tarde pode ser que esquente e, talvez, em alguns dias, até aconteça de nos flagrarmos reclamando da nova estação, relembrando os mesmos moldes da última, mas, afinal, são exceções. Aquele clima denso parece que nos abandonou de vez.</p>
<p><strong>Sabe o que também já foi embora?  </strong></p>
<p>Todas as promessas que você fez para si mesma no final do ano passado e que, sem mudar nada em seu comportamento (ou em seus costumes e seu jeito de ser), ficaram perdidas entre janeiro e fevereiro. A ideia esteve lá e, no calor do ápice do verão, parecia que ainda havia muito para ver, aproveitar, ouvir e fazer &#8211; inclusive aquilo tudo que habitava apenas a sua cabeça. É, ficou por isso mesmo. Nada chegou a cruzar nem a linha que liga a porta à janela.</p>
<p>As tais promessas congelaram. Estacionaram totalmente e permaneceram ali, esquecidas. O tempo passou e você, num solavanco após um março exatamente igual aos meses que o precederam, se surpreendeu ao ver que já estamos indo para <strong>o quarto mês do ano.</strong></p>
<p>O quarto. E são só doze! Faltam oito, e oito são quatro mais quatro. Ou seja, se você passasse mais quatro outros meses da mesma forma, e depois outros quatro, com tudo manso, de um jeito cômodo e fácil, no modo <em>easy</em>, teríamos então <strong>um ano perdido?</strong> Ah,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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