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	<title>Arquivo para reconhecimento – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Sempre vocês, os meus amigos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 May 2016 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[agradecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Por todos os conselhos trocados.</strong> Todas as opiniões, mesmo que conflitantes, todas as análises da situação e como isso, muitas vezes, acabava virando piada pra gente. Depois, todas as advertências, os &#8220;eu avisei!&#8221; revertidos em colos aconchegantes para desabafar.</p>
<p><strong>Por todas as nossas conversas sem sentido.</strong> Pela intimidade que cultivamos, pelas fotos engraçadas que nos enviamos, pela liberdade de podermos falar sobre qualquer coisa &#8211; a qualquer hora &#8211; e receber uma resposta sincera (mesmo que, às vezes, meio afetada pelo sono&#8230;).</p>
<p><strong>Por todos os caminhos diferentes.</strong> Porque chegamos a pensar que iríamos para a mesma direção, mas admitimos que somos pessoas distintas. Uns foram para um lado, outros para outro e, mesmo assim, seguimos fortalecidos. Porque quando a gente se junta, partimos do ponto em que paramos.</p>
<p><strong>Por todas as brigas bobas que tivemos.</strong> As manias que irritavam os outros, as bobeiras às quais acabávamos dando ouvidos e as discussões sem sentido que elas rendiam. No fim, tudo acabava bem. A gente não aguentaria ficar muito mais tempo em silêncio, mesmo!</p>
<p><strong>Por todos aqueles dias em que pensei que a risada não caberia dentro de mim.</strong> Quando nos olhávamos e tentávamos segurar o riso, pronto: ele explodia e não tinha fim. Nós não parávamos de rir nem por um segundo, enxergávamos a graça em qualquer coisa.</p>
<p><strong>Por todos aqueles momentos em que vi tudo desmoronar.</strong> Quando parecia não ter mais jeito, eu não sabia o que fazer e fugir era, pra mim, a única saída viável. Não queria falar com ninguém, encarar o mundo ou pensar em nada. Mas vocês apareceram e, aos poucos, fizeram com que o sorriso voltasse ao meu rosto.</p>
<p>Depois de tudo isso,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>A tal da Matemática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 21:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[compreendimento]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gente sempre viveu um relacionamento <strong>muito conturbado</strong>. Certo, na verdade, o começo de tudo até que era mais simples: quando te conheci, pensei que seria moleza lidar com você. Eu precisaria apenas da minha força de vontade: juntar dois carrinhos menos uma moto, duas bolas com uma raquete de tênis, três cadeiras e cinco maçãs. Estava bem tranquilo e era até um tanto divertido, lembra? Pensei que seria assim pela vida inteira.</p>
<p><em>Tolinha!</em></p>
<p>Surgiram outras dificuldades e elas eram cada vez maiores. Eu queria muito conseguir ler aquela história da bruxinha e sua coruja e saber, finalmente, o que acontecia com a princesa no topo da torre, ou aprender as palavra em inglês, ou desvendar todos os mistérios que cercavam aquele broto de feijão plantado no copinho plástico de café. Mas, bom,<strong> lá estava você,</strong> pedindo para que eu resolvesse o problema da venda do Sr. José. Querendo que eu solucionasse o caso das balas divididas da Mariazinha. Pedindo que eu calculasse a quantidade de bolinhas de gude que o João poderia comprar com o troco do pão.</p>
<p><em>O que eu tenho a ver com tudo isso?</em></p>
<p>As bolinhas de gude são do João! As balas, infelizmente, também são só da Mariazinha. A venda do Sr. José, por sinal, também nunca conheci, e, aliás, nem o próprio. Por que é que eu, justo eu (certo, e o resto da minha classe também) tinha que resolver todas essas complicações?! Com tantas outras coisas mais interessantes para se fazer? <em>Vida injusta.</em></p>
<p>Comecei a te olhar com outros olhos. Você chegava e eu já pensava &#8220;ih, lá vem a chata!&#8221;. Aí fazia de tudo para evitar os próximos momentos que passaríamos juntas.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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