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	<title>Arquivo para despedida – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Não ouço mais as nossas músicas &#8211; e tudo bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 22:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
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		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho evitado ouvir sertanejo. Sabe como é, né? Você mesmo disse que fazia parte da gente e tinha nos levado ao <strong>lugar em que chegamos.</strong></p>
<p>Mas talvez a solução não seja evitar o sertanejo, já que eu me lembro de você quando escuto Jessie J também. The Beatles, Aerosmith&#8230; Até Avenged Sevenfold, mesmo você detestando rock. É que eu amo rock – e amo você.</p>
<p><strong>Quando acabou, eu me perdi.</strong> Não soube o que dizer, não soube o que fazer. Mas seria exagero dizer que não sabia para onde ir, <strong>porque eu sabia,</strong> mas eu não podia imaginar como seria ir sem você, sem poder dizer como era ali, como seria quando eu descobrisse o que dizer, o que fazer.</p>
<p>Pensei em ficar no mesmo lugar. <strong>Pensei em voltar para o passado.</strong> Pensei em morar nos momentos em que eu sentia você. Pensei em não mudar nada em mim para que, quando você voltasse, eu ainda fosse a (sua) velha versão de mim. Eu pensei em você todos os dias. Até que pensei em como você sempre me dizia que eu era incrível (sem e antes de você) e que podia e deveria ser e fazer tudo que eu quisesse.</p>
<p>Por mim.</p>
<p>Faltando 30 minutos para o dia 24, dez meses depois de realizar o sonho de te beijar, de sentir na pele o medo de te perder, a insegurança de ficar longe e o arrepio ao te abraçar, descobri que você não me ensinou o que é amar, <strong>mas me deu o caminho pra isso.</strong> Para saber que eu existo sem você e, como você queria, ser o que eu quisesse. Ser livre &#8211; por mais que uma parte de mim ainda queira ser inteiramente sua,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Carta ao meu avô</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Nov 2018 16:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[avô]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Já que não podemos tomar um café juntos e conversar, vou escrever. </strong></p>
<p>O seu olhar aflito entre uma crise de falta de ar e outra me dizia claramente: “estou cansado.” Um dia, esta frase saiu da sua boca em um tom suave e sereno &#8211; e para mim doeu mais do que um soco no estômago. Eu chorei feito aquela garotinha que você colocava no colo e levava para passear na praça, mas, no fundo, eu sabia que era hora de dizer chega.</p>
<p>Custou aceitar que <strong>não ouviria mais as histórias</strong> da sua infância na Barra Dourada. Que não poderia contar com a sua ajuda para encontrar possíveis familiares distantes na internet. Que eu nunca mais veria seu sorriso e seu olhar de felicidade ao voltar à Praia Grande e ver o mar. Que não teria mais as suas piadas na nossa, <em>tão nossa</em> sagrada hora do café. Que você não apareceria aqui em casa de surpresa escondido da vó. E a lista segue&#8230;</p>
<p>Assim como você me ensinou a tabuada no auge dos meus sete anos, aos 23 você me ensinou a enfrentar a condição que me restava: sentir a sua presença através da ausência, sem questionar ou pestanejar. <strong>Me ensinou a ser forte</strong> quando eu achava que não seria capaz de suportar. A encontrar a esperança em algo que não sou capaz de ver.</p>
<p>Sabe, <strong>vô,</strong> eu consegui reconfigurar o dia em que a vida levou o meu avô como o dia em que a vida me convidou a enxergar além. Eu sei que, de onde está, você pode me ouvir &#8211; e saiba que eu posso te sentir. É assim que vou tentando encontrar a linha tênue entre <strong>a falta que você faz e o legado que você deixou.</strong></p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Sobre moletons e silicones</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Mar 2018 17:30:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
		<category><![CDATA[moletom]]></category>
		<category><![CDATA[termino]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Outro dia, acordei e fui me arrastando para a sala a fim de ligar a televisão e assistir a algum programa tipo &#8220;Doctor Hollywood&#8221; porque, com essa idade que me cabe na cara, <strong>eu tenho medo de ficar sozinha em casa</strong> &#8211; e é a única coisa que dou conta de assistir.</p>
<p>Eu fiquei com frio e percebi que teria que buscar uma blusa para não me sentir incomodada, afinal quase nada me incomodava mais que o frio, <strong>exceto o seu moletom</strong> guardado no meu guarda-roupas desde o dia que você bateu a porta do quarto, bateu a porta da sala, bateu o portão, bateu a porta do carro e por fim saiu.</p>
<p>Pensei se eu poderia fazer algo além de engolir aquele monte de coisa que <strong>você não disse,</strong> mas não encontrei resposta. Então respirei e dormi me acostumando com a ideia de que no dia seguinte teria que assistir a um programa fútil porque, a partir daquele momento, viveria sozinha.</p>
<p>Desde aquele dia, me tornei a maior especialista em silicone &#8211; depois do Doctor Rey. Mas o fato é que estava com frio e a sua blusa que ficou era <strong>a coisa mais quente</strong> que eu tinha aqui em casa, porque as coisas tendem a ficar frias quando uma briga de palavras não ditas e portas batendo acontece.</p>
<p>Mais do que medo de ficar sozinha assistindo &#8220;Investigação Discovery&#8221;, eu tinha medo de olhar para aquele pedaço de pano amassado no fundo do meu guarda-roupas. Resolvi enfrentar. Não sou masoquista, lavei a blusa umas oitenta vezes pra ver se tirava de vez o seu cheiro dela, assim como eu fiz comigo com aquele negócio que se chama lágrima, o melhor tipo de sabonete que existe.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Para nunca esquecer de como era incrível ter você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2017 22:28:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cachorro]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
		<category><![CDATA[saudade]]></category>
		<category><![CDATA[zooey]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem foi um dia muito triste pra mim. Zooey, minha cadelinha que estampou a capa do meu primeiro livro e que apareceu tantas vezes aqui no blog, faleceu. Foram quase 7 anos fazendo parte da minha vida e imaginar que ela não vai mais estar no portão latindo quando eu voltar para casa da próxima vez me aperta o coração de um jeito que eu nem sei descrever. É um vazio que dói na alma. Pra ser bem honesta acho que a ficha ainda não caiu totalmente. Sinto que eu tô num daqueles pesadelos que fazem a gente acordar no meio da noite. Quando eu abri os olhos hoje de manhã desejei com todas as minhas forças que tudo isso fosse mentira. Não era. Não foi um sonho ruim. Ela não existe mais fora de mim.</p>
<p>O jeito que eu arrumei de lidar com tudo isso foi tentar escrever esse texto pra nunca esquecer do quão incrível ela era. Minha memória é uma merda e eu só tenho 23 anos. Quero poder falar da Zooey para os meus filhos, para os meus netos e pra todo mundo que não teve a sorte de conviver com ela.</p>
<p>Zooey foi o meu grande sonho de infância realizado. Coloquei na cabeça que queria um cachorro e não dei descanso pra minha mãe até ela finalmente me deixar adotar um &#8211; isso levou alguns bons anos. Lembro como se fosse ontem do dia que fui buscá-la. Ela era tão pequena. Uma bolinha de pelos com olhos arregalados pra mim. Desde aquele dia eu nunca mais me senti completamente sozinha. Nas minhas sessões de fotos pro Flogvip no terraço de casa, nas vezes que a minha mãe me pedia pra ir comprar pão na Padaria ou nas longas madrugadas escrevendo posts de desilusão amorosa para o blog.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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