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	<title>Arquivo para decisão – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Sobre as decisões que a gente tem que tomar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Jun 2017 17:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[escolhas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você adia. Ela bate na sua porta de novo. Você pede para que passe outra hora, diz que ali não tem ninguém. Mas ela não é tonta &#8211; nem um pouquinho: espia pela janela e grita de volta, sabendo que você está lá. Invasiva, entende que não há como fugir, de qualquer forma. Esperta, digamos assim.</p>
<p>E aí você fica cercada.</p>
<p>Se sair, terá que confrontá-la. Ficando, permanece presa ao estado anterior, enquanto ela continua lá fora, noite e dia, te lembrando de que a qualquer momento o encontro será inevitável.</p>
<p>Não adianta muito colocar um filme na Netflix para disfarçar o som da sua voz. Você até pode esquecê-la por alguns momentinhos enquanto ouve a sua música favorita ou lê aquele livro incrível, mas sempre haverá a hora em que terá que voltar voltar os pés para o chão e caminhar pela casa, sabendo da presença insistente <strong>da decisão que ainda não foi tomada.</strong></p>
<p>É engraçado: quando percebemos que estamos diante de um parecer que depende apenas de você, não há mais volta.</p>
<p>Não dá para fechar a janelinha e fingir que essa dúvida não existiu: uma vez que a lacuna é aberta, <strong>cabe a você ocupá-la.</strong> Até é possível tentar viver a vida como se ela não tivesse existido, mas voltar ao estado anterior nunca é tão confortável assim, ainda mais porque ela permanece na insistência, martelando em sua mente e cobrando uma atitude.</p>
<p>No final das contas, é melhor arriscar e ver no que dá do que não tentar e jamais saber o que iria acontecer. Por mais que demore um dia, um ano ou uma década, você sabe bem que, em algum momento, terá que abrir a porta para a decisão entrar.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Não é por aqui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2015 20:03:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[caminho errado]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
		<category><![CDATA[novos rumos]]></category>
		<category><![CDATA[perdida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.depoisdosquinze.com/app/uploads/2015/12/placa-comportamento.jpg?ssl=1"></a></p>
<p>Te disseram que era logo após a curva. Avisaram que o caminho seria difícil, mas você insistiu e colocou na sua cabeça que iria até o fim. Tudo ficaria bem e, curiosa, você queria saber onde é que a última rua iria levar. O que viria de lá? Pacientemente, o trajeto foi se desenrolando na sua frente e você seguiu o seu destino de forma quase que obediente. Virou todas as esquinas que achou serem necessárias e por vezes parou brevemente para conferir no GPS se estava tudo certo. Seguia o caminho que alguém tinha indicado &#8211; então as coisas pareciam estar bem.</p>
<p>Em alguns momentos, você chegou a pensar que estava perdida, eu sei. Deu voltas e voltas em torno de lugares muito semelhantes, como se estivesse voltando ao ponto de partida. Não foi nada fácil. Via os outros passando ao seu lado e, nossa, eles pareciam estar chegando perto de algo do qual você se distanciava ainda mais. Foi então que reduziu a velocidade para pensar. Se recompôs e abasteceu-se de tudo que necessitava. Gastou uma grana alta. O otimismo não iria te abandonar, certo? Tempo, dinheiro e esforços, tudo aquilo era investimento.</p>
<p>Até que começou a maior chuva. Primeiro ela era mansa, até que aumentou gradativamente, com raios riscando o céu. As gotas tamborilavam grossas no vidro e nem o para-brisas conseguia expulsá-las. O mundo lá fora se tornou o maior breu e você teve que manter a tranquilidade para procurar um lugar seguro, parar e esperar. Só você sabe as coisas que passaram pela sua cabeça entre esses instantes&#8230;</p>
<p>Aos poucos, as ideias foram voltando ao lugar e, quando a tempestade passou, o céu se abriu novamente e clareou tudo aquilo que, antes, você não conseguia ver.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Pra não enlouquecer de vez!</title>
		<link>https://www.depoisdosquinze.com/2011/03/28/pra-nao-enlouquecer-de-vez/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 01:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[bem]]></category>
		<category><![CDATA[decisão]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Em pouco mais de um ano minha vida mudou completamente, desde as melhores amigas até a cor do meu quarto. Aprendi algumas coisas da pior maneira possível. Sozinha. Mas, gosto de pensar que o mal só existe para que possamos enxergar na hora certa o bem. E agora, eu o vejo claramente ao meu redor.</p>
<p>Mas, nem tudo é tão fácil como parece. Quando se sabe o que fazer, não tomar a decisão errada é ainda mais difícil. Porque partir o coração bisbilhotando coisas nas redes sociais não é algo que uma pessoa em sã consciência faria. É?</p>
<p>Acho que a gente tem um pouco disso. Aquela vontade de cutucar a ferida, de saber se já cicatrizou ou ainda sangra. Ir ao encontro da dor, pra saber se realmente sabemos o caminho de volta. E são nessas, que a gente se perde. Que a gente machuca quem não marece sofrer de novo.</p>
<p>Às vezes nosso egoísmo fala mais alto, e na tentativa de descobrir de onde vem aquele aperto constante no peito, deixamos coisas importantes em segundo plano. Pessoas importantes. Sim. A vontade de contrariar e enganar o presente existe, trazer de volta o passado por alguns instantes e fazê-lo futuro.  Esta é a eterna batalha que acontece dentro da gente. O tempo é o juiz. Que decide quem sobrevive e quem morre. Em alguns casos, quem quase morre e quem quase sobrevive.</p>
<p>Lidar com tudo isso pode ser uma tarefa complicada. A vida real não é como no contos de fadas. O príncipe pode aparecer para simplesmente estragar tudo. Ou te salvar dos dragões. Você pode amar os dragões mesmo eles sendo tão cruéis com você.</p>
<p>Percebe como é complicado? Quanto mais a gente pensa sobre, menos a gente entende. </p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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