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	<title>Arquivo para crescimento – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Desapego: você o conquista ou ele te consome?</title>
		<link>https://www.depoisdosquinze.com/2018/07/05/desapego-voce-o-conquista-ou-ele-te-consome/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jul 2018 17:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><strong>Você nasce, cresce, se reproduz e morre.</strong></p>
<p>Você nasce, cresce, se reproduz e morre?</p>
<p>É isso o que aprendemos na disciplina de Ciências enquanto cursamos as primeiras séries na infância. A gente automaticamente espera por nosso crescimento, <strong>sem perceber que já estamos nele.</strong></p>
<p>Mal sabe você que nascer, crescer, se reproduzir e morrer é bem mais complexo do que o livro explica. E que estas não são, nem de perto, todas as fases que você enfrenta na vida.</p>
<p>Provavelmente, não te contaram que crescer é a junção de tudo o que acontece e deixa de acontecer com você, desde o momento em que nasce, aprende a fazer a primeira bolha de baba, a mostrar a língua, falar a primeira palavra, andar, escrever, ler, ouvir. Até morrer pode ser um aprendizado e, consequentemente, parte do seu crescimento. Que doido isso. Que lindo isso.</p>
<p>E, nesses vastos, felizes e às vezes sufocantes momentos de crescimento, você agrega à sua vida valores, manias, desejos e pessoas. Sempre achando, na imatura inocência, <strong>que vai ser para sempre</strong> (o que é ser &#8220;para sempre?&#8221;). Você nunca se apega a alguém ou algo pensando no dia em que ela/aquilo vai partir. Este, dentre outros, é um dos piores erros que você comete durante o seu crescimento.</p>
<p>Nós somos tolos &#8211; e mais de uma vez. Pensamos no futuro, seja muito ou pouco, e ele é formado por sonhos sendo alcançados, mas sempre com alguém ou algo (normalmente, mais alguém do que algo) a seu lado. Então o destino vem e brinca. Você pisca. Não está mais lá.</p>
<p>A culpa é sua?</p>
<p>Pense um pouco no dia em que as pessoas e as coisas vão te deixar.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Felicidade não é um número &#8211; é um sentimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jan 2018 11:57:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>De onde vem a tristeza que embrulha o estômago da gente e guarda pra depois toda e qualquer vontade de viver o agora? De onde vem o medo de se perder entre quem você era e quem você quer ser quando tudo isso passar? Tanta coisa mudou desde a última vez que estive aqui. Antes eu simplesmente colocava pra fora tudo o que sentia com textos e um monte de histórias inventadas. Agora eu me concentro em conseguir dar conta de todas as coisas que acontecem ao longo do dia. É como se o tempo tivesse me mostrado, de um jeito bom e ao mesmo tempo assustador, um novo jeito de existir no mundo. O reflexo no espelho diz que sou a mesma pessoa, mas tudo parece tão diferente que às vezes eu acordo no meio da noite sem saber direito para onde voltar se tudo der errado. Esse é o problema de querer conquistar o mundo. Depois de um tempo, seu lugar seguro não é mais o mesmo de antes. Não é nem um lugar. É você. Seus próprios pensamentos e as coisas em que continua acreditando. Meu esconderijo favorito eram as palavras, então eu achei que seria uma boa ideia aparecer e dizer &#8220;oi&#8221;. Disseram que eu mudei &#8211; de endereço, de país e de cabelo. Disseram que eu estava arriscando tudo o que eu construí, mas o que construí foi exatamente para poder escolher estar aqui. Não quer mais ser a primeira, ser a melhor ou a maior. Felicidade não é um número. É um sentimento. Quero continuar vendo graça nas coisas mais bestas. Eu não me importo se o mundo me achar uma chata, mas espero ainda continuar achando o mundo o lugar mais legal de todos.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>Dor de crescimento</title>
		<link>https://www.depoisdosquinze.com/2016/10/17/dor-de-crescimento/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 16:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
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		<category><![CDATA[crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda quando eu era criança, algumas vezes, na hora de dormir, sentia a perna repuxar de uma forma estranha. Como se alguém estivesse esticando o meu joelho de um lado e o meu pé de outro, ao mesmo tempo. Monstros? Forças estranhas? Era apenas a minha imaginação ou havia algo de errado ali? Assustada, chamei minha mãe lá no outro quarto, que me disse, com calma e achando graça, que era &#8220;a dor do crescimento&#8221;.</p>
<p>Tá aí:<strong> dor de crescimento.</strong> Aprendi a lidar com ela e, toda vez que aparecia, desavisada, não perguntava novamente para ninguém o que era aquilo. Só me cobria bem e ficava esperando passar. Eu resmungava um pouco, isso é verdade. Mas uma hora ou outra pegava no sono e, no dia seguinte, nem me lembrava do que havia me incomodado.</p>
<p>Parei de crescer no auge da adolescência. E parei mesmo, porque sou baixinha para valer! Mas, mesmo assim, a tal dor de crescimento pareceu me acompanhar. E, sim, ela aparece de vez em quando, sabe?</p>
<p>Como? Certo, não por conta da minha estatura, pois, assim como eu acabei de dizer, já faz um tempo que não cresço mais&#8230; A questão é mesmo interna. É que aqui por dentro <strong>tudo continua progredindo aos bocadinhos.</strong></p>
<p>Algumas vezes, quando me dou conta, percebo que sou um tanto diferente do que era ontem. Me olho no espelho e noto que a percepção de hoje é bem distinta da que acontecia quatro anos atrás. Me pego pensando nas coisas que me atingiam na época, na importância errada que eu dava para certas questões e até na minha falta de interesse por outros assuntos que hoje fazem parte do meu dia a dia. Que grande maluquice tudo isso, né?</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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