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	<title>Arquivo para Comportamento – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Sobre um livro que nos faz ganhar tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2020 19:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[a book that it takes time]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[mindfulness]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Pensa num livro que foi unanimidade por aqui? A Bru comprou o<strong> &#8220;A Book That Takes Its Time&#8221;</strong> ainda quando morava em San Francisco, até falou dele aqui no blog, e desde então a gente ficou louca pra ler também. Quando ela chegou com ele em Atibaia a gente até leu algumas páginas mas logo percebemos que esse é um tipo de livro para cada uma ter o seu e guardar pra sempre. Calma, já vamos explicar o motivo!</p>
</p>
<p>A gente precisa começar falando do <strong>design maravilhoso</strong> desse livro. Sim, ele é simplesmente espetacular! Começa pela capa dura que é uma das coisas mais maravilhosas que a gente já viu e se arrasta por cada detalhe de suas páginas: sempre muito bem ilustradas, com tipografias variadas e que combinam perfeitamente bem. É, sem dúvidas, aquela obra que a gente guarda com orgulho na prateleira &#8211; ou melhor, faz questão de deixar para fora e enfeitar o ambiente também. É de encher os olhos.</p>
</p>
<p>O livro foi escrito por duas diretoras criativas da revista britânica<strong> Flow</strong>, Irene Smit e Astrid Van Der Hulst, e fala muito a respeito de uma vida mais lenta num estilo bem revista, mesmo, sabe? Os capítulos são matérias, misturando vivências pessoais, pesquisas e relatos de especialistas para embasar os assuntos e alguns outros exemplos de casos &#8211; trazendo sempre próximo ao leitor<strong> como ele pode aplicar</strong> cada detalhe do que está sendo escrito, em sua vida.</p>
</p>
<p>O termo<em><strong> slow</strong></em> hoje em dia está sendo cada vez mais usado, a gente sabe, e não é a toa. A gente se acostumou a viver aceleradamente: passar o dia pensando no próximo instante,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Preciso aprender a confiar mais em mim mesma</title>
		<link>https://www.depoisdosquinze.com/2018/07/25/preciso-aprender-a-confiar-mais-em-mim-mesma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jul 2018 17:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><em>Desta vez, não vou sofrer por antecipação.</em><br />
Foi o que repeti a mim mesma 30 vezes enquanto respirava fundo.</p>
<p>Neste momento, lembrei daquele documentário que eu havia assistido: ele batia na tecla do discurso motivador daquela @ que eu tanto amava seguir no Instagram: você não pode ficar repetindo algo que deseja com a palavra <strong>&#8220;não&#8221;,</strong> porque o universo não entende &#8220;não&#8221; e vai assimilar só o resto da frase. Ou seja, o contrário é que acontecerá.</p>
<p>Certo, pelo sim ou pelo não, quem sou eu para desafiar o universo, não é mesmo? Vou excluir a negativa e tratar de pensar em algo que não se anule e, vai saber, que acabe me ferrando ainda mais no fim das contas. Ok,<em> ficarei tranquila, tranquila e mais tranquila. </em>Está vendo? Já está até fazendo efeito &#8211;<strong> estou tranquila</strong> (mentira, mas tudo bem. É sempre válido repetir o mantra).</p>
<p>A situação, foco de todo o problema da ansiedade excessiva, dependia única e exclusivamente <strong>de mim.</strong> Posso falar para você qualquer destas a seguir que dá na mesma: uma prova, entrevista muito importante, reunião com quem mal conheço, dia de decisão&#8230; Se eu pontuasse uma só ou todas, não importa, o ponto comum é que são experiências que demandavam algo que nunca foi tão fácil por aqui: <strong>eu sabia que só precisava confiar mais em mim</strong>.</p>
<p>Sempre fui o tipo de pessoa que, ao primeiro dos vacilos, já estava lá, <em>bem bonita,</em> jogando o pano. Quer mais uma desistência? <em>Toma, tenho outros aqui para dar.</em> Imagino uma cena de vila medieval comigo jogando lenços e lenços pela janela de tantos foram os planos que já abandonei por este caminho.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Quem escolhe a playlist da sua vida?</title>
		<link>https://www.depoisdosquinze.com/2018/05/26/quem-escolhe-a-playlist-da-sua-vida/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Leitores do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 May 2018 17:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[sentimentos]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu estava curtindo o Coachella. <strong>Em casa, no caso.</strong> Eis que, enquanto assistia aos vídeos no celular, chega aquela mensagem que você não sabe se fica feliz ou triste, se te confunde ou dá certeza, se te faz rir ou chorar.</p>
<p>Todo mundo tem uma história dessas guardada em uma caixinha na mente. História tipo dessas que você promete que não vai destrancar nunca mais e, quando a mensagem chega, percebe que quem tem a chave e o domínio da caixa <strong>não é você.</strong> Dessas que você idealiza, cria roteiro, vive feliz, mas isso só acontece na sua mente &#8211; porque a outra pessoa parece que quer um script diferente. Mas é dessas em que a pessoa vai e volta. É aquele “oi, sumida”, sabe?</p>
<p>Pois bem. Caixinha escancarada em forma de notificação no meu celular! Logo agora que o meu roteiro tinha mudado finalmente, minha vida estava seguindo seus rumos e não os que alguém escrevia pra mim. Eu era diretora e protagonista da minha própria história. Era a fase “Começa o Matriarcado”, estilo Nairóbi em <em>La Casa de Papel</em>.</p>
<p>Resolvi ignorar por um momento e parar pra pensar. Pensar, no meu caso, <strong>significa abrir o Spotify e escolher a música que vai me ajudar a decidir.</strong> Ainda na vibe festival, Coachella e afins, começou a tocar a nova música da banda inglesa Blossoms, &#8220;There’s a Reason Why (I Never Returned Your Calls)&#8221;, que pode ser traduzida como &#8220;Há uma razão pela qual eu nunca retorno suas ligações&#8221;.</p>
<p>Num primeiro momento, nem me toquei de que a música estava conversando comigo. Me distraí dançando pela casa. A batida é sensacional, é uma música definitivamente alegre e não existe um ser humano capaz de me convencer de que eu não estive no Coachella durante aqueles 3 minutos e alguma coisa.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>As tirinhas sentimentais do livro &#8220;Sempre Faço Tudo Errado Quando Estou Feliz&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Equipe do blog]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Apr 2018 17:42:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[resenha]]></category>
		<category><![CDATA[tirinhas]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>O livro de hoje não possui apenas textos e uma história. Ele foi feito por Raquel Segal, publicitária dona da página <a href="https://www.facebook.com/AqueleEita/">Aquele Eita</a>. Por lá, a carioca desenhava tirinhas de humor quando, depois de uma desilusão amorosa, mudou o foco da página e começou a ilustrar coisas que vinham direto do coração &#8211; ansiedades, amores, sonhos, expectativas, medos e todas as emoções reais que temos. O livro, então, acaba sendo um reflexo da página, com traços que nos pegam de jeito e arrebatam de verdade. Se a gente gostou? Muito! Aqui contamos um pouquinho mais a respeito&#8230;</p>
</p>
<p><strong>Descrição:</strong> <em>Ansiedade. Paranoias. Medos. Frustrações. Amor. Sonhos. Desilusões. Expectativas. Aquela vontade louca de desistir de tudo. Recomeçar. Desistir de novo. Sentir-se inteiro. Vazio. Transbordar. Se perder. Pode parecer, mas você não está sozinho&#8230; Em &#8220;Sempre faço tudo errado quando estou feliz&#8221;, Raquel Segal, criadora do Aquele Eita, fala de emoções reais, destas que a gente só conta para o travesseiro. É impossível não se impactar com seu traço revelador e, ao mesmo tempo, transformador.</em></p>
</p>
<p>Publicado pela Editora Planeta, a edição do livro é realmente linda! As páginas intercalam alguns pequenos trechos em fundo preto com tirinhas em fundo amarelo e esse contraste dá bastante destaque às tirinhas. Parece que a gente pegou o caderno de anotações de alguém, sabe? Bem fofo.</p>
</p>
<p>O livro é uma coletânea com a qual com certeza você vai se identificar. O papo é interno e você consegue fazer uma leitura de si mesma &#8211; pensar e repensar as transformações pessoais, criar sustentação para as expectativas que criamos, entender melhor a realidade dos amores passageiros e também fala sobre lutar e desistir.</p>
</p>
<p>Se você procura por um guia de mensagens positivas,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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