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	<title>Arquivo para calma – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Um coração vacilante no meio da maré</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 21:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[calma]]></category>
		<category><![CDATA[esperar]]></category>
		<category><![CDATA[texto]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se o seu corpo todo fosse maré, <strong>seu coração</strong> seria um barquinho instável, que não sabe se vira, já está um pouco molhado e frio por dentro e vacila a cada onda que passa por seu casco.</p>
<p>Nesta situação, <strong>ele tem poucas esperanças de que verá a margem novamente.</strong> Por isso mesmo, acaba se dando ao direito de ser negativo, de achar que vai ficar sempre na mesma e não encontrará o pedacinho de terra firme que tanto merece.</p>
<p>Não importa se junto a ele existem outros na mesma situação, aliás, a vida é também feita dos que ficam à deriva até se encontrarem &#8211; quando você não consegue olhar para o momento atual e ver que está justamente onde deveria estar e só quer saber do desfecho, focando nos outros seres humanos que já chegaram lá, enquanto você ainda se encontra perdido.</p>
<p>Não sou ninguém para dizer <strong>o motivo</strong> de você estar ali. Eu também não sei. Só que, no momento presente, a única solução é enxergar isso como uma oportunidade de se acalmar e tirar proveito da jornada, por mais que ela não seja fácil em todos os momentos.</p>
<p>Talvez o seu coração tenha muito a aprender antes de chegar. Talvez precise encontrar outros corações e ajudá-los em seus trajetos também, ou até mesmo tenha que desenvolver melhor a sua paciência e sua confiança: as coisas vão dar certo. Ele precisa, antes de tudo, acreditar que vai chegar sua hora.</p>
<p>Assim, tudo ficará mais leve, como se tivessem tirado uma âncora pesada de seu barco. Ele flutuará pelo tal período indefinido navegando, porque saberá que as coisas darão certo. E quando a gente toma consciência disso, não importam as ondas, os perigos,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Sobre a preocupação e os pensamentos intrusos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Jul 2016 20:59:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[ansiedade]]></category>
		<category><![CDATA[calma]]></category>
		<category><![CDATA[preocupação]]></category>
		<category><![CDATA[tensão]]></category>
		<category><![CDATA[tranquilidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aquele evento está se aproximando lentamente e você sente como se estivesse na beira da praia, só aguardando a onda que vai chegar. Os poucos milésimos de segundo que antecedem a marola são os <strong>dias de ansiedade que te afligem.</strong></p>
<p>E a tranquilidade vai embora quando você não consegue deixar de lado aquele pensamento incessante: <strong>a hora está para chegar.</strong></p>
<p>Você sabe que terá que fazer algo, afinal, estão esperando que você faça.<br />
Você aguarda pelo resultado de alguma coisa.<br />
Você teme por aquilo que tem um desfecho indefinido.<br />
Você fica incerta quanto ao destino de seus próximos passos.</p>
<p>E você se preocupa. <em><strong>Por quê?</strong></em></p>
<p>Nem dá para responder, não é? É tão involuntário quanto respirar. Porque a verdade é que não há razão para pensar tanto sobre isso, já que é só se mexer e <strong>fazer o que tem que ser feito.</strong></p>
<p>Mas a sua cabeça brinca com seus sentimentos e nada consegue prender a sua atenção sem ser algo próximo ao assunto que se alojou por aí. E quando acaba aquele episódio de série, quando você se deita para dormir, quando qualquer momento livre se apropria do seu tempo, <strong>a preocupação volta.</strong></p>
<p>Seria bom se inventassem um interruptor que pudesse controlar a nossa ansiedade. Quando desligado, nunca te atrapalharia, não interromperia o seu sono nem atribularia a sua rotina. O problema é que, mesmo que você finja que este tal acessório exista, verá que não é tão fácil <strong>na prática. </strong></p>
<p>Mas isso é<strong> porque você ainda precisa se convencer. </strong>Comprar a ideia totalmente e não da boca pra fora.<b> </b>Porque cada minuto se preocupando à toa te fará pensar sobre todo este tempo perdido lá na frente,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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