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	<title>Arquivo para amadurecer – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Dor de crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Oct 2016 16:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecer]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ainda quando eu era criança, algumas vezes, na hora de dormir, sentia a perna repuxar de uma forma estranha. Como se alguém estivesse esticando o meu joelho de um lado e o meu pé de outro, ao mesmo tempo. Monstros? Forças estranhas? Era apenas a minha imaginação ou havia algo de errado ali? Assustada, chamei minha mãe lá no outro quarto, que me disse, com calma e achando graça, que era &#8220;a dor do crescimento&#8221;.</p>
<p>Tá aí:<strong> dor de crescimento.</strong> Aprendi a lidar com ela e, toda vez que aparecia, desavisada, não perguntava novamente para ninguém o que era aquilo. Só me cobria bem e ficava esperando passar. Eu resmungava um pouco, isso é verdade. Mas uma hora ou outra pegava no sono e, no dia seguinte, nem me lembrava do que havia me incomodado.</p>
<p>Parei de crescer no auge da adolescência. E parei mesmo, porque sou baixinha para valer! Mas, mesmo assim, a tal dor de crescimento pareceu me acompanhar. E, sim, ela aparece de vez em quando, sabe?</p>
<p>Como? Certo, não por conta da minha estatura, pois, assim como eu acabei de dizer, já faz um tempo que não cresço mais&#8230; A questão é mesmo interna. É que aqui por dentro <strong>tudo continua progredindo aos bocadinhos.</strong></p>
<p>Algumas vezes, quando me dou conta, percebo que sou um tanto diferente do que era ontem. Me olho no espelho e noto que a percepção de hoje é bem distinta da que acontecia quatro anos atrás. Me pego pensando nas coisas que me atingiam na época, na importância errada que eu dava para certas questões e até na minha falta de interesse por outros assuntos que hoje fazem parte do meu dia a dia. Que grande maluquice tudo isso, né?</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>A gente cresce quebrando a cara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karine Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2014 19:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecer]]></category>
		<category><![CDATA[crescer]]></category>
		<category><![CDATA[magoar]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.depoisdosquinze.com/app/uploads/2014/06/amadurecer.jpg?ssl=1"></a></p>
<p>Se para crescer a gente não precisasse errar, talvez eu nunca tivesse acreditado naquela amiga que jurou que não ia me magoar e magoou. Talvez eu não tivesse magoado gente que amava muito, mesmo quando essa não era a intenção. Mas provavelmente, também, eu não teria aprendido a valorizar quem fica, não teria entendido a importância de perdoar as falhas das pessoas e de pensar mil vezes antes de falar algo que pode atingir o outro.</p>
<p>Se para crescer não precisasse doer, talvez eu nunca tivesse conhecido aquele carinha que me tratou como uma qualquer. Talvez nunca tivesse virado noites inteiras chorando amores não correspondidos. Nem feridas que fizeram sem o menor cuidado no meu peito. Mas eu também não teria, finalmente, parado de dar atenção para os mesmos tipinhos de caras errados e começado a prestar atenção naqueles que sempre estiveram aqui para me dar a mão.</p>
<p>Se para amadurecer a gente não precisasse quebrar a cara, talvez eu ainda fosse a menina escandalosa que adorava uma boa briga e que gostava de bater de frente apenas pelo prazer de ganhar – sabe-se lá o quê. Se eu não tivesse caído, se não tivesse levado rasteiras, se não tivesse dado de cara no chão, talvez eu ainda vivesse na minha bolha da adolescência, quando achava que os meus problemas eram os maiores do mundo. E que o mundo, esse malvado, era injusto só comigo.</p>
<p>Se eu tivesse acertado sempre, talvez eu não soubesse da alegria que é a oportunidade de poder se reinventar. Aprender mais. Mudar de opinião, entender os valores das outras pessoas, conhecer outras realidades, perceber que se dói em mim, dói no outro também. Talvez eu nunca tivesse ido, voltado, começado e recomeçado. Talvez eu não tivesse baixado a bola,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>A maturidade não cai do céu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2014 02:53:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[18 anos]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecer]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[independência]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p><a href="https://i0.wp.com/www.depoisdosquinze.com/app/uploads/2014/03/fazer-18-anos.jpg?ssl=1"></a><br />
Na minha adolescência, esperei ansiosamente pelos 18 anos. Não iria fazer festa, uma viagem, ou algo do tipo. Apenas queria chegar logo na fase da vida em que viramos independentes. Sempre fui uma menina pra frente, de me virar em certos momentos sem precisar da minha mãe, graças à educação que ela me deu. Acho que foi por isso que desde tão cedo pensei em me “libertar” desse título de menor de idade.</p>
<p>Os 18 anos chegaram e, diferentemente do que pensava, eles não mudaram a minha vida num clique. Continuei morando com a minha mãe e entrei na faculdade ainda com aquele pensamento de colegial. Comemorei o grande dia pedindo uma bebida alcoólica em um bar qualquer &#8211; essa foi a única mudança que pude perceber com a maioridade.</p>
<p>Tornar-se adulta não necessariamente te transforma em mais sábia, mais inteligente, mais esperta e mais experiente. Na verdade, é como um dia como outro qualquer. Mas, como já dizia o Tio Ben, “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, nossos deveres se tornam bem maiores do que antes.</p>
<p>Muitas pessoas encaram os deveres da maioridade como “ter”. Ou seja, como adulta você precisa ter: carteira de motorista, carro, um par perfeito, uma casa linda, o emprego dos sonhos… Só que, de verdade, fazer 18 anos não vai te trazer tudo isso magicamente. E, para mim, felizmente.</p>
<p>A vida é uma construção. A cada passo que damos, aprendemos uma coisa nova. Dificilmente a maturidade cai do céu e ela não tem nada a ver com a idade que você tem. Maturidade não é “ter”, mas “ser” e é para isso que precisamos abrir nossos olhos. Ninguém se torna sábio ou independente da noite para o dia, apesar de a nossa pressa jovem ainda querer que seja dessa forma.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>Entre amigas: Mudanças e a necessidade de se adaptar a elas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dreisse Drielle]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 17:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entre amigas]]></category>
		<category><![CDATA[adulto]]></category>
		<category><![CDATA[amadurecer]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[zona de conforto]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Olá meninas! Aqui é a <a href="https://twitter.com/ddrielle">Dreisse</a>, e sim, esse ainda é o &#8220;Entre Amigas&#8221; que vocês conhecem, mas o post de hoje é um pouco diferente do normal e, na verdade, é para atender a uma grande demanda de e-mails que tratam de um mesmo assunto: mudanças. As semelhanças são incríveis: Mesma idade, praticamente mesma história e uma só dúvida/desconforto: Por que devo aceitar a mudança?</p>
<p>Mudanças existem. Fato. Uma hora a vida dá uma reviravolta que deixa a gente tonta com a velocidade. Em outras, vai mudando tão lentamente que ainda assim a gente persiste em não aceitar. Na verdade, ninguém deve aceitar as mudanças. Ninguém. Mas acreditem: muitas delas vieram para nos ajudar. E o que eu quero dizer quando falo de mudanças? Falo das vezes que a gente tem que mudar de escola ou de cidade e fica triste porque, afinal, nossos amigos e nossa vida está naquele outro lugar. Eu falo de mudanças, quando nossos pais se separam, quando o namoro acaba e quando a gente é obrigado a encerrar aquele ciclo e querer continuar, porque se não ficaremos deprimidas. Me entendem?</p>
<p>O que eu quero dizer é que elas virão e às vezes é necessário estar de braços abertos para recebe-las porque, se não, a gente pode deixar de aproveitar muita coisa boa porque simplesmente não aceita o fato de ter saído da nossa <span style="text-decoration: underline;">zona de conforto</span>. E eu gosto de destacar muito essa questão de zona de conforto, porque apesar de eu ainda ser nova, eu percebi que a medida que a gente cresce, a gente tem que aprender a lidar com as mudanças e a aceitar que a gente vai ter que sair da nossa zona de conforto mesmo.</p>
<p>A antiga escola,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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