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	<title>Arquivo para Outros – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Quem tem medo da maternidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2026 01:01:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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		<category><![CDATA[maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>A maioria das escolhas que realmente me causaram medo nessa vida não eram tão decisivas e definitivas quanto eu achei que seriam. Perceber isso é quase um antídoto para minha mente ansiosa. Fico mais tranquila quando lembro das fases difíceis e de como com o tempo até os piores desdobramentos e reviravoltas trouxeram textura na forma que eu me permito contar essas histórias pra mim mesma e pintar essas gravuras na mente. Nem todas eu emolduro e coloco na parede, mas elas me ensinam como envelhecer é um presente, uma oportunidade de não ser apenas o que já aconteceu. Até porque tudo assusta um pouco menos se você presta atenção na parte em que a vida continua independente da ideia estática que você criou dela no passado.</p>
<p>Muitas vezes essa ideia nem era sua de verdade.</p>
<p>No que diz respeito a mim, um indivíduo do sexo feminino que acabou de completar três décadas de vida, tenho tido como principal forma de autocuidado fazer escolhas que me possibilitam fazer mais escolhas no futuro. Entendi que esse é um jeito de dançar com o ponteiro do relógio. Tenho me dado tempo e espaço pra observar não só os que estão à minha volta, mas também a mim mesma. Isso na prática significa juntar dinheiro, ir com calma nos relacionamentos, me dedicar ao meu trabalho, construir uma rede de amigos em que eu confio e viver em um lugar confortável. Soa como egoísmo, mas é uma retratação da minha própria história. Não apenas me tornar consciente dela, mas ocupar o meu espaço e mudar a narrativa. Sinto que devia isso a mim mesma por ter desperdiçado tanto tempo e energia tentando fazer parte de histórias que não eram realmente minhas.</p>
<p>Infelizmente nenhuma experiência é individual.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>A história do Estúdio Bruvie</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 12:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decoração]]></category>
		<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[bruna vieira]]></category>
		<category><![CDATA[bruvie]]></category>
		<category><![CDATA[estúdio]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Há um ano esbarrei com uma ideia maluca enquanto caminhava de volta pra casa ouvindo música. Como sempre, completamente distraída nos meus próprios desvaneios. Tem algo sobre caminhar que faz as engrenagens do cérebro da gente funcionarem de um jeito diferente, num ritmo onde as coisas parecem que sempre vão dar certo. É como se ao se movimentar num espaço físico, você percebesse a importância de continuar se movimentando na vida de forma geral. Como uma pessoa que trabalha de casa e sozinha na maior parte do tempo, sair assim pelo bairro pra resolver burocracias da vida adulta se torna uma fuga das intermináveis horas na frente de uma tela tentando ter uma ideia legal.</p>
<p>Na época eu havia acabado de vender o meu primeiro apartamento comprado em muitas parcelas lá em 2013.  Ele ficou alugado por anos até que eu decidi finalmente colocá-lo à venda e foi um processo que levou alguns meses. Minha ideia era usar esse dinheiro pra pegar um espaço menor num outro bairro da cidade e dar sequência ao meu plano de passar um ano inteiro viajando pelo mundo antes de engravidar.</p>
<p>A cada nova responsabilidade assumida ao longo dos vinte e poucos e com a sobrecarga emocional, mais certa eu fui ficando de que tirar esse período era necessário.  O meu presente de 30 anos pra mim mesma. Fazer o meu tempo ser só meu por um tempo. Viver o que muitos viveram com quase 20, mas tendo 30. Lembra que eu falei que<a href="https://www.youtube.com/watch?v=7Cp_XRx0sDI"> a vida não é linear</a>?</p>
<p>Esse planejamento todo antes era um pouco abstrato, mas ali, nas ruas de Pinheiros, ele tomou forma. Porque depois de atravessar a rua e quase tropeçar num canteiro de obra, eu simplesmente decidi entrar em um empreendimento que havia acabado de ser anunciado.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>São Paulo e a rua sem saída</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2025 21:57:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[participação]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[simples]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Quando mudei pra São Paulo eu tinha 17 anos, foi em 2011. Terminei o ensino médio, juntei uma grana com os primeiros trabalhos publicitários aqui do blog, fiz as malas e entrei no ônibus na rodoviária lá em Leopoldina, Minas Gerais. 10 horas de viagem. Sem ter parentes aqui. Hoje me parece um movimento arriscado e corajoso, mas na época foi como se eu nem conseguisse enxergar outro caminho pra minha vida. Era como se dentro da minha cabeça eu já estivesse aqui.</p>
<p>Só que conviver na internet é diferente de conviver ao vivo. E eu fui pra internet justamente porque era tímida, introvertida, insegura, etc. Então os desafios que eu enfrentei aqui nos primeiros meses tem mais a ver com compartimentalizar na minha cabeça questões pessoais, pra profissionalmente conseguir dar conta do recado.</p>
<p>São Paulo não é uma cidade fácil, mas principalmente se você não tem certeza do que veio fazer aqui. Porque a cidade grande te ensina a querer mais, e muitas vezes a querer o que nem é pra você. Que não te preenche por dentro porque nunca fez parte da sua vida.</p>
<p>São Paulo exige muito da gente, mas também nos acolhe com os acessos. acesso a arte, gastronomia, pessoas interessantes com visões diferentes do mundo, pessoas de fora, oportunidades, etc.</p>
<p>Lembro que nos primeiros meses na cidade eu vi e vivi muitas coisas pela primeira vez, e existia dentro de mim o sentimento de ser uma pessoa observando tudo de fora. Por incrível que pareça, foi bom porque eu consegui traduzir essa visão no blog, nos textos, na vida. Mudar pra São Paulo era o sonho de muita gente, e eu estava vivendo isso. Mas era estranho também voltar pra casa, em Minas, e já ser uma pessoa considerada de fora.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>Sempre fui o que eu tô descobrindo agora ou porque descobri tenho me tornado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 02:17:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Outros]]></category>
		<category><![CDATA[autoconhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Algo inusitado aconteceu depois que eu completei 30 anos. Não. Não foi um novo fio de cabelo branco, uma segunda dobrinha quando tiro foto sorrindo ou o aumento significativo dos sintomas da TPM. Tá, foi tudo isso também, mas não é disso que quero falar hoje. O que me chamou atenção depois que comecei a falar em voz alta que estou nesse mundo há mais de três décadas foi o fato de eu ter tomado mais consciência de mim mesma. Assim, de um jeito avassalador. Características que antes passavam despercebidas ou que facilmente eram direcionadas para o outro, agora ficam escancaradas na minha mente como uma aba aberta sem o botão de fechar. E aí vem o questionamento: eu tenho me tornado tudo isso ou eu sempre fui assim e apenas agora me permiti ter tempo pra me observar? Ainda não sei essa resposta.</p>
<p>Tem uma parte que eu acho curiosa nessa coisa toda de ficar mais velha. O clique ao se perceber ocupando uma posição diferente nas dinâmicas das relações e assim de uma hora pra outra revisitar uma memória com uma perspectiva completamente diferente da coisa toda.</p>
<p>BOOOM.</p>
<p>Não dá pra roteirizar e contar nossa história de um jeito em que somos sempre a vítima vulnerável e indefesa, assim como não dá pra defender um vilão só porque agora você meio que consegue entender os motivos dele. Aprender a perdoar não é apenas sobre dizer isso em voz alta pra alguém que não faz mais parte da sua vida, é olhar pra frente com a força de quem se admira por não ter desistido de tudo quando ficou difícil.</p>
<p>Teimosia é a principal característica do meu signo, e ela pesa para os dois lados, mas eu já não fico tanto tempo em ruas sem saída.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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