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	<title>Arquivo para cronicas – Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Começamos bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 21:34:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[2025]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Feliz 2026, queridos leitores. Levei mais tempo do que imaginei pra voltar aqui porque a vida exigiu de mim de formas que eu não esperava na reta final do ano, mas felizmente agora escrevo mergulhada em uma calmaria que só é verdadeiramente apreciada depois de tempos bem sombrios e assustadores. Os 12 meses do último ano passaram num piscar de olhos, mas ao mesmo tempo pareceram décadas inteiras de revoluções internas. Mudar de endereço, terminar um livro, morar em outros países, fortalecer uma relação amorosa, completar 31 e cuidar de quem cuidou de mim foram processos que eu tive o privilégio de viver enquanto tentava me manter visível e relevante aqui nesse mundo digital que eu chamava de refúgio (lembra?).</p>
<p>Tenho pensado bastante sobre como a internet costumava ser o meu espaço seguro e tranquilo, mas que com a dominação dos algoritmos e dos conteúdos gerados/genéricos sugeridos pra gente a todo instante a sensação é de que estar aqui exige mais do que oferece. Eu não quero que esse seja mais um relato sobre a tentativa de diminuir o tempo de tela enquanto eu me debruço no meu notebook tentando fazer algum sentido através dessas palavras, mas a verdade é que sinto falta de profundidade, conexão e algum nível de controle do que eu estou consumindo. Sinto saudade de conhecer as pessoas mesmo online, de saber a história delas, de fazer isso com uma certa calma, aos poucos. Faz algum sentido pra você ou eu tô sendo apenas velha?</p>
<p>Ah, e eu comecei a fazer terapia. Precisei. Meu namorado insistiu o ano todo e foi só quando ele parou de fazer isso que eu tomei coragem de enviar a mensagem e marcar a ligação de vídeo. Não gosto muito quando ele tenta me ensinar como lidar com os meus problemas,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Acerola, mas não acelera</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 02:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[Atibaia]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Se você mora ou esteve no Brasil durante as últimas semanas provavelmente suas histórias foram vividas com algum nível de chorinho e samba como trilha sonora. No maior dos volumes de dentro do bloquinho em busca de uma boca bem bonita pra beijar ou por alguns segundos ao atravessar o centro da cidade de carro. É quase impossível ignorar o Carnaval no Brasil e seria uma bobagem sem tamanho fazer isso propositalmente. O clima é bom. As pessoas estão felizes. Se você souber como se fazer feliz, a felicidade do outro não te incomoda e nem vem ao caso.</p>
<p>Aqui em casa, nós fizemos assim: fomos para o interior para que meus pais pudessem ir para o interior também. Passamos alguns dias em Atibaia cuidando dos cachorros, pássaros e do quintal. Pai e Mãe Vieira foram festejar com os amigos de infância lá em Leopoldina. Que eu me lembre essa foi a primeira vez que fiquei (digo, ficamos) lá para que eles pudessem viajar, e cuidar de uma casa tão grande me fez perceber o real tamanho dela.</p>
<p>Cresci em um sobrado que ficava em cima da casa da minha avó, então não tínhamos um quintal. Isso fazia com que os meus pais vivessem visitando os familiares que moravam na roça e eu sempre ia junto. Pela comida, pelas fotos lindas que tiraria pra postar no Orkut e também pelas memórias. Quando finalmente tivemos condição de alugar e depois construir uma casa com quintal lá em Atibaia, eu sabia que seríamos muito felizes ali.</p>
<p>Passaram-se 10 anos desde que a casa começou a ser construída e toda vez que atravesso o portão e vejo a fachada parece que o tempo não passou. Tirando a ausência da Inha e o meu irmão que casou e foi morar em um apartamento com a esposa,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>É doloroso, mas, se o amor ainda pulsa, é necessário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2017 17:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[brigas]]></category>
		<category><![CDATA[costumes]]></category>
		<category><![CDATA[desentendimentos]]></category>
		<category><![CDATA[discordâncias]]></category>
		<category><![CDATA[namoro]]></category>
		<category><![CDATA[problemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não dá para deixar tudo assim, de qualquer jeito na superfície, quando a raiz do que nos cerca hoje está no nível mais <strong>profundo de nós mesmos.</strong></p>
<p>Os velhos costumes criam uma cama confortável, cheia de almofadas e cobertores quentes num frio de inverno &#8211; daqueles em que as temperaturas caem em graus recordes e acabam virando notícia na tevê. Algumas duplas acabam ficando deitadas ali mesmo, no quentinho, por conta de toda a comodidade que isso traz.</p>
<p>Não se abre a janela para deixar entrar o novo, o sol e o vento, porque&#8230; <em>ah,</em> há o vento gélido, afinal. Não estávamos falando de um tempo frio? Encarar a ventania nestas condições não dá. Também não se deixa os raios solares invadirem o quarto, porque a baixa luminosidade criou um costume em seus olhos.</p>
<p>Se algum assunto diferente surge e vê-se que pode causar divergências, logo dá-se um jeito de fazê-lo cair pelo vão da cama. Como uma meia com seus elásticos gastos que acaba escapando do pé e indo morar esquecida na parte mais escura do quarto: aquela que quase nunca se vê.</p>
<p>Mas, bem, existem<strong> os dias de faxina.</strong> Eles têm de existir. Neste caso específico, são raros, mas existem. E, quando chegam, eis o momento inevitável. <strong>Agora a água é mar </strong>e os dois sentem que irão afogar-se em ondas revoltas que não cansam de fluir.</p>
<p>Mas é necessário e ambos sabem disso. Sentam-se e deixam<strong> a água salgada</strong> invadir. Lágrimas, sabe? Elas rolam muito nessas horas também. Neste tempo, todas as coisas parecem sofrer de<strong> deficiência de açúcar.</strong></p>
<p>É só por um tempo. Até eles se entenderem. É doloroso, mas, se o amor ainda pulsa,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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		<title>Amores que vêm cedo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Auana Sonsin]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Sep 2017 17:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[cronicas]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[cedo]]></category>
		<category><![CDATA[encontros]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[paixão]]></category>
		<category><![CDATA[vida a dois]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ela não tinha nenhuma dúvida a respeito dos <strong>sentimentos</strong> dos quais nutria.</p>
<p>Toda as definições de amor que lera, vira ou encontrara em seu caminho até então batiam perfeitamente com o que emanava de seu peito. Sentia como se, dentro dela, houvesse um bosque mágico que sempre existira, mas que exibia um arco-íris recente, causado por aquela presença especial.</p>
<p>Quando ele chegou, <strong>coloriu seu coração com sete cores.</strong></p>
<p>Sorrisos não faltavam. A felicidade era constante numa relação que só agregava, deixando a vida mais bonita de viver. Ao lado daquela companhia, cada detalhe tinha mais gosto e sabor. Tempero de amor, diziam. Ela provara e não queria saber de continuar sem.</p>
<p>Só que ela era nova.</p>
<p>Sim, teve a sorte de trombar com sua alma gêmea um tantinho cedo e, por isso mesmo, não perderam tempo. E então, quando diziam <em>&#8220;ah, você ainda tem muito a viver!&#8221;</em>, ela apenas respondia que já estava vivendo, mesmo que fosse acompanhada. Seus sentimentos eram verdadeiros. Sua relação era palpável. <strong>O amor era real.</strong></p>
<p>Os dias, então, foram passando, e o céu começou a ficar cinza, como quem anuncia que uma grande chuva virá. As coisas entre eles não estremeceram, longe disso, mas foram surgindo alguns questionamentos &#8211; que ela jamais teve antes. Nenhum deles colocava em cheque aquilo que tinham, que era realmente autêntico &#8211; mas falavam de tudo o que <strong>ela não tinha.</strong></p>
<p>Porque ela ainda não havia partido para uma aventura sozinha, para se encontrar em outras coisas, outros motivos, outros seres. Ela não havia passado por nenhuma adversidade desacompanhada para decidir qual fio cortar, o vermelho ou o azul, ou desbravado o mundo sem olhar para a tela do celular certa de que haveria alguma mensagem a responder.</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
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