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	<title>Karine Rosa – autora Depois Dos Quinze</title>
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	<description>Blog de fotografia, comportamento, viagens e estilo de vida</description>
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		<title>Desculpa o auê</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karine Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2015 18:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[desabafo]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Talvez eu devesse ter pulado fora ainda no começo. Sempre tem aquele instante, aqueles poucos segundos antes da gente se jogar do precipício, em que a gente quase dá meia volta e desiste do pulo. Eu devia ter desistido por você. Ouviu bem? Eu devia ter te poupado da bagunça que eu trazia. A vida desarrumada que eu ainda trago.</p>
<p>A gente não devia pedir desculpa pelo amor, mas acho justo pedir desculpa pelo o que a gente faz com o amor. Desculpa ter feito pouco caso do amor que você sentia. Desculpa por ter achado que você mentia – do começo ao fim.</p>
<p>Não foi você. Entende isso? Foi culpa dos que passaram. Das feridas abertas sem dó, das cicatrizes, das quedas, das decepções. Foi culpa do meu passado meio torto, das ruas em que me meti, das vezes em que dei de cara com o chão.</p>
<p>Mas não foi culpa sua.</p>
<p>Fui eu e as minhas imperfeições. Fui eu e meus medos. Fui eu e as minhas memórias, e as mentiras que me contaram, e as histórias mal acabadas que eu acumulei, e os pontos finais que eu esqueci de colocar. Fui eu e essa minha mania besta de achar que, no fundo, cês são sempre todos iguais. E vocês não são. Ao menos, você não era.</p>
<p>Foi culpa minha te perder.<br />
Culpa desse meu medo do amor e desse medo de amar – e me deixar ser amada.</p>
<p>Fui eu.</p>
<p>Desculpa não ter pulado fora enquanto era tempo. Desculpa ter feito contigo o mesmo que fizeram comigo. Desculpa por ter sido eu a que quebra, a que fere, a que mente, a que não sabe amar. Desculpa o meu passado,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>Do seu lado do mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karine Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2015 15:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[casal]]></category>
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		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Do seu lado do mundo, dá pra ter noção de saudade? Ou já passou tempo demais pra você lembrar de mais uma daquelas histórias curtas que você quase nunca dá muita atenção? É que eu, apesar de toda a fachada de pode-vir-que-eu-aguento, desabo um pouco toda vez em que me lembro de você. Sabia?</p>
<p>Do seu lado do mundo, você sente medo de não me esquecer? É que eu, olha só, tenho medo de, toda vez em que alguém falar de amor, acabar me lembrando de você. E dá um frio na espinha só em pensar na possibilidade de você ser sempre o cara que eu vou imaginar quando me sentir sozinha, ou cansada, ou precisando de um abraço. E se eu arranjar quem me ame mais e melhor, quem me abrace mais e melhor, e, ainda assim, continuar querendo você?</p>
<p>Do seu lado do mundo, você conseguiu recolher os pedaços de nós dois? Aqui, reconstruir o que você quebrou tem sido uma tarefa árdua. Eu parei de chorar. Mas bebi horrores. Talvez meu fígado mostre o estrago que você causou lá na frente. Já no coração, o seu efeito foi imediato. De vez em quando, ele bate meio devagar, quase falhando, cansado de ser maltratado pelas suas lembranças.</p>
<p>Aliás, do seu lado do mundo, as nossas memórias também te infernizam? Você lembra de mim no meio de algum filme qualquer durante a semana? Escuta o som da minha risada no meio da rua e me procura em rostos diferentes do meu? Ou lembra de tudo no meio da noite, naquele momento em que você sempre passava a mão pela cama procurando por mim?</p>
<p>Do seu lado do mundo, você também queria voltar um pouco no tempo? Ou passou, acabou,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>O importante é semear o bem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karine Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jan 2015 16:58:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[bem]]></category>
		<category><![CDATA[conselho]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Imagine abrir os comentários de qualquer site da internet e não encontrar apenas críticas puramente destrutivas – daquelas que você se questiona por que alguém perdeu tempo escrevendo aquilo. Imagine um lugar legal em que ninguém perde tempo atacando o corpo da pessoa, diminuindo a maneira de viver do amiguinho, menosprezando o sucesso que o vizinho alcançou. Imagine (é preciso de criatividade para isso, é verdade) um mundo em que ninguém gasta energia desejando o mal para o outro porque tá todo mundo ocupado demais correndo atrás dos próprios sonhos. Consegue?</p>
<p>Na internet, a gente vê muito disso: a galera que gosta mais de atacar do que buscar aquilo que almeja. Eu sempre fico me perguntando: mas não há tantas portas, possibilidades, sonhos, caminhos, oportunidades, chances? Não é mais simples arregaçar as mangas e ir atrás daquela viagem, daquele emprego, daquele prêmio? Do sucesso que o amiguinho conseguiu conquistar e você queria muito? Afinal, parado olhando o mundo (e odiando tudo e todos) é que não se chega a lugar algum, não é?</p>
<p>Eu sempre acreditei em carma. Não que coisas ruins não aconteçam para pessoas boas – acontecem. Mas tenho para mim que, se você emite coisas ruins, a probabilidade de atrair o mesmo para si é muito maior. É a tal lei da ação e reação. Ou então, para aqueles que não acreditam nisso, pelo menos vão concordar comigo que o tempo gasto atacando alguém é um tempo que podia ser usado para si próprio, correto?</p>
<p>Acho que o grande problema é que a gente perdeu um pouco a capacidade de se colocar no lugar do outro. Perguntar-se &#8220;eu gostaria de ser tratado assim?&#8221; evitaria muita coisa. Porque, por mais que a gente goste de falar que não liga para o que o outro pensa ou fala,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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		<title>A última mala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karine Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Jan 2015 16:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[crônica]]></category>
		<category><![CDATA[sentimento]]></category>
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					<description><![CDATA[</p>
<p>Fechei a última mala. Tentei pegar todas as coisas, sem deixar nada esquecido nos cantos, porque acho mesmo que, quando a gente sai da vida de alguém, devia tentar não deixar bagunça. É claro que meu cheiro vai continuar nos lençóis por um tempo e talvez você veja meu rosto desbotado nas paredes, mas uma hora passa. Uma hora a vida se encarrega de me empurrar pra longe das suas memórias, bola pra frente, esquece essa daí.</p>
<p>Olhando pra trás, pra tudo o que a gente foi, chego à conclusão de que o que a gente teve foi bacana pra caramba. É difícil isto acontecer, não é? Olhar pra um relacionamento antigo e só conseguir pensar em coisas boas. Por que acabou então?, as pessoas vivem perguntando. Como se sentimentos viessem mesmo com bula de remédio, passo a passo, manual de instruções. Se eu soubesse por que deixei de te amar, tinha alterado as coisas pra continuar te amando pra sempre.</p>
<p>É confuso pular fora da tua vida quando uma parte de mim ainda te queria pra mim. Mas sabe o quê? Eu não tenho o direito de fazer isto com você: arrancar o que você tem de bom sem te dar nem metade em troca. Continuar com você me tornaria uma pessoa um pouco sanguessuga. E acho que a gente sabe que eu nunca quis ser assim.</p>
<p>Acabou. Talvez eu nunca entenda direito o porquê, talvez você nunca aceite minhas desculpas baratas. Em todo este tempo, acho que descobri que relacionamentos são sempre complicados. E que nunca é fácil, e que a gente nunca sabe direito o que fazer. Com algumas pessoas dá certo. Com a gente, não.</p>
<p>Eu não queria ser clichê, mas a vida, de vez em quando,</p>
<p>Este é um post original Depois Dos Quinze.<br />
Veja mais em: http://depoisdosquinze.com :)</p>
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