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O que o tempo faz com a gente

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Por algum motivo desconhecido fui parar nos primeiros posts publicados aqui no blog. Mais de cinco anos se passaram desde o dia que resolvi desabafar pro mundo o que apertava meu peito e não me deixava dormir. Eu ainda lembro os motivos, geralmente tenho que falar sobre isso quando me perguntam como tudo começou, mas é estranho imaginar que um dia fui aquela garota. Somos Brunas completamente diferentes agora.

A melhor – e também pior – parte de escrever é que você nunca se livra completamente de um sentimento ou pensamento. Eles ficam eternizados ali, esperando alguém que tá passando por aquilo ler e se identificar. Isso é legal. Esperando você voltar só pra jogar na sua cara o quanto aquela era uma versão easy dos verdadeiros problemas que surgiriam na próxima esquina.

Sei que os dramas da adolescência vão se dissolvendo aos pouquinhos nos compromissos e obrigações da vida adulta, nas experiências e desilusões, mas é sempre um choque voltar lá no começo e lembrar que um dia a gente viu a vida daquele jeito e jurava, de pé junto, que sabia das coisas. Que amava de verdade. Que tinha todas as respostas. Um plano infalível pra realizar todos os nossos sonhos. Pfffff.

Não vou mentir. Dessa ingenuidade eu realmente sinto falta. As coisas são mais simples quando você não tem a menor ideia do que tá fazendo. Sem lembranças ruins a gente não tem o que temer, né? As músicas são só músicas. As ruas são só ruas. A hora de dormir é a hora de dormir e pronto.

Às vezes penso que eu costumava ser mais corajosa e impulsiva. Outras horas percebo que aprendi a me preservar mais. Drama dá audiência, mas eu já não quero fazer tanto barulho. Agora é mais difícil lidar com algumas coisas porque tá tudo mais exposto. Minhas prioridades mudaram. O sentimento, matéria bruta de parte do meu trabalho, tá escondido num lugar onde é difícil pra caramba de alcançar. Sei que em algum momento eu mesma o coloquei lá, então tento não colocar a culpa em ninguém. Todo mundo tem um esconderijo. Ele só vai ficando mais cabalístico com o tempo. A sorte é que algumas pessoas não desistem nunca de nos ajudar a chegar lá. Nunca estamos completamente sós. Ainda bem!

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Minha história com o Skype

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Morar longe da família não é fácil. Esse mês completo dois anos em São Paulo e sinceramente acho que não teria conseguido me adaptar na cidade grande sem a ajuda do Skype. Meus pais  (e a minha cadelinha Zooey também, né?) participam da minha rotina através dos vídeos e da troca de mensagens feita pelo aplicativo deles no celular.

Gosto muito porque em viagens internacionais também consigo fazer ligações pra casa e tranquilizar todo mundo. Lembro como se fosse ontem da primeira vez que viajei pra fora do país (eu ainda morava em Leopoldina) e dá primeira chamada de vídeo feita a distância. Minha mãe ficou emocionada ao me ver lá em Paris e minha vó achou coisa de outro mundo a conversa acontecer em tempo real mesmo eu estando tão longe. Também uso o skype pra falar com amigas e fazer reuniões de trabalho. É fácil, prático e todo mundo tem conta lá.

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Vocês sabiam que dá pra ter acesso ao Skype com o mesmo login e senha do antigo MSN Messenger? A melhor parte é que todos os seus contatos são transferidos pra lá e com o aplicativo, dá pra conversar pelo celular, tablet ou computador sem gastar nada. Ficou afim de criar uma conta também? É só acessar o site skype.com.br.

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Uma homenagem aos vilões da Disney

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Nas histórias infantis, há sempre um vilão. Nos filmes da Disney, então, nem se fala. Os malvados se destacam e você sabe quem são logo de cara. Jafar, Úrsula, Capitão Gancho, Rainha Má, Hades, Scar, Malévola, Madrasta… Quando criança, ficava com medo só de ouvir a canção do vilão, mas, lá no fundo, alguma coisa me fascinava. Algo brilhava meus olhinhos cada vez que um deles aparecia na tela da TV. E, pensando bem, depois de alguns anos, talvez tenha descoberto o porquê.

Os vilões possuem uma complexidade como nenhum outro personagem no enredo. Eles têm uma personalidade bem marcante que definitivamente se destaca no filme. Li em algum lugar que, quando você consegue enxergar um personagem em qualquer situação, fora da sua história original, então é porque ele foi bem construído. Quem de nós não consegue perceber claramente a personalidade de uma Cruela ou de um Capitão Gancho? E é isso que eu quero dizer: em filmes da Disney, esses caras são sempre incrivelmente conduzidos.

Claro que eles, na maioria das vezes, não atuam com as melhores das intenções, mas pelo menos têm certeza do que querem e não sossegam até conseguir. Enquanto algumas as mocinhas (e mocinhos) conversam com os animais, sentam em florestas e esperam seu sonho se realizar num passe de mágica, os malvados estão em suas cavernas e porões maquinando e realizando seu sucesso. Para quê fadas madrinhas se você mesmo tem a magia nas suas mãos?

Posso dizer que essa foi uma das lições que os vilões me ensinaram: para correr atrás do seus sonhos, é preciso só começar. Esquecer o medo e o receio de que “não sei se sou capaz”. Sim, é capaz. Se você será derrotado por um gênio de lâmpada mágica, bom, aí é outra história. Pelo menos você tentou!

Nos filmes da Disney, o mal é sempre mais inteligente. Tá, não podemos contar com Gaston ou outro vilão trapalhão e garanhão. Mas pensem no trabalho que os outros tiveram e em como foram engenhosos e geniais na execução. Eles dão vida e energia para os filmes e, muitas vezes, é o lado negro da força que nos faz rir. E muito! Principalmente os capangas dos gênios do mal. O que dizer de Agonia e Pânico (Hércules), das hienas (O Rei Leão) e do cãozinho Percy (Pocahontas)? Lembra deles? Aposto que você chorou de tanto rir com alguma resposta malcriada do papagaio Iago também.

Não, não estou envergonhada ao dizer que adoro a complexidade dos vilões. Eles são interessantes personagens mesmo e não dá para negar. Além disso, eles me ensinaram. Planeje. Dê o seu melhor. Mire o topo. Não se contente com pouco. Não leve desaforo para casa. Arranje um animal de estimação tão maléfico quanto você. Dance como se ninguém estivesse olhando. Cores escuras valorizam a silhueta. Capas dão dramaticidade ao look. Decorar o quarto com caveiras dá profundidade ao ambiente. E, claro, tenha sempre um caldeirão à disposição. Isso é indispensável.

Obrigada por isso, Disney. Mal posso esperar para conhecer os próximos vilões cativantes que você irá inventar.

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7 sinais de que o seu namoro está no caminho certo

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Estar com a pessoa certa vai muito além de “ele curte as mesmas bandas que eu”. Há características que são bastante relevantes para o relacionamento fluir bem e é delas que vou falar agora. Claro que não existem fórmulas mágicas ou táticas infalíveis, afinal, estamos falando de relacionamentos, né.

Os 7 sinais que escrevi aqui foram baseados não só em experiência própria como também nos conselhos valiosos que recebi ao longo da minha vida. Espero que possam servir de inspiração para vocês.

1. O respeito é via de mão dupla

Vocês sabem que cada um precisa ter seu espaço e cada um possui seus limites. Afinal, são duas vidas bem diferentes que estão convivendo entre si. Vocês respeitam a opinião do outro, além de suas crenças e paixões. Não é porque você está em um relacionamento que o seu namorado precisa concordar com tudo o que você diz ou gostar das mesmas coisas que você.

2. Vocês confiam um no outro

Você nunca fuçou o Facebook dele e não se importa quando ele sai com os amigos? Isso se chama confiança. Ter confiança é um grande passo para que o relacionamento seja tranquilo e leve, sem tantas cobranças e brigas. Na minha opinião, ciúme não é bom – mesmo que seja só um pouquinho, porque nos faz imaginar coisas que nunca existiram de verdade.

3. Minha avó já dizia: admiração

Eu tenho uma avó que sempre me fala: “para dar certo, é preciso admiração”. Para ela, quando a admiração acaba, o relacionamento também está prestes a acabar. Se pararmos para pensar, até que tem uma certa lógica. Admirar atitudes ou o jeito de ser é uma forma de mostrar que não há competição.

4. Falando em competição…

Competição num relacionamento pode ser bem perigoso. A ideia de que a outra pessoa é um “rival” não faz bem, vai por mim. Vocês dois estão jogando no mesmo time, lembra? Comemorar o sucesso do outro faz parte de um relacionamento saudável. Se as vitórias da outra pessoa parecem ser as suas próprias, vocês estão no caminho certo.

5. Ninguém fica remoendo passado

O que passou, passou. Como minha mãe sempre diz, “é para frente que se olha”, e ela está certíssima. O que vocês dois passaram em antigos namoros ou na vida de solteiro não tem nada a ver com o relacionamento de agora.

6. Existe humildade entre vocês

Quando falo de humildade, não é para se rebaixar ao outro. Isso se chama submissão. Humildade é reconhecer que você disse ou fez algo errado e ter a coragem de admitir. Chegar e pedir desculpas não é um bicho de sete cabeças. Todo mundo erra e esse é um ato necessário para a boa convivência do casal. Vocês ainda estão aprendendo um sobre o outro.

7. Conseguem ver o lado positivo das discussões

Sim, todo casal briga. O que depende é a quantidade de vezes e a intensidade – e ainda, se a discussão fez os dois aprenderem. Brigas bobas, sem motivo e bastante frequentes podem ser um sinal ruim. Mas se vocês discutem e cada vez aprendem mais sobre o outro, talvez seja um bom sinal. Isso mostra que vocês estão empenhados em fazer o namoro dar certo.

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