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Aniversário, gravação e novo livro

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Vocês devem ter reparado que as coisas estão mudando aos pouquinhos por aqui, né? E, adianto, esse é só o começo. Preparei muitas surpresas para o segundo semestre de 2014. Enquanto não me deixam contar tudo, vim compartilhar um pouquinho do que tem acontecido na minha vida. 

Passei meu aniversário em Brotas com a Taci e um grupo de amigos. Foi um final de semana inesquecível, de todas as maneiras possíveis. Pratiquei arvorismo, tirolesa, slackline, rafting e pra fechar a aventura com chave de ouro andei a cavalo. Por mais que eu goste de viver na capital, dos shoppings e das festas, em ocasiões como essa volta a certeza de que sou mesmo uma garota do interior.

A sessão de autógrafos em Belo Horizonte foi incrível. A editora preparou uma mesa cheia de guloseimas e eu ganhei até um bolinho de kit kat. Queria ter ficado mais tempo na cidade, pra ver a parte da minha família que mora lá, sair com os amigos e experimentar mais da melhor culinária do Brasil (risos), mas foi bate e volta. Deixei por lá a promessa de que da próxima vez será pra passear e não só trabalhar.

Gravei novos vídeos de customização pro canal no youtube da Capricho. Eles devem ir ao ar nos próximos meses, mas já adianto que vocês vão adorar nossas sugestões. Pra assistir é só ficar de olho no canal da revista ou lá no meu instagram. As outras meninas do grupo também gravam vídeos sobre temas variados, sabia?

Encontrei alguns colegas no Curitiba Social Media. A galera que trabalha com internet, em blogs ou vlogs, se fala via redes sociais o tempo todo, mas são em eventos assim que todo mundo se conhece de verdade ou mata a saudade. Foi uma honra participar de um painel sobre literatura com Affonso SolanoEduardo Spohr.

Ainda falta um tempinho pra Bienal do livro em São Paulo, mas já me enviaram as datas e os horários em que participarei do evento. Como tem muita gente que vai de excursão e  precisa se programar antes, resolvi divulgar aqui no blog de uma vez: 24 de agosto – 17h e 31 de agosto – 11h. Também vai rolar um bate papo com outras autoras brasileiras. Assim que tiver mais detalhes faço um post pra compartilhar e convidar todo mundo oficialmente.

É isso! Pra acompanhar tudo em tempo real é só me seguir lá no instagram @depoisdosquinze.

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Então vem

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Respira fundo e vem. Eu te dou a mão e a gente se aventura por essas ruas meio tortas e esburacadas do caminho pela frente. Não tem problema, eu também não sei. E quem é que sabe? Quem é que tá aqui sabendo tudo? Quem é que faz escolhas sem medo? Quem é que sabe aonde vai parar? Só sei que quero parar em qualquer lugar, mas com você. A gente respira fundo e vai. Com o medo, com a insegurança, com os ciúmes, com os problemas, as contas não pagas. A vida não é esta aventura toda? Vem que eu quero me aventurar com você. E ver seu sorriso, ouvir seu riso, sentir seu abraço na hora daquela vitória.

De todas as pessoas do mundo que já encontrei por aí, cê foi aquela. Sabe? Aquela pessoa que a gente sabe que vai chegar, abrir a porta e fazer toda a diferença. Pra que te deixar sair, então? Eu quero mais é que você fique. Que conquiste um espaço cada vez maior na minha casa, na minha vida e no meu coração.

Não tem problema, a gente aprende junto. A gente respira fundo, conta até 10, fica afastado, depois volta como se nada tivesse acontecido. A gente briga, grita, faz o que tiver que fazer. Mas fica. E insiste. E não desiste. Que desistir de você é daquelas coisas que eu não faço.

Vem. Mas vem com tudo. Vem inteiro. Com as memórias, as cicatrizes, as qualidades e os defeitos. E a gente vai – sabe-se lá pra onde, mas vai. Que o importante, o importante mesmo, é ter amor pra ir. Em frente.

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Os tempos são difíceis para os sonhadores

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No filme O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, a personagem Eva, interpretada por Claude Perron, solta a frase “os tempos são difíceis para os sonhadores”. Talvez essa seja uma das cenas mais impactantes no filme todo para mim. E nem preciso perguntar para vocês se já perceberam isso. Todos nós fazemos parte de um grande grupo de sonhadores.

A realidade pode ser cruel. O mundo requer de nós um amadurecimento rápido e rasteiro, não dando tempo para aqueles que possuem um ritmo um pouco mais lento. Muitos sonhos são destroçados no meio desse caminho e a vida não está nem aí. Por isso, até entendo aqueles que desistiram de buscar seus sonhos e colocaram seu mundo no automático. Dói menos.

Olhamos à nossa volta e vemos um cotidiano que não para, que não tem tempo para os sonhadores. Multidões que andam de passo acelerado sem sequer perceber como o céu hoje está bonito, como o dia de hoje é bom para se viver. É casa, trabalho, casa. Não é à toa que tanta gente só consegue sentir um toque de felicidade quando chega sexta-feira – nos outros dias, se esforçam muito apenas para ter forças e levantar da cama.

Nós, sonhadores, somos soldados. Fazemos um curativo novo a cada “não vai dar certo” que escutamos. Tomamos decepções no café da manhã. Pessoas que subestimam os nossos sonhos só são mais algumas nesse grande campo de batalha que se tornou a vida. E, sim, teremos paciência, porque elas são apenas antigos soldados que desistiram da guerra.

Não temos sonhos caros. Não precisamos de um castelo no interior da França (ou precisamos, vai saber). Queremos todos apenas ter a liberdade de seguir o caminho que desejamos seguir e, se precisar, arcar com as consequências dessa escolha. É, os tempos são mesmo difíceis para os sonhadores. Principalmente para aqueles que decidiram encarar a cruel realidade. Assim como Amélie Poulain, sabemos que não é fácil, mas é pior ainda ter que conviver com uma vida sem sonhos.

 

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5 maneiras de superar a solidão

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Mais difícil do que manter um namoro ou uma amizade é estar em paz consigo mesmo. Muitas vezes, conhecemos bem nossos amigos e pouco saberíamos a nossa reação em uma determinada situação. A solidão não é de todo ruim. Ninguém aqui está falando para você morrer sozinho, com 15 gatos a tiracolo.

O fato é: ter conhecimento sobre si mesmo te ajuda até na relação com outras pessoas. Amar a si mesmo é o primeiro passo para amar outro alguém. Claro que não é fórmula mágica, é uma construção. Algumas dicas podem ser úteis para você começar a trabalhá-las no dia a dia.

1. Não baseie o seu valor pela opinião dos outros

Claro que em alguns momentos gostamos de ouvir o que as outras pessoas têm a dizer, principalmente se vem de quem amamos. Começamos a basear nosso valor na atenção e nas opiniões que essas pessoas nos dão – e isso não é saudável. Não deixe que os outros definam quem você é.

2. Não espere que outras pessoas te façam feliz

Ninguém irá te amar tanto quanto você pode amar a si mesmo. Muitos de nós crescemos com filmes que nos prometem a pessoa certa, que irá nos completar. Pode parecer radical, mas… e se essa pessoa for você mesmo? E se você começasse a se tratar como seu verdadeiro amor? O amor-próprio precisa estar acima do medo de estar sozinho.

3. Saiba que namoros não vão resolver seus problemas

Não caia de cabeça em uma relação porque está sozinho. Namorar com a pessoa errada ainda fará você se sentir só, mesmo que esteja com alguém (literalmente) do seu lado. Ao invés de agarrar alguém para sumir com a sua solidão, aprenda a viver com isso. Apaixone-se quando estiver preparado – e não se sentindo sozinho.

4. Aprenda a se amar e se valorizar

Acredite: você merece ser feliz e merece coisas maiores na vida. Aproveite o tempo para conhecer a si mesmo. Você não precisa ser igual aos outros. Seja corajoso o suficiente para ser diferente. A única pessoa que pode te fazer feliz de verdade é você mesmo.

5. Não gaste muito tempo pensando nos seus erros

O perdão não é algo que fazemos para os outros. Fazemos para nós mesmos, para nos sentirmos bem e seguirmos em frente. Todo mundo erra. Perdoe-se pelas escolhas precipitadas que você fez no passado. Elas não definem quem você é agora, elas definem quem você foi e, ainda bem, as pessoas evoluem.

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