1ª Guerra de Bexiga D’Água Yogoberry!
09/02/2012

Sempre que vejo filme estilo sessão da tarde com tema adolescente fico morrendo de vontade de entrar na televisão e fazer parte da história. Nesses tais filmes, os personagens aparecem sempre se divertindo pra caramba. Rolam aquelas gincanas/competições de equipe e muita bagunça, é claro.

Quando eu era mais nova, geralmente passava as férias assistindo TV ou no computador, então, participar dessas típicas colônias de férias – bastante comuns em filmes americanoscheias de aventuras e brincadeiras é meio que um desejo oculto que carrego desde a infância.

Bom, vocês devem estar se perguntando o motivo de eu estar contando tudo isso né? Explico: Foi impossível não lembrar dessa minha vontade de aventura e competição quando vi que a YogoBerry está promovendo a 1ª Guerra de Bexiga D’Água.

O evento vai acontecer no dia 11 de fevereiro São Paulo, no Playball Pompéia. Uma área enorme que, além de garantir o espaço para a batalha, ainda dá toda a segurança e estruturanecessária para os soldados. Isso tudo sob a liderança de dois generais de altíssima categoria: George Marcedo o “Gordo Nerd”, general da equipe branca; e Lucas Thomé – “OVerso do Inverso”, general da equipe verde.

Olha só o vídeo que legal:

Para saber mais informações, basta acessar e curtir a página da marca. :-)

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ENTRE AMIGAS: Minha amiga ama competir!
28/12/2011

Sabrina, 17 anos, Belo Horizonte – MG

O meu problema é em relação a amizade. Tenho uma amiga muito bonita, porem essa minha amiga não vale 1 real. Ela é muito pobre e o sonho dela é ser podre de rica e pra isso até conseguiu um idiota que a banque. Na sala, ela só fica falando da roupa nova que ganhou, do que vai ganhar e coisas do tipo, que resumindo, são futeis. Gostava muito dela quando ela era uma pessoa honesta, quer dizer, honesta nunca, mas que ainda não tinha se “revelado” e não era uma cobra. O problema é que mesmo sabendo que ela não é e não tem nada, eu fico me sentindo menos que ela. Ficamos o tempo todo competindo, uma querendo ser mais que a outra. Ela gosta de humilhar e querer estar na frente das pessoas da nossa sala que são pobres, ela é horrível sabe? Sempre pisa no namorado dela, porem, quando quer algo, trata como se fosse um rei. Gostaria de saber, o que eu faço pra não me sentir menos que ela? O que eu faço pra colocar na minha cabeça que não preciso competir? Isso é muito complicado. O problema tambem é que sempre quando quero/compro algo, ela compra tambem. Como disse, sei que ela não é nada e que não tem nada, ela mora em um barraco e o pior, é vazia por dentro, uma cobra. Mas é inevitável pra mim me sentir menos que ela, me sentir um lixo e pra mudar isso: começo a competir.

Olá, Sabrina!

Competitividade e problemas com amigas na adolescência são mais do que naturais. Nessa época, os hormônios agem com muita intensidade e provocam uma série de descontroles emocionais e raivosos, que nós mulheres adoramos rotular como “drama”. E não pensamos duas vezes antes de falar que a outra faz drama, que a fulana é uma biscate, que a beltrana é assim e assada. Por isso, nos munimos ao máximo de observações que fazemos para depois montarmos, dentro das nossas cabeças, uma tabela de atitudes desprezíveis de outrem e depois, dar uma “fofocadinha” e falar mal dessa pessoa.

Espera, eu disse adolescência? Corrigindo: durante todo o período das nossas vidas, competitividade e problemas com amigas(os) são naturais. Naturais até o limite do saudável. Quando o problema começa a se tornar obsessão, perseguição e até distúrbios mais graves que estes, é necessárias ajuda médica e psicológica. Claro que esse não é o seu problema, pois você, além de vir por espontânea vontade buscar ajuda, ainda quer ser ajudada para não sentir mais o que você está sentindo em relação a essa amiga.

O que eu achei mais bonito em você de ter nos contado seu problema é que, aparentemente, você fez exatamente o contrário do que ela faz. Ao invés de você esbravejar aos quatro ventos o que você sente sobre como essa amiga age, você prendeu todo esse sentimento ruim na sua cabeça e nos contou em segredo, procurando uma ajuda de uma pessoa que está observando de fora, e nem estuda na sua sala junto com vocês. Já o que essa sua amiga aparenta fazer, é mostrar pra Deus e o mundo o quanto ela é linda, esperta, maravilhosa, gostosa, amada e cheia das coisas que as outras que a ouvem nunca poderão ter, porque elas simplesmente não são tão bonitas quanto ela. O que ela deve considerar o ápice da própria existência, não é?

Mas espera: você não disse que ela é pobre e não tem nenhuma base para dizer essas coisas, além do namorado que a banca? Eis a questão: o mais legal disso é que, como qualquer pessoa que não tem dinheiro, mas sonha em ser rica, ela adora viver de aparência. Essa garota, por ser desse tipo, realmente não tem nada por dentro, inclusive no cérebro. Mas antes de sairmos atacando todo mundo por conta do que essa pessoa faz quando tem muita gente olhando, é bom tentarmos entender os motivos dela, o que já nos torna melhores pessoas instantaneamente.

Em determinada época da minha vida escolar, havia um menino na minha sala que se encaixava no perfil “engraçadinho da sala”. E como qualquer engraçadinho da sala em início de ano, ele era extremamente chato e inconveniente pra “nerd quietinha” que eu sempre fui. Esse menino me incomodava tanto, mas tanto, que eu cheguei a falar com todo mundo da sala, menos com ele, o quanto eu o odiava. E, adivinha? Depois de um tempo, quebrei a cara. Ele veio, em pessoa, conversar como quem não quer nada comigo, me contou sobre a vida dura dele, que passava dificuldade, que tinha perdido a mãe muito cedo. Conclusão? Eu me senti horrível e ele se mostrou mil vezes melhor pessoa do que eu. Depois disso, nos tornamos grandes amigos confidentes e eu entendi perfeitamente porque ele era daquele jeito. Até comecei a rir das piadas dele que, agora com mais senso de humor, eu conseguia achar engraçadas.

Contei isso para ilustrar exatamente o que essa sua amiga faz: esse jeito “popular de ser” dela é a máscara que ela veste na escola pra não mostrar que, por dentro, ela é vazia, triste, insegura, e, principalmente, tem um medo extremo de ser rejeitada; exatamente como esse meu colega fazia. Por isso, ela tenta de todas as formas, sempre no tema de riqueza material, ser mais, mostrar mais, aparentar mais, para não dar motivo nenhum pras pessoas não gostarem dela. Mas isso gera exatamente o que esse tipo de pessoa não quer, por estas serem atitudes extremamente forçadas e mecânicas.

Já parou pra pensar no quanto você é mais madura, mais realizada, mais esperta, mais segura, mais bem resolvida do que ela? Essa garota tem sérios problemas, provavelmente de natureza introspectiva, que precisam ser resolvidos. Já você não tem problema algum, só um sentimento competitivo temporário, que é extremamente natural quando estamos imersas nesse tipo de situação. Essas atitudes “mean girl” são resultados de uma série de problemas na infância, em casa e com os amigos. E pior: não levam a lugar nenhum.

Agora, observe bem. Por mais que você esteja desprezando consideravelmente essa menina ultimamente, você se referiu ao problema como de “amizade”. Ou seja, apesar de tudo, você ainda a considera amiga. Por que você não conversa com ela, diz o que pensa sobre as atitudes dela? Acredito que vocês tenham intimidade pra esse tipo de conversa mais pesada psicologicamente. Tente ajudá-la, porque posso dizer com certeza que quem está com problemas aqui é ela, não você. E não é porque ela mora num barraco ou é pobre, e sim porque ela é completamente frívola, fútil, vazia, oca. E, com isso, é só ela quem está perdendo uma época magnífica da vida e uma amiga incrível ao lado.

PS: Continuem mandando suas dúvidas/rolos pra [email protected] sem medo! Saiba sempre que estamos Entre Amigas! ;)

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Amiga ou inimiga?
11/05/2011

Você conhece o termo Frenemy? Ele é muito utilizado lá fora para definir uma relação de amizade em que uma das partes não é tão amiga assim. Sabe aquela sua amiga de anos que sempre diz que te ama e que fica muito feliz de fazer parte da sua vida, mas sempre, sempre é a portadora de noticias ruins ou responsável por proporcionar momentos constrangedores em que você é a protagonista?

Aquela sua amiga que no meio de uma galera sem motivo algum começa a contar uma piada sobre aquele dia em que você bebeu muito na balada e deu vexame? Aquela que conta para todo mundo, em tom de brincadeira claro, como você foi traída algumas vezes pelo seu namorado, mas gostava tanto dele que deixou passar?

Aquela sua amiga que sempre te interrompe contando uma noticia triste quando você está alegre?
Pois é, ela aparenta ter um jeito inocente e sempre pede desculpas dizendo que não teve a intenção. Mas fique de olho, lá no fundo ela sabia exatamente o que estava fazendo e só tinha o propósito de te deixar mal.

Percebi finalmente, depois de anos acreditando que não era por mal, que minha amiga era na verdade minha inimiga, quando fui contar toda feliz que eu havia passado no vestibular e, ao invés de me dar os parabéns, ela me disse: “Ai amiga, desculpa estragar sua felicidade, mas acabo de vir do mercado onde encontrei seu ex e a nova namorada dele fazendo compras no maior clima de romance”.

A partir deste dia guardo minhas pequenas vitórias só para mim e depois de anos fui capaz de não deixar nenhum dos comentários negativos dela fazer a minha cabeça. Mas só fiz isso porque aprendi a separar o joio do trigo e já sei quais comentários devem ser levados em consideração e quais eu devo apagar da memória.

Se você me perguntar porque existem pessoas eu assim eu diria que elas apenas existem. Pessoas que não se sentem bem com elas mesmas e, ás vezes, inconscientemente, precisam por o outro para baixo para se sentirem melhor. A vida fica muito mais fácil quando a gente identifica logo quem são essas pessoas. Se após um encontro com a sua “amiga” você sempre fica para baixo, é hora de rever se esta amizade vale mesmo à pena. Sabe aquele ditado que diz que é melhor ficar sozinho do que mal acompanhado? Pois é, isso também vale para as amizades.

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Desafio: We love shoes
28/11/2010

[ANTES DE LER ESSE POST, VOTE EM MIM NA BARRA LATERAL DO SITE DA MARCA LIA LINE E LEVE O DEPOIS DOS QUINZE PARA PARIS]

Os dias passaram voando e antes mesmo que eu pudesse perceber, já começava a segunda semana do DESAFIO WE LOVE SHOES promovido para AS BLOGUEIRAS MAIS ESTILOSAS DO BRASIL pela marca de sapatos LIA LINE.

O segundo sapato do desafio (saiba mais sobre o desafio aqui)  é o Par Mon Amour, uma sandália azul turquesa com print animal de couro de cobra.  Mais uma vez,  com salto meia pata (essa plataforminha que sustenta a parte da frente do sapato) que deixa a sandália e salto (que é grandão) mais confortável e usual. Continue lendo

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