Look: Borboletas
20/02/2013

… sempre voltam e o seu jardim sou eu. MUHAHA Brincadeira! O look de hoje, para sobreviver a essa calor que tem feito em São Paulo, é bem alegre e fresquinho. Usei para resolver algumas coisas na paulista, almoçar com uma amiga (que bateu as fotos) e me reunir com o pessoal da editora para alinhar alguns detalhes do próximo livro. Estou escrevendo com muito carinho e acho que vocês vão gostar bastante do romance. Ainda não posso contar muitos detalhes, mas a personagem principal chama Anita.

Não resisti e passei na Livraria Cultura para ver se tinha chegado o livro “Verão e a cidade”. Dessa vez, dei sorte. Aproveitei também para comprar o Becky Bloom – Delírios de Consumo na 5ª Avenida, já entrando no clima de Nova York e do intercâmbio. Tô tão ansiosa para isso. Faltam só 26 dias (!)

O anel é da Acessorize | Vestido da Farm | Bolsa da Pimkie | Wedge da Renner | Óculos Prada

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O maior pedaço!
22/03/2011

Revisando algumas propriedades básicas de divisão, me deparei com o fato de que não ficamos satisfeitos em comer o maior pedaço de certo alimento, e sim uma maior quantidade de partes dele, por mais que sejam menores. Logo, pensei: será que não fazemos isso nos precipitando com a felicidade?

O que quero colocar em questão nada mais é do que a nossa ansiedade diante de boas coisas acontecendo: sem se deixar aquietar pela vontade do tempo de fazer com que as os fatos aconteçam naturalmente, acabamos por engolir vários momentos que poderiam ter sido muito mais parecidos com o que sonhávamos.

Uma de nossas maiores fraquezas é se render a essa gula de borboletas no estômago. Gula essa, que satura nosso coração e no final,  só aumenta o peso das nossas decepções e frustrações.

Mas hoje é segunda feira, dia propício para iniciar qualquer dieta!

Este que proponho é simples: respirar fundo três vezes ao dia e perceber que nossa saúde emocional e afetiva (bem como todo o encanto de nossos sonhos, realizações e pequenas alegrias) podem durar todo o tempo que quisermos se nos contentarmos com o que os ponteiros do relógio e as outras pessoas têm para nos oferecer.

E, somente assim, dividindo em pequenas doses a melhor parte de nós, sentiremos o prazer do coração palpitando e dos olhos brilhando como quando nos é dado de presente o doce que mais gostamos.

À balança, leitores!

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Borboletas independentes!
28/12/2010

Depois de tantas idas e vindas, percebi que o romance ideal que tanto sonhamos só existe em um determinado momento dos relacionamentos. Um raro deslumbre inicial que afeta temporariamente todos os nossos sentidos, uma espécie droga química que paraliza o raciocínio e acelera os batimentos cardíacos. Parece óbvio, mas na prática, quase ninguém entende isso: Todo mundo quer saber o paradeiro das malditas borboletas.

Elas nunca se foram de verdade se quer saber, continuam trancadas dentro do peito de quem amou. O grande problema é que elas odeiam ficar paradas, isso as faz esquecer como usar as próprias asas. Elas continuam vivas, mas sem voar. Então qual é o segredo para que asas alheias ganhem vida?

Rosas, surpresas, sorrisos, atitudes, palavras, tempo, distância, presente, solidão, desculpas, viagem, amasso.

Infelizmente, algumas vezes, nós não somos capazes de cumprir essa árdua tarefa. Ai vem uma vaca qualquer, e sem esforço algum, consegue o que tanto almejamos. E agora, se estamos sozinhas, quem vai reanimar nossa própria borboleta?

A boa notícia: Nós podemos fazer isso sozinhas.

A abstinência do amor é tão dolorosa quanto a de qualquer outra droga. No espaço do vazio, a solidão se faz presente e não deixa que nada além de oxigênio entre. A verdade, é que quando se sofre muito por alguém, a sensação de domínio não desaparece com os dias ou semanas. Com o abandono, a dor deixa lembranças e feridas profundas, talvez maiores e mais devastadoras do que a felicidade e os malditos momentos alegres.

Depois de um certo tempo e um certos “tapas na cara”, acabamos inevitavelmente conquistando a maior e mais admirável qualidade femina: A independência.

A bendita, que te faz mais forte, mais bonita e desejada.  Acredite, não precisar é a melhor, mais rápida e fácil maneira de ter. Isso não vale pra tudo, mas para relacionamentos, é o grande segredo.  Quando se é independente, esquecer dói menos, amar dói menos, agir dói menos.  Aí fica mais fácil voar alto e pra longe sempre que necessário.

Uma espécie de garantia que afirma: “você vai se sair bem dessa”.
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Borboleta interior
25/08/2010

Sou uma garota quase com asas.

Minhas certezas vagam no meu passado, e o meu presente não passa de meia dúzias de mentiras e um cara que você provavelmente se apaxonaria. Eu queria ser diferente, mas quando vejo todos os outros penso que nunca conseguiria ser tão igual. Guardo um segredo que talvez você precise saber nesse exato momento: Dentro de mim existe um mundo imaginário repleto de borboletas que queimam.

Elas nascem no meu estômago, e em algum momento migram para o meu coração – quando eu percebo sempre é tarde demais. Nessa exato momento elas estão se movimentando, talvez querendo dizer alguma coisa. Nunca as entendi de verdade. As mais velhas morrem quando outras menores nascem no estômago, e é nesse ciclo vicioso que resumo minha vida sentimental dos últimos seis anos. Porque borboletas? Elas vivem tão pouco.

Não é justo o símbolo do amor ser o coração, quando o meu dói eu mal consigo parar de chorar.

No breve momento em que elas vivem no estômago é quando eu finalmente consigo descobrir o significado da palavra felicidade. Porque não assim? Eu estômago você, eu ainda estômago você.

Aproveite enquanto você ainda perde a fome por amor, corações são famintos e se alimentam de almas.

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Imagem do dia
23/06/2010

Editada por mim (via weheartit)

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