Os covers da Nicki
11/03/2013

Vamos começar a semana com uma indicação musical. Mais uma loirinha (lembram da Kim?) que faz sucesso no youtube com sua voz e versões de músicas famosas que amamos. Nicki tem 17 anos e já conseguiu mais 18 milhões de visualizações. Conheci o trabalho dela por acaso, nos vídeos relacionados de alguma outra cantora, e me apaixonei logo de cara. Compartilhei no facebook e todo mundo amou também. É óbvio que eu não deixaria de mostrar para vocês aqui no blog.

Nicki escreveu uma música para sua irmã. Eu amei (!)

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As ilustrações fofas de Asaph Luccas
11/06/2012

Nós do Depois Dos Quinze adoramos saber que nossos leitores e leitoras são talentosas. Recebemos sempre sugestões de pauta, e dessa vez quem escreveu foi o Asaph Luccas, um ilustrador de apenas 17 anos de idade que vive aqui em São Paulo. No email ele contou que está estudando design gráfico e por diversão, faz ilustrações lindas e disponibiliza na internet.

Quando vi fiquei tão apaixonada que resolvi compartilhar o link do tumblr dele com vocês. Quem ama esse tipo de arte e gosta de usar nas redes sociais vai curtir bastante também. Olhem só:

Bem fofo.

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Sweet Sixteen!
17/05/2011

Em um ano muitas coisas mudam, são nossas escolhas e as atitudes que tomamos depois dessas mudanças que fazem com que isso seja algo bom ou ruim. Nunca é fácil aceitar, principalmente quando o que está ficando para trás é uma parte dos nossos sonhos, ou dos nossos melhores momentos.  Mas, viver e amadurecer é justamente isso. Transformar momentos em histórias, e deixá-las guardadas em nossa mente e coração. Para que sempre que preciso, tiremos algo de bom de tudo que passou.

Posso dizer que meus 365 dias com dezesseis anos foram de extrema descoberta. Mundo a fora, e mundo a dentro. Viajei milhares de quilômetros para conhecer Paris, e perceber que o mundo é tão grande, mas tão grande que nem uma vida inteira parece o suficiente. Que devemos nos esforçar ao máximo, para que nossos sonhos nunca devemos deixar que um sonho se tornem rotina. Que as pessoas mesmo parecendo tão diferentes, no fundo no fundo, são todas iguais e querem quase a mesma coisa –  são caminhos diferentes, mas o final é sempre o mesmo.

Mas a minha maior descoberta foi feita aqui mesmo, nessa mesa em frente a essa mesma tela. Escrevi centenas de textos para chegar a uma parte de mim mesma, que até então, era desconhecida –  Sou apaixonada pela arte de escrever  justamente por isso: Transformo meus sentimentos em palavras, para que depois as leia, e entenda o que sinto, já senti ou quero um dia sentir.

Através dessas histórias inventadas e mal contadas, sem começo ou final, deixei os meus medos, angustias e segredos. Subentendidos, para que apenas quem realmente me sente, consiga entender. Ou vice-versa.

Talvez essa seja a minha maneira de “virar a página”. Se é assim, acabei de fazer isso de novo.  Tchau 16, você foi incrível, mas eu não vejo a hora de me aventurar nos 17.

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