A semana passou tão rápido que nem me dei conta que já é sexta-feira de novo. Aqui em São Paulo é feriado, então resolvi me adiantar e compartilhar hoje mesmo nossa tradicional trilha sonora para o final de semana. Durante os últimos dias, andei escutando diferentes estilos de músicas, então acho que dessa vez todo mundo vai curtir pelo menos uma ou duas indicações. Aliás, se vocês também quiserem comentar quais músicas estão ouvindo e amando, fiquem à vontade. Adoramos conhecer novos sons.
Dia desses assisti o filme “Honey 2” na tv. Já tinha visto para alugar em uma locadora lá de Leopoldina, mas acabei perdendo a vontade por se tratar de um filme musical com bastante dança. Deixei o preconceito de lado ao ver os movimentos da atriz Katerina Graham durante as cenas. Para falar a verdade, até fiquei com vontade de encontrar uma aula de dança no estilo aqui em São Paulo (se alguém souber, pode deixar nos comentários!). Saber dançar é algo que sempre tive vontade. E como tô nessa vibe de me movimentar e perder peso, acho que seria uma boa ideia.
Pois para me deixar com ainda mais vontade, uma leitora me escreveu falando do trabalho da Olivia Gonzales. Uma dançarina, atriz e cantora de dezesseis anos que anda fazendo sucesso no mundo inteiro com seu ritmo. Ela é membro do “dance crew I.aM.mE“, grupo que ganhou a sexta temporada do America’s Best Dance Crew (um reality show dança americano).
Dei uma pesquisada na internet, assisti vários vídeos e acabei descobrindo duas coisas: Chachi, como é conhecida por todos, ama Justin Bieber e está para vir no Brasil nos próximos dias para dar um work shop de dança. Isso vai rolar lá em Brasília, então se alguma leitora morar por lá e estiver afim de entrar nessa universo da dança, é só se inscrever aqui.
Quer conhecer o trabalho dela? É só assistir os vídeos.
Sabe o que você precisa para começar a segunda bem? Adicionar novas músicas na sua playlist. Para ajudar nessa tarefa, trouxe uma indicação musical direto da Eslováquia. A garota bonita da foto é Celeste Buckingham, uma jovem cantora e compositora de 17 anos que ganhou espaço na mídia após participar do Czech & Slovak SuperStar, um reality show, no estilo do American Idol.
O que ela tem de tão especial? Uma ótima voz, ritmo que lembra o de grandes divas do mercado musical e um talento incrível para escrever e cantar um misto de jazz e pop. Celeste acabou de lançar seu primeiro CD “Don’t Look Back” que conta com vários de seus sucessos, “Bleeding”, “Don’t Look Back”, “Nobody Knows” e “Run Run Run”. Todas as músicas foram compostas pela própria, com exceção de “Don’t Look Back” que foi escrita por sua irmã, Carmel.
Ficaram curiosas? Então apertem o play porque o clipe é lindo também.
E finalmente chegamos nos 2 dias mais lindos da semana, o “fds”. Resolvi estabelecer uma data para fazer minhas indicações musicias aqui no blog (todo sábado, que tal?), já que até então, só compartilhava lá no meu mural no facebook.
Vivo com o fone no ouvido e detesto quando canso das minhas músicas prediletas e até decoro a ordem da playlist (também acontece com vocês?). Um dos meus passatempos preferidos na internet é descobrir novas bandas ou versões de músicas famosas com uma pegada um pouquinho diferente. Por isso a ideia de uma tag onde, semanalmente, indico novos e antigos sons que ando ouvindo e amando. Quem tem um gosto musical parecido com o meu vai curtir bastante. Enjoy.
Sintam-se à vontade para deixar sugestões de músicas para a próxima semana.
A música nasceu para transformar nossa rotina em arte. Não é atoa que as letras das canções que mais fizeram sucesso até hoje, falam daquele assunto que todo mundo se identifica: o amor. Por trás de cada verso, existe uma história real e muitos motivos para que aquele sentimento seja traduzido e devidamente registrado em palavras, para sorte de muitas gerações que se emocionaram, apaixonaram e dançaram ao som dos grandes clássicos. É justamente sobre isso que o livro Músicas & Musas de Frank Hopkinson e MichaelHeatley fala.
Parabéns, você encontrou a Bruxa do filme João e Maria! hihi
A obra da Editora Gutemberg (a mesma do meu livro) conta a história das namoradas, esposas, rivais, groupies, celebridades e até mesmo das ilustres desconhecidas que inspiraram 50 das maiores canções pop. Quem é a Emily da música “See Emily Play” do Pink Floyd? E a Lola dos Kinks? O que aconteceu com Suzanne Verdal, inspiração de Leonard Cohen para a música “Suzanne”? Depois que John Lennon escreveu “Dear Prudence” em um ashram indiano, o que será que mudou na vida de Prudence, irmã de Mia Farrow? O que havia de tão especial em Pattie Boyd para ter inspirado músicas tanto de George Harrison quanto de Eric Clapton? E o que aconteceu com Hermione Farthingale, “a garota com os cabelos sem vida”, a ex-namorada que David Bowie cita em “Life on Mars?”.
Os autores explicam como essas mulheres inspiraram as canções que foram escritas sobre elas, seja por causa de um breve flerte em uma festa, uma visita lasciva à loja de discos local, seja simplesmente por causa de uma imagem de capa de revista.
Gosto muito de livros assim, sabe? Que contam histórias de amor mais reais. É legal e ao mesmo tempo triste, já que as protagonistas desses romances dos anos 70 e 80, em grande parte, morreram antes mesmo do final feliz. O estilo de vida que uma estrela do rock (e suas acompanhantes) tinha na época era bem intenso. Muita bebida e drogas pesadas. Uma rotina sem muitos limites.
Confesso que não conhecia muitas das canções, então ao ler cada capítulo, acabei baixando e ouvindo junto. Descobri que, graças ao tempo dentro do carro do meu pai na infância, muitas das canções já estavam no meu subconsciente.
Como vocês podem ver, o livro é muito bonito e bem ilustrado. A capa é uma fotografia de Marianne Faithfull, a musa que inspirou a música “Carrie Anne”, da banda The Hollies ( “ You were always something special to me, quite independent, never caring…”). A cantora e também atriz britânica nasceu em 46 e já foi casada com Mick Jagger, que não por acaso, escreveu sua primeira grande música de sucesso e introduziu a jovem ao mundo artistico. Infelizmente, algum tempo depois, Marianne não aguentou a barra e acabou se tornando mais uma jovem viciada em drogas. Só na década seguinte, depois de perder a guarda do filho, voltou a gravar e fazer sucesso. Em uma entrevista recente chegou a dizer que sua vida e escolhas são um grande exemplo do que não se deve fazer. Faithfull se considera uma especie de antimodelo para os jovens de hoje.
Gostaram do livro? Ficaram curiosas para saber a história das outras músicas e musas? Caso não encontrem na livraria da cidade de vocês, no site da Saraiva ele custa R$34,90.
Bruna Vieira nasceu em Leopoldina, interior de Minas Gerais, mas vive em São Paulo desde que decidiu brincar de ser gente grande. Criou o blog aos 15 anos para superar uma desilusão amorosa e através da escrita, descobriu que não era a única garota tímida com o coração partido no mundo. Em 2012, publicou um livro de crônicas e contos e ganhou uma coluna na Revista Capricho. Como #ViajanteCI, conheceu diversos países e então, decidiu que iria compartilhar cada experiência em um canal do youtube. Nesse meio tempo o Depois Dos Quinze cresceu, mudou e amadureceu. Hoje é um meio de comunicação, o maior do seu segmento, com direito a uma equipe de colaboradores que sempre tem coisas interessantes para contar. Seja bem-vindo! Mais »
Caixa Postal
Envie para: Bruna Vieira |
Caixa Postal 65056 CEP: 01318-970
São Paulo - SP
Tem o livro Depois Dos Quinze e quer aparecer aqui no blog? Então publique sua foto no instagram usando a hashtag #livrodepoisdosquinze. Não esqueça de aparecer na foto e mostrar a capa.