Eba! CD novo do John Mayer!
15/05/2012

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A segunda passou, mas deixou uma notícia que promete nos alegrar e inspirar o resto da semana: Finalmente vazou o novo CD do cantor americano John Mayer. “Born and Raised” é o resultado dos últimos anos turbulentos – o cantor enfrentou uma doença grave na garganta e ainda se separou da atriz Jennifer Aniston.

Ainda não sei se gosto dessa pegada country de algumas faixas, mas no geral, curti bastante o CD. A voz do cara consegue me deixar inspirada como nenhuma outra. Não sei já contei pra vocês, mas grande parte dos textos de escrevo aqui para o blog (os de amor, principalmente) são escritos ao som de John Mayer. MUSO INSPIRADOR!

Quem ficou afim de ouvir também, esse link para downlaod ainda funciona.

Em negrito, minhas canções prediletas:

1.”Queen of California”
2.”The Age of Worry”
3.”Shadow Days”
4.”Speak for Me”
5.”Something Like Olivia”
6.”Born and Raised”
7.”If I Ever Get Around to Living”
8.”Love Is a Verb” 
9.”Walt Grace’s Submarine Test, January 1967?
10.”Whiskey, Whiskey, Whiskey”
11.”A Face to Call Home”
12.”Born and Raised (Reprise)”
13.”Fool to Love You (iTunes bonus track)”

Born and Raised ganhou 4 estrelas na resenha da revista Rolling Stone. Confiram o texto traduzido:

Rolling Stone: John Mayer – Born and Raised por Jon Dolan

Sempre existiu dois John Mayers. Existe John o músico, o novo-James Taylor que escreveu “Daughters” e “No Such Thing” e o onívoro guitarrista de blues que pode dar suporte ao Jay-Z ou fazer um cover de “Sweet Child o’ Mine”. E então existe John, o cara, que dá muita informação sobre a sua vida pessoal ao TMZ, deixa um rastro de ex-namoradas famosas e promove o seu “membro”, supostamente racista, em uma entrevista desastrosa da Playboy em 2010. Usualmente, Mayer separa meticulosamente a sua música de sua persona pública. Mas no seu quinto álbum, ele força as duas no mesmo lugar e exige que elas se entendam.

Mayer é confessional e um pouco arrependido em Born & Raised, às vezes de uma forma bem inspiradora. “It sucks to be honest, and it hurts to be real,” ele canta em “Shadow Days” a respeito de ter sido queimado pelo seu mau comportamento. Mayer que há uns anos atrás largou o Twitter, viu seus pais se divorciarem e se mudou para uma casa em Montana, diz querer que Born & Raised evoque nas pessoas o sentimento de um cowboy tranquilo sentado em um campo aberto tocando seu violão perto de uma fogueira. E o CD faz isso, assumindo que a fogueira foi feita com antigos discos de Crosby, Still, Nash & Young e Allman Brothers (David Crosby e Graham Nash até fazem as harmonias na música “Born & Raised”, que fala sobre um auto-reconhecimento recente e duramente conquistado). “Queen of California”, define o prazeroso tom introspectivo do álbum: “Looking for the song that Neil Young hummed after the Gold Rush in 1971”, ele canta.

O CD “After the Gold Rush” foi lançado em 1970, mas você entende o que ele quis dizer: esse é um disco sobre como é difícil conviver com si mesmo, quando se é velho o suficiente para pagar por seus erros, mas jovem o suficiente para continuar errando. “Whisky, Whisky, Whisky” é uma música country-californiana sobre os problemas de se beber por prazer; o gentil desenvolver de “Speak For Me” lamenta que o rock não produz mais heróis como antigamente: “Now the cover of a Rolling Stone, ain’t the cover of a Rolling Stone,” ele observa.

A mudança de estilo e o tom de confidência fazem com que estas sejam as músicas mais convincentes de sua carreira. Ele gravou grande parte do disco com o produtor Don Was antes de sua cirurgia nas cordas vocais no ano passado, então a sua voz aveludada tem um tom um pouco rouco, mais vulnerável. Como sempre, sua guitarra é contida e elegante.

É claro que este não seria um CD do John Mayer sem uma balada arrebatadora que tenta unir o espírito de uma época em uma música. O jorro orquestral de “Age of Worry” nos aconselha – e acreditamos que ao John também – a fazer paz consigo mesmo. Mas a música que fala mais fundo à alma é “Love is a Verb”, uma música lenta parecida com “Wonderful Tonight” que irá arrebatar a temporada de casamentos na primavera, como uma estrela cadente de Soft Rock. “When you show me Love / I don’t need your words,” ele canta com um piscar de olhos carinhoso, deixando pouco espaço para nós adivinharmos qual é o melhor verbo para substituir o verbo falar. É um momento onde os dois Johns se encontram – um pouco sensível, um pouco infame. Uma mão no coração dele e a outra na sua coxa, pronto para ir até o final como só ele pode.

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O que tem pra ouvir essa semana?
14/05/2012

musica-da-semana

Nesse final de semana conheci e relembrei ótimas bandas e cantores. Por isso, ao invés de só uma indicação semanal como costumamos fazer nas segundas, trouxe várias músicas e versões que merecem nosso play. Escutem só:

Qual vocês mais curtiram?

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Sonzinho para o final de semana!
11/05/2012

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Minha indicação musical dessa sexta é a cantora americana Meg Myers. Conheci por acaso perambulando pelo youtube em uma dessas madrugadas de insônia, e acabei gostando de várias músicas e favoritando o canal.  Como sei que vocês também adoram esse estilo de música, resolvi compartilhar por aqui. Meg tem 25 anos, vive em Los Angeles e twitta diariamente no @meginthedark.

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A música e o estilo de Rita Ora!
08/05/2012

RITA-ORA

Rita Sahatçiu Ora, mais conhecida como Rita Ora, é a nova aposta pop musical que promete fazer todo mundo dançar na balada ainda esse ano. Parece que a britânica, que foi contratada pela Roc Nation, gravadora do rapper Jay-Z (que lançou Rihanna há algum tempo) anda chamando bastante a atenção da mídia.

Com um estilo urbano e uma voz que lembra bastante a da também britânica Jessie J (será que é culpa do sotaque?), a jovem loira com traços negros de 21 anos, chegou a fazer participações em músicas de sucesso como “Young Forever” do Jay-Z e participar de uma competição musical do BBC One representando o Reino Unido (onde acabou desistindo por não se sentir tão preparada).

Rita  atualmente está trabalhando em um álbum e conta com a ajuda de produtores como will.i.am, Kanye West e Stargate. O lançamento, segundo o site Amazon, está previsto para 10 de setembro de 2012.

Ficou afim de escutar? Selecionei três vídeos com minhas músicas e versões prediletas.

Graças a trajetória musical, visual e looks usados em eventos shows e premiações, Rita tem sido bastante comparada com Rihanna (será?). Em uma entrevista para MTV americana, chegou a dizer que tal comparação é um elogio já que ela é fã da cantora e sonha em ter uma carreira tão legal quanto a dela. Fofa!

Como sei que vocês adoram famosas que ousam na hora de escolher look, selecionei algumas imagens e fiz duas montagens mostrando um pouquinho do estilo da cantora, atriz e compositora.

RITA-ORA-LOOKS

Rita ama jeans, transparência, toucas, salto e peças coladas. Às vezes, tudo isso em um look só. Quem curtir e se identificar, deve dar uma olhadinha no ritaorafashion.tumblr.com, um tumblr gringo feito especialmente pra falar sobre as peças que a cantora usa por aí.

Quem aí gostou da britânica? Eu não vejo a hora de ouvir “How We Do (Party)” em uma balada!

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Os covers do brasileiro Daniel Pohl!
07/05/2012

covers-brasileiros-daniel

Vocês sabem que nós aqui do Depois Dos Quinze amamos um cover. Tanto que quase que quinzenalmente fazemos uma indicação de canal que vale a pena ouvir, favoritar e compartilhar. Dessa vez, pra todo mundo começar a semana bem, trouxemos um brasileiro – sim, de São Sebastião (SP) - que faz versões incríveis de músicas nacionais e gringas, o Daniel Pohl.

Curtiu? Então segue ele lá no twitter @DanielPohl e sua página no facebook.

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Já ouviu falar da banda “He Is We”?
04/05/2012

heiswe

Trouxe hoje pra vocês mais uma banda americana incrível de indie pop. He Is We (no twitter @heiswe), que é formada por Rachael Taylor (vocalista) e Trevor Kelly (violão), surgiu na cidade de Tacoma, Washington, Estados Unidos.  Eles se conheceram quando trabalhavam juntos na Ted Brown Music, em sua cidade natal. Eles perceberam que tinham talento e decidiram fazer alguns shows de pequeno porte. Em 2009 a banda assinou um contrato com a gravadora Universal Motown Records. 

O álbum de estreia, My Forever,bateu o número 6 no Billboard’s Heatseekers Album Charts. Após a música “I Wouldn’t Mind” a banda ficou conhecida no Brasil.

Trouxe pra vocês escutarem a versão acústica de “And Run”, minha nova música predileta da banda.

“That what I’m waiting for, is really worth the wait….”

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