Olhe para mim, me diga o que você vê. me pinte de forma abstrata, deixe de fora meus traços e borre partes do meu rosto. mostre a imagem que eu não vejo, o que está fora de mim, o que nem o espelho é capaz de reproduzir. dê o nome que quiser e invente a era em que vivi. tragédia ou musa inspiradora, a escolha é sua. empilhe, exponha, faça o que quiser, mas faça. com toda urgência que o mundo permite. você sabe que não é só amor, querido. que pode levantar o interruptor. você sabe que provavelmente deveria ser, mas talvez deus tenha estragado tudo. ereção. esquentou no chuveiro, é um monumento no parque. é o pau de um rifle, uma memória no escuro. você tentou guardar segredo, mas agora o mundo vai saber. você tentou a perfeição.
as pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assustador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. mas não poderiam escapar ao aroma. pois o aroma é o irmão da respiração. como esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. e bem pra dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. quem dominasse os oderes dominaria o coração das pessoas. baile de máscaras, rostos de papel no desfile. baile de máscaras, esconda seu rosto para que o mundo nunca te encontre. baile de máscaras, cada rosto com uma sombra diferente. baile de máscaras, olhe em volta… há outra máscara atrás de você.
A princesa continua presa em sua torre. O antigo cavaleiro perdeu sua luta.
Bateu a cabeça, teve amnésia… Já não sabe mais quem ela é.
Próximo candidato? O dragão continua soltando fogo.
1- DE CAPACHO A MULHER DOS SONHOS CONHEÇA SEU PRÓPRIO VALOR E ELE A VALORIZARÁ
“Sex appeal é 50% o que você tem e 50% o que as pessoas acham que você tem.”
SOPHIA LOREN
DEIXE-ME APRESENTÁ-LA À MULHER BOAZINHA
Todas nós conhecemos uma mulher boazinha. É aquela que se entrega por completo a um homem que mal conhece, sem que ele tenha que investir muito. É a mulher que se dá cegamente porque anseia receber de volta a mesma atenção. É a mulher que age de acordo com o que ela acha que o homem gosta ou deseja porque quer manter o relacionamento a qualquer custo. Toda mulher, em algum momento, já passou por isso.
É verdade que as revistas femininas, em geral, estimulam esse comportamento: “Comece bancando a difícil. Mas no segundo encontro prepare uma refeição dos deuses para ele, crie um ambiente romântico com música suave, champanhe em copos de cristal e luz de velas… Não se esqueça dos guardanapos bordados e dos morangos orgânicos daquela loja maravilhosa a duas horas da sua casa. Depois, sirva tudo usando uma camisola de renda preta.” Essa é uma receita perfeita para quê? Para um desastre.
PRINCÍPIO DA ATRAÇÃO N.º1 Tudo aquilo que perseguimos foge de nós.
Principalmente quando se trata de homens. Mas com um pequeno detalhe: se você correr atrás dele usando uma camisola de renda preta, primeiro ele vai transar com você… e depois vai sair correndo.
Por que um homem foge de uma situação como essa? Porque o comportamento da mulher indica que ela não se valoriza suficientemente. A relação é nova e os laços que unem o casal ainda são tênues. Entretanto, ela já permitiu que ele tivesse todos os trunfos na mão.
O fato de a mulher se exceder nas atenções com um sujeito que é praticamente um estranho pode levá-lo a duas conclusões: ou ela está desesperada ou vai para a cama com qualquer um. Ou ambas as coisas. O esforço que ela fez não é apreciado. E quando o homem começa a perder o respeito por uma mulher que sutilmente se desvaloriza, ele perde também o desejo de se aproximar dela. Com ou sem camisola de renda preta.
Por outro lado, uma mulher poderosa nunca se mata só para impressionar alguém. Começa preparando algo simples e descontraído. Sem guardanapos bordados. Ela pode até perguntar: “Do que é que você gosta?”, como faria com qualquer pessoa amiga. Por isso, seis meses depois, quando a mesma mulher capricha no jantar para o mesmo homem, ele conclui: “Puxa! Eu sou especial para ela!”
E não é preciso ter champanhe ou caviar. Se o homem perceber o afeto e o cuidado que foram colocados no preparo da refeição, ele vai se sentir um verdadeiro rei. A diferença agora é que o jantar é uma resposta a todo o investimento da parte dele. Como não recebeu tudo de graça, ele valoriza muito mais o que conquistou.
PRINCÍPIO DA ATRAÇÃO N.º 2 As mulheres que enlouquecem os homens nem sempre são excepcionais. Em geral, são aquelas que dão a impressão de não se importar muito.
Isso não tem nada a ver com joguinhos de conquista. Trata-se de ser muito carente ou de gostar da própria companhia e demonstrar que, de certa forma, você se basta.
O que aconteceria se você o deixasse perceber que está disposta a dar tudo de si, desde o primeiro dia? Ele acharia que você está desesperada e começaria a testá-la.
Isso faz parte da natureza humana. E quanto mais você cedesse, mais ele exigiria. Em pouco tempo, ele a veria como um produto do qual poderá tirar o máximo proveito: “Até onde ela vai? Quanto conseguirei extrair dela?”
As garotas boazinhas precisam aprender algo que as mulheres poderosas já sabem. As concessões excessivas e a ânsia de agradar diminuem o respeito que o homem tem pela mulher e acabam com a atração que inicialmente os aproximou. Os homens, em geral, não se sentem desafiados quando se vêem diante de uma mulher que não mede sacrifícios para conquistá-los. Elas não oferecem o desafio mental que os homens procuram.
Por outro lado, as mulheres erram ao imaginar que, se tiverem doutorado, se souberem defender suas idéias em uma discussão sobre política internacional ou se entenderem de investimentos, serão naturalmente capazes de oferecer um estímulo mental ao homem.
O desafio mental tem muito mais a ver com a atitude do que com a conversa. Geralmente, a mulher que se faz respeitar e que demonstra não ter medo de viver sozinha constitui um desafio mental muito mais instigante.
A boazinha comete o erro de estar sempre disponível. “Não gosto de joguinhos”, explica. Assim, ela permite que seu parceiro veja quanto teme perdê-lo, demonstrando claramente que ele tem total domínio sobre ela. Em geral, é nesse momento que a mulher começa a reclamar: “Ele nunca tem tempo para mim. Ele não é mais tão romântico quanto antes.”
A mulher poderosa está disponível algumas vezes, mas outras não. Porém ela é amável o suficiente para levar em consideração as preferências do namorado quanto ao dia em que ele gostaria de vê-la, de forma que ela possa, às vezes, adaptar seus planos aos desejos dele. A conseqüência disso? Um relacionamento em que ninguém domina ninguém.
E a mulher que larga tudo o que está fazendo, a qualquer hora do dia ou da noite, para ir ao encontro de um homem? Ele sabe que a controla completamente. Por isso, depois de um tempo, o sujeito passa a sair com os amigos e só telefona à meia-noite, pois sabe que ela virá quando ele quiser. Quando a mulher recebe o telefonema de um homem no meio da noite, pega o carro e sai correndo para encontrá-lo, a única coisa que está faltando é uma placa luminosa no teto do carro com a inscrição: ENTREGA EM DOMICÍLIO.
PRINCÍPIO DA ATRAÇÃO N.º 3 Um homem percebe que a mulher oferece um desafio mental quando ele sente que não tem total domínio sobre ela.
O tempo que vocês passam juntos é revelador. Uma semana depois de conhecer o novo par, a mulher boazinha está sentada em uma cadeira, morrendo de tédio, enquanto ele faz algo de seu interesse, como assistir ao futebol na televisão, limpar o molinete da vara de pescar ou mexer no motor do automóvel. Ela se sente infeliz mas não dá um pio, submetendo-se a uma chateação monumental só para ficar perto dele.
E como reagir quando o sujeito diz que gosta de louras e você é morena, tem olhos escuros e cabelos pretos? Se você aparecer, no dia seguinte, de cabelos descoloridos combinando com as sobrancelhas oxigenadas, não restará dúvida. Ele vai saber que tem total controle sobre você.
E como age a mulher poderosa? Ela escolhe a cada momento o que a faz mais feliz. Se observar o namorado consertar a vara de pescar a diverte, ela fica ao seu lado. Caso contrário, vai buscar algo que a distraia. Se ele diz que gosta de louras, ela se olha no espelho para examinar a possibilidade de clarear o cabelo. Mas só vai fazer isso se lhe der prazer, sabendo que, se não gostar, é só voltar para a cor original.
A mulher poderosa pode até ir para a cozinha fazer um prato especial para o parceiro, mas não vai se esmerar em preparar um banquete logo no primeiro encontro. E, se for para a cozinha, é porque gosta. A mulher poderosa não perde tempo refinando as habilidades indispensáveis para “agarrar um marido”. Nas primeiras vezes que sai com um homem, ela se concentra simplesmente em ser boa companhia.
Preste atenção no seguinte: um homem que, desde o início do namoro, está voltado para ele mesmo e para as próprias necessidades provavelmente não será um bom companheiro. Mas muitas vezes as mulheres se excedem tanto em atender todos os desejos de seus parceiros – os expressos e os que elas imaginam – que eles se habituam a apenas receber. Pergunte-se: você está se esforçando demais? Não está dando chance a ele de retribuir? A mulher que se desdobra em mil cuidados passa a seguinte mensagem: “O que tenho a oferecer não é suficiente.” Por outro lado, a mulher poderosa transmite a mensagem oposta: “Eu tenho valor.” Vamos ver alguns exemplos.
A base de um relacionamento é estabelecida logo nos primeiros dias. Desde o início, ele, conscientemente (isso mesmo, conscientemente), tenta determinar até que ponto conseguirá se dar bem.
Os hábitos relacionados ao uso do telefone também são reveladores. Você espera que ele telefone antes de fazer qualquer plano? Fica furiosa se ele não telefona ou não aparece?
Se a resposta for sim, você mais uma vez está transmitindo o recado de que ele tem total controle sobre a relação, uma mensagem que não deve ser dada a alguém que você mal conhece.
É verdade que a maioria dos homens deixa de telefonar deliberadamente, só para ver a sua reação. Quando uma mulher se aborrece, ela não consegue esconder isso. E fica nítido para o homem o grau de interesse – ou de desespero – dela.
No princípio era a Eva. E a Eva estava com Adão. E a Eva era Adão. Ponto. Não havia nenhuma outra mulher. E a Eva teve Adão, Caim e Abel, todinhos só pra ela.
Não teve que dividi-los com a sogra, noras, amigas e ex-namoradas. Nenhuma outra mulher. Sorte?
Penso no que ela fazia quando por algum motivo se sentia irritada com o Adão, ou preocupada com a rivalidade entre seus filhos, sem ter ninguém para conversar e dividir suas angústias e preocupações. Quando estava de TPM e não tinha ao lado ninguém que entendesse a montanha russa hormonal que a fazia rir e chorar ao mesmo tempo. Ou mesmo quando estava passando por um “bad hair day” (dia de cabelo ruim) e sabia que conversar com o marido sobre esse assunto não teria a menor chance de sucesso. Imagino quantas vezes ela tentou conversar sobre o romance dos macacos ou a delicadeza de uma borboleta beijando uma flor, sem sucesso!!! Imagino quantas vezes ela tentou apenas conversar…
A cada dia que passa tenho mais certeza de que essa mulher sofreu. Sofreu a falta de uma amiga, uma mulher, uma igual.
Mas o que acontece entre nós mulheres hoje? Por que somos tão desunidas? Por que tanta insegurança? De onde vem tanto medo? Por que tanta competitividade?
Na luta por um homem vale tudo. Até trair a melhor amiga. O vestido de uma tem que ser mais bonito que o da outra. E aquela bolsa que você passou anos desejando? Porque sua amiga tinha que comprar primeiro? Por que o namorado dela é mais compreensivo que o seu? Se ela foi pedida em casamento, você também quer! Se ela viajou pra Paris, você tem que arrasar em Nova York. Por que a bunda dela é mais dura que a sua? Pelo menos ela está mais gorda do que você.
Na tentativa de sermos “Evas”, rainhas únicas de nossos homens, perdemos aquilo que a Eva não teve. E continuamos sozinhas, no meio de uma multidão de amigas, mulheres, iguais.
Entrei na sala escura e pequena. Senti uma claustrofobia enorme. Abre aí uma janela, liga o ar, qualquer coisa. Não, tinha que ser jogo rápido. Diga logo ao que veio que eu tenho mais o que fazer. Eu vim pedir demissão. Disse. Já me arrependendo. Mas preferindo isso do que ser demitida por incompatibilidade ao cargo. Ele me olhou, olhou, olhou de novo. Por cima dos óculos. Então você quer se demitir do amor? Isso mesmo, querido chefe coração. Eu quero desaparecer daqui. Quero que você se exploda. Veja bem. Um dia lindo lá fora. Quinhentas coisas pra fazer. E eu presa aqui o tempo todo. Nessa salinha mofada. Trabalhando vinte e cinco horas por dia sem dormir, sem ver a luz do dia e sem ganhar nada por isso. Vivo exausta e abatida. Chega. Isso é trabalho escravo. Você me deve férias há anos. Você sempre me garante que agora, agora finalmente é a minha vez. Vou crescer na empresa. Vou me dar bem. Vou ter aumento. Mas nunca é a minha vez. Vou morrer estagiária se continuar aqui. Sempre que estou saindo pra almoçar, você aparece em minha mesa e me dá papeladas e mais papeladas de angústias e ciúmes. E mais uma vez deixo de comer pra cuidar de você. Sempre que estou saindo pra me divertir um pouco, esquecer o dia desgastante, esquecer que você me suga, esquecer que bato cartão diariamente numa empresa que jamais me valoriza, você aparece e me dá papeladas e mais papeladas de saudades e fidelidades. E nisso os dias passam e não saio do mesmo lugar. Mas olha. Está um dia tão bonito lá fora. E são tantos outros empregos que posso arrumar. Minha bunda, por exemplo, tá precisando de um reforço já faz tempo mas eu nunca apareço. Ela está quase falida. Meu cérebro, coitado, já desistiu de me oferecer mais dinheiro pra me levar daqui. Eu sempre acabo ficando. Escrava sua. Seu explorador desgraçado. Eu quero a demissão agora. Quero viajar com carro conversível e cantar. Quero trepar com alguém que você não goste sem ser bipada por você na hora H. Sem ter que voltar correndo pra fazer suas vontades imperantes. Já que não tem final de semana, madrugada ou Carnaval, esse é o jeito. Demissão. Desisto. Me demito. O quê? Aviso prévio. Quem disse? É lei. Tá bom. Aviso prévio. Mas eu te juro, só mais uma semana. Aproveita bem que está acabando. E se você for esperto, metade do que bota banca que é, me contrata antes de me perder pra sempre.
Mais um domingo que você me liga. Igual faz a uns quatro ou cinco anos. Você beija a sua mãe depois do churrasco, dá um oi carinhoso e finalmente pensa sem culpa na sua ex, cheira sua camiseta pra ver se a coisa tá muito feia e descobre que sua vida está prestes a ficar vazia: chegou a hora de me ligar.Você não sabe ao certo o que vê em mim, mas também não sabe ao certo o que não vê. Você sabe que pode ter uma mulher mais gostosa do que eu, mas por alguma razão prefere a gostosa garantida, aquela que ainda ri das suas piadas. Mesmo sendo as mesmas piadas há quatro ou cinco anos.
Aí você me liga, com aquele ar descompromissado e meigo de quem só quer ir no cinema com uma velha amiga. Eu não faço a menor idéia do que vejo em você, mas também não faço idéia do que não vejo. Eu posso ter um cara mais gostoso, como de fato já tive milhares de vezes. Mas por alguma razão prefiro suas piadas velhas e seu jeito homem de ser. Você é um idiota, uma criança, um bobo alegre, um deslumbrado, um chato. Mas você é homem. E talvez seja só por isso que eu ainda te aguente: você pode ter todos os defeitos do mundo, mais ainda é melhor do que o resto do mundo.
Aí a gente, sem saber ao certo o que está fazendo ali, mas sem lugar melhor para estar, acaba pulando o cinema que nunca existiu e indo direto ao assunto. O mesmo assunto de quatro ou cinco anos que, assim como as suas piadas, nunca cansam ou enjoam.
E aí acontece um fenômeno muito estranho comigo. Mesmo quando não é bom, mesmo quando cansado e egoísta você não espera por mim e vira pro lado pra dormir ou pra voltar à sua bolha egocêntrica de tudo o que é seu, eu sempre me apaixono por você. Todas as vezes que te vi, nesses últimos quatro ou cinco anos, eu sempre me apaixonei por você. Eu sempre estive pronta pra começar algo, pra tomar um café de verdade, pra passear de mãos dadas no claro, pra poder te apresentar ao sol sem receber mensagens de gente louca ou olhares curiosos, pra escutar uma piada nova. E você sempre ignorou esse fato, seguindo seu caminho que sempre é interrompido pelo vazio da sua camiseta fedendo a churrasco. Eu nunca vou entender. Eu nunca vou saber porque a vida é assim. Eu nunca vou entender porque a gente continua voltando pra casa querendo ser de alguém, ainda que a gente esteja um ao lado do outro. Eu nunca vou entender porque você é exatamente o que eu quero, eu sou exatamente o que você quer, mas as nossas exatidões não funcionam numa conta de mais.
Eu só sei que agora eu vou tomar um banho, vou esfregar a bucha o mais forte possível na minha pele e vou me dizer pela milésima vez que essa foi a última vez que vou ficar sem entender nada. Mas aí, daqui uns dias, igual faz há uns cinco ou seis anos, você vai me ligar. Querendo pegar aquele cineminha, querendo me esconder como sempre, querendo me amar só enquanto você pode vulgarizar esse amor. Me querendo no escuro. E eu vou topar. Não porque seja uma idiota, não me dê valor ou não tenha nada melhor pra fazer. Apenas porque você me lembra o mistério da vida. Simplesmente porque é assim que a gente faz com a nossa própria existência: não entendemos nada, mas continuamos insistindo.Continue lendo
Oi, tudo bem com você? Meu nome é Bruna Vieira, tenho dezenove anos, sou mineira, mas moro em São Paulo desde 2012. Sempre fui meio tímida e para realizar os meus maiores sonhos, tive que mudar de cidade e deixar para trás meus melhores amigos, cadelinha (essa da ilustração) e família. Parece coisa de filme, né? Pois o final feliz vem agora. Depois de um ano vivendo por aqui, ganhei uma coluna na Revista Capricho (assine aqui) e publiquei um livro chamado Depois Dos Quinze (compre aqui). Comecei a escrever porque levei um fora de um cara que eu jurava ser o meu primeiro e único amor, agora que superei tudo isso, o blog se transformou num lugar onde compartilho as coisas mais legais que vejo por aí! Mais »
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