Gestão Financeira e Construção da Carreira
19/10/2011

Vocês fazem planos para o futuro? Lembro que quando era mais nova, costumava brincar de boneca e a cada dia, decidia seguir uma carreira diferente. Já fui professora, secretária, veterinária e até dentista. Na prática não é tão fácil assim né!? Percebi isso quando fui preencher o meu cadastro de vestibular da Usp.  Mesmo tendo certeza do que gosto, senti uma certa insegurança quando percebi que os próximos anos da minha vida, dependem diretamente daquela escolha.

Essa clima de ansiedade também tem um pouco a ver com minha vida profissional e mudança de cidade. São tantas mudanças em pouco tempo… Se vocês também estão nessa etapa da vida, vão adorar saber da novidade: Em setembro a Conta Universitária Bradesco promoveu o videochat sobre “Dívidas do Bem”, que foi um sucesso.  Agora, o tema da vez é “Gestão Financeira e Construção da Carreira”, com o especialista Luiz Jurandir Simões. A transmissão é hoje, a partir das 16h.

(Clique aqui para assistir ao vivo)

Os videochats do Bradesco Universitários têm como proposta ajudar os jovens em sua vida pessoal e profissional, por isso é possível enviar suas dúvidas ao longo da transmissão e tê-las respondidas ao vivo pelo especialista.

Curtiu e quer saber mais sobre os videochats do Bradesco Universitários? Acesse o Site Bradesco.

A hora de planejar seu futuro é agora!  :-)

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Eu gosto dele, e agora?
18/10/2011

Quando a gente começa a gostar de alguém, um monte de dúvidas pipocam na nossa cabeça. Geralmente a gente demora um pouco pra se tocar quando tá envolvido. É sua mãe que diz que você está desligada, seus amigos comentando que você anda falando em fulano demais, ou você mesmo se pega ouvindo músicas românticas mais do que o comum.

Mas como eu ia dizendo, quando a gente se toca que está gostando de alguém, logo em seguida aparecem os malditos balõezinhos que só servem pra deixar a gente insegura, com a autoestima baixa, e cheia de nóias.

A primeira reação é negar. “Ah, imagina, é só um rolinho.” E  o rolinho começa a virar um rolão na sua cabeça quando ele demora mais do que o comum pra te responder.

Tem também outra parte. Quando a gente se toca que tá envolvidinha, começa a se preocupar mais do que o normal com a aparência. Anda com a unha perfeita, quer hidratar o cabelo, comprar roupas novas, emagrecer, melhorar a pele...passa até o fio dental com o maior prazer!

Mas o que temos que lembrar é o seguinte: amor não pode virar neurose. Não podemos exagerar de nenhum lado. Gostar de alguém não te faz um alien paranóico e diferente de todos. Ninguém vai apontar o dedo pra tua testa e gritar: OMG SOMEONE IN LOVE DANGER DANGER DANGER. Mas parece que a gente se sente assim, não é mesmo?

Não pode mudar com o cara. Se arrumar e se cuidar mais é legal, mas não pode virar paranoia. Se você começar a agir que nem um cachorrinho carente sem dono, ficar impaciente, insegura, neurótica, reclamona, você vai virar alguém diferente de quem você é. Teu sweetheart vai começar a te estranhar e com razão. E achar que você é diferente daquela pessoa que ele se apaixonou. (Ou poderia se apaixonar).

Portanto, se você está apaixonada, curta na boa. Segure a mão nas redes sociais e não poste textinho apaixonado e vídeos do Youtube com músicas românticas a toda hora –  isso pode assustar. Nem fique entrando no perfil dele 10 x ao dia. Perseguição não faz bem pra ninguém. (ou você esqueceu como é mala sua mãe dando LIKE em tudo que você põe no face? ;P )

Não fique sentada esperando ele ligar, ele entrar, ele comentar e dar like. Quando der aquela vontade de falar com ele, mesmo que você já tenha falado, vá fazer outra coisa. Se coçar o dedo pra postar uma frase linda sobre como o amor é lindo, escreva num caderno. Pule, dance, feche os olhos e invente histórias. Fique tranquila. Vai dar tudo certo. Você merece ter alguém especial. Não é um milagre que está acontecendo justo com você! E principalmente: continue sendo a pessoa magia que você, pois ser a gente mesma,  é  o nosso único truque pra fazer nascer amor no coração de alguém.

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29 momentos em que eu te amo!
14/10/2011

(1) Quando a gente se beija no cinema com a trilha sonora do filme tocando. (2) Quando eu fico envergonhada de te ver me esperando dentro do carro. (3) Quando eu simplesmente não quero ir embora na hora de dar tchau. Acredite, não é charme. (4) Quando você me liga pra falar nada. (5) Quando sujo minha roupa com a comida do jantar romântico. (6) Quando eu planejo tudo pra te agradar, e consigo. (7) Quando a gente para o carro no meio da rua pra namorar e eu finjo que é melhor a gente parar. (8) Quando você escuta uma música que você odeia, só porque eu gosto. (9) Quando a gente se olha no espelho do shopping e percebe o quanto somos diferentes. (10) Quando você tá muito cansado e mesmo assim vem me ver. (11) Quando você me dá um beijo no rosto. (12) Quando você fala um palavrão pra mostrar o quanto me ama. (13) Quando você me olha com cara de tonto só porque eu prendi meu cabelo. (14)Quando eu to trabalhando, você liga e diz “desce, to aqui embaixo”. (15) Quando a gente sai pra comer só porque eu to sempre morrendo de fome. (16) Quando você quer andar de mãos dadas. (17) Quando você procura meu status em todas as redes sociais. (18) Quando você me ensina alguma coisa nova. (19) Quando você conta que tá se dando bem no trabalho. (20) Quando você me ouve falar do meu trabalho também. (21) Quando você fala pra algum amigo seu telefone que tá comigo. (22) Quando você pede um beijo. (23) Quando você manda flores. (24) Quando você vai viajar pra longe e entra no Skype pra me contar como foi seu dia. (25) Quando você fica com ciuminho. (26) Quando fica tudo bem depois que a gente briga.  (27) Quando eu te encontro depois de muitos dias. (28) Quando a gente dá risada. (29) Quando você pega no sono.

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E se não existisse internet?
13/10/2011

E se não existisse internet?

Na última semana, a web ficou cheia de maçãs mordidas e corações partidos. Um dos maiores gênios da informática perdeu a luta contra o câncer e deu adeus à vida, e todo mundo deu seu jeito para homenageá-lo. Steve Jobs deixou um legado gigante e muitos fãs ao redor do planeta. Mas nem só quem é fascinado por informática tem o que agradecer e homenagear. Num mundo globalizado onde vivemos, é quase impossível não ter contato com algo relacionado à informática, salvo em algumas culturas. Mas se você está lendo isso, com certeza não faz parte da exceção. Assim como Jobs, outros tantos pensaram e fizeram coisas incríveis que permitem hoje que desfrutemos dos nossos amados computadores.

É nessas horas que a gente para pra pensar: e se não existisse computador ou internet? É claro que daríamos um jeito de nos comunicar, assim como sempre foi antes dele existir, mas será que compartilharíamos tantas coisas com o mundo inteiro, assim como fazemos pela internet? Se não fosse por ela, você acha que saberia como é a vida de uma adolescente do Japão? Ou teria a chance de conversar com alguém que mora na Austrália? Ou ainda conhecer uma banda independente da Noruega? Poderia até acontecer, mas que seria difícil a gente tem certeza. Outra certeza é de que os milhares de artistas incrivelmente talentosos que se revelaram pela internet possivelmente viveriam com a frustração de ninguém ter ao menos visto seu trabalho. Cantores, músicos, escritores, dançarinos, humoristas, muitos são os que devem uma vida à internet. E nós, simples usuários da rede, e dessa coisinha chamada computador, devemos ainda mais. Hoje em dia, quem tem acesso à internet tem acesso a informações sobre tudo, e qualquer coisa. Antigamente, tirava nota boa quem pesquisava da Barsa, uma coletânea gigantesca – e pesada – sobre muitas coisas do mundo. Quem não tinha dinheiro pra comprar, tinha que pedir emprestado, ou passar horas na biblioteca procurando. Hoje, ela foi abolida por uma coisinha chamada Wikipédia, informações sobre um mundo inteiro e o melhor: cabem dentro da tela do seu computador. Depois disso, alguém ainda tem dúvidas da importância dessas invenções na nossa vida?

É comum vermos nossos pais, ou avós, se encantando com uma simples chamada com vídeo, ou uma apresentação de PowerPoint, e não podemos culpá-los por isso. Alguns anos atrás, havia quem duvidasse de que em tão pouco tempo, a gente poderia estar conectado com o mundo inteiro tão facilmente. Poder participar dessa geração é uma grande honra para nós, não acham? Steve Jobs foi uma importante página na história da tecnologia, e cada um de nós, de certa forma, também faz parte dela.

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Carta de nós mesmos
12/10/2011

Tinha sido uma semana difícil. Eu, não lembro exatamente quando, mas há algum tempo atrás criei o que eu chamei de ” tratado da perfeição ” , que se resumia a um punhado de regras que eu deveria seguir pra ter a vida que eu considerava suficiente pra mim. E esse tratado implicava em um monte de coisas, que para muitas pessoas possa ser básica, mas que era um esforço pra mim. Coisas como dormir e acordar no mesmo horário, manter as gavetas organizadas (ou pelo menos as roupas não espalhadas), malhar todos os dias e comer a quantia certo de porções de proteínas ou carboidratos que uma boa alimentação deveria ter.

Em um segundo nível, enquanto fui ficando mais velha, comecei a me cobrar de outras coisas. Manter meu trabalho perfeitamente impecável, prevendo problemas e estando a frente de todas as coisas, dinheiro sobrando no banco, controles financeiros, como evitar o consumismo, um bom relacionamento familiar e manutenção de boas amizades.

A parte espiritual e controle emocional também me cabiam na lista do meu controle. Estar sempre conectada com o cosmos e com Deus, manter um coração limpo e leve e uma alma sonhadora e otimista. Equilíbrio, equilíbrio de humor seria fundamental, porque era esse último que me ajudava a reger todas as coisas.
Por último, eu criei essa coisa de postura social para relacionamentos e o que chamo de “imagem de altivez”. Eu pretendia me tornar uma mulher calma, que tem aquela aura de que sabe o que está fazendo, que detêm uma atmosfera que fazem todos ficar perto. O retrato da paz, mas tudo somado com mistério pela pouca informação ou poucas palavras que eu deveria ter.

Ou seja, o que eu previ pra mim era ser um ser extremamente agradável, equilibrado, eficiente e praticamente, como venho a concluir agora, robótico.

E o não cumprimento destas coisas me transformavam em um ser culpado, prestes a chicotear-se. Como seria possível eu não cumprir todos estes itens básicos que parece ser o cal de que foi construído o mundo? Não é natural alguém acordar e dormir na mesma hora? Ou consumir a mesma quantia alimentar, mesmo que variada, sem insensatez? E o humor? Jamais poderia oscilar ou ofender alguém, afinal, estando ancorada no meu tecido cósmico, eu relevaria e analisaria instantaneamente tudo que alguém falasse e poderia reagir da forma mais correta possível.

E, aparentemente, obcecada por essas coisas datadas como “básicas”, eu fui esquecendo o que realmente era latente em mim. Ocupada em formar uma imagem de condessa doce perante à sociedade, cresci em meu peito amarras que, ironicamente, me deixavam cada vez menos segura para ser o que eu era.

Mas quem eu era? Eu era a voz da espontaneidade. Eu era artista. Eu era música. E na minha extremidade é que eu fazia notas ordenadas e doces, que apaziguariam o coração e a atmosfera de qualquer um que pudesse escutar (e isto sem a minha presença, onde quer que fosse).

E no meu horário “chinês” de passar o escuro em claro é que eu reluzia nas minhas frases doces e enchia o peito de inspiração para falar, escrever, compor, e cutucar a mais profunda das minhas entranhas.

O meu natural era uma bagunça oficialmente organizada, ousada, e incrível. E eu passando esse tempo todo ocupada em ser um ser socialmente aceitável, perfeito pela unha bem feita e a sobrancelha delineada. Pela voz em tom constante sem agudo que fosse. (Bastante difícil vindo de um soprano).

Hoje, cheguei em casa, abri o armário e peguei um copo de vinho. E notei que eu deveria me libertar desta construção estável que criei pra mim mesma, afinal, tudo bem deixar uma meia espalhada vez ou outra, ou, alguns dias com a casa bagunçada, desde que eu pusesse ordem no que me sufoca se eu não organizar: os meus sonhos, os meus ideias, a minha promessa de vida que nada tem a ver com a imagem que eu passe numa roda de amigos ou numa profile de rede social, nada tem a ver com o meu número de sapatos ou a forma como estão disposta as cores no meu guarda-roupa, nada tem a ver com não comer carne ou correr todos os dias na esteira.

Eu queria aparecer pro mundo no avesso, e é nesse avesso que eu tinha que por ordem quando pusesse para fora: em letra, que pudesse inspirar, em melodia, que pudesse tocar e em canção, que independente de que forma estiver a caixa de e-mails ou de bijouterias… tudo isso não tem importância, quando eu ouvir a minha voz saindo do peito de forma mais natural do que qualquer ordem que eu quisesse ter posto.

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Nostalgia televisiva
12/10/2011

Vagando pela internet um dia desses, encontrei um vídeo do primeiro episódio do DisneyClub, ou TV CRUJ, de 1997. Incrivelmente, senti uma vontade imensa de comer passa-tempo recheado com suco de maracujá da minha vó.

Depois não parei de ver vídeos de desenhos antigos. Doug Funny, O fantástico mundo de Bob, Pateta e Max, Marsupilami, Timão e Pumba, Pinky e Cérebro! Eram tantos! Acabei passando a tarde numa sessão nostalgia! Para quem não viu, ou não tá lembrando, o DisneyClub passava de segunda à sexta, à tarde, lá pelas 17 ou 18 horas no SBT. A TV CRUJ, basicamente, era um grupo de pré-adolescentes que interceptam o sinal da televisão aberta e exibem desenhos ao invés da programação normal. Eu até acreditava nisso! Não perdia um só dia de DisneyClub! Pena que programa saiu do ar em 2003.

Lembrei de outros programas que eu também adorava: As meninas super-poderosas, O Laboratório de Dexter, Jhonny Bravo e o meu preferido: Du, Dudu e Edu! Eram muitas lembranças boas. E uma pergunta me veio à mente: quando eu parei de ver desenho animado? Ah, certo, eu nunca parei de ver, na verdade. Porém, perdi totalmente o interesse quando desenhos como Digimon e Bem 10 começaram a tomar conta da programação. De repente os melhores desenhos sumiram! Tive que me acostumar em ver novelas e jornais. Como o próprio Caju da TV CRUJ falava: ‘Quem aguenta, depois de um dia inteiro de escola e dever de casa, ver jornal, ver novela?’. E eu me sentia totalmente compreendida pelo Comitê Revolucionário Ultra Jovem!

Hoje em dia é difícil achar um desenho bom para assistir, mas ainda bem que existe internet! A nossa bela e eficiente internet, e principalmente, graças a Deus existe YouTube! Fico horas e horas assistindo desenhos antigos no YouTube. Amo de paixão! Não tenho vergonha nenhuma em confessar que eu adoro um desenho animado! Porque não? É tão bom esquecer da vida por uns momentos e se divertir! E melhor ainda é poder relembrar a infância! Como um poeta chamado Geraldo Matozzo disse: “Se a alma do homem fosse igual a da criança, não haveria guerras..”. A gente pode crescer, envelhecer, mas sempre com alma de criança. E muito desenho animado!

E vocês? Ainda assistem? De qual programa ou desenho vocês sentem falta?

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