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Você é quem gostaria de ser?

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Dia desses gravei um vídeo para o meu canal lá no Youtube. Era uma tag onde eu respondia perguntas aleatórias sobre diferentes assuntos. Em uma das respostas disse que eu não queria mudar nada em mim, pois sou exatamente quem eu gostaria de ser. Os leitores acharam isso incrível. Sensacional. E eu fiquei me perguntando depois: será que é tão difícil assim fazer isso?

Ser quem você gostaria de ser não tem a ver com ter uma vida perfeita sem momentos ruins, mas sim se esforçar ao máximo diariamente para realizar seus objetivos pessoais e profissionais. Nem tudo depende da gente, mas a maneira que nos projetamos no mundo diz um pouco sobre como será o dia depois de amanhã. Pra testar isso e descobrir se você está no caminho certo, criei uma espécie de teste para testar o quanto você se esforça.

1. Você veste o que gosta ou o quer as pessoas ao seu redor aprovam?

Sabe aquela blusinha linda que tá lá no fundo da sua gaveta porque você tem a sensação de que ao usá-la as pessoas vão te olhar torto? Seja por conta de uma gordurinha extra ou o braço muito fino? Use-a. Agora. Se você gosta tanto dela ao ponto de ter gastado grana ou mantê-la na gaveta por tanto tempo, tenho certeza que é porque realmente gosta dela. Ela não fica bonita só no outros, ok? Fica linda no reflexo do seu reflexo no espelho também.

2. Quantas vezes você já desistiu de uma ideia por achar que ela não é boa o suficiente?

A maioria das pessoas que estão fazendo sucesso nas mais variadas áreas que você conseguir imagina também tiveram ideias não tão boas assim ao longo da vida. Elas também são importantes porque te fazem viver experiências diferentes, e consequentemente, aprender coisas novas. O medo de começar algo é absolutamente normal, mas você deve usá-lo ao seu favor. Sonhos só duram depois que você abre os olhos quando você levanta da cama e faz alguma coisa nova.

3. Você valoriza as pessoas que estão ao seu redor?

Existem muitas maneiras de mostrar que alguém é importante, mas nenhuma delas é tão eficaz quanto estar presente nos piores e melhores momentos. Pare de olhar para o próprio umbigo e celebre a conquista do outro ou respeite a dor. A felicidade não é um lugar ou um número. Por mais que você queira muito viajar para aquele lugar e tirar nota boa na prova, as coisas ficam meio sem graça quando estamos sozinhos no mundo.

4. Você ama o que você tem?

Imagine como seria sua vida sem sua família. Imagine se alguém estivesse no hospital e você tivesse que mentalizar agora mesmo um discurso de despedida. Imagine que seu cachorro fugiu pra nunca mais voltar. Imagine que seu cabelo ao invés de embaraçado estivesse caindo em tufos. Tudo isso ao mesmo tempo parece muito ruim, certo? Então pense nas coisas boas que estão acontecendo, e esqueça aquelas que te fazem ir pro Twitter reclamar da vida. Boas energia muda tudo. É como seu sempre digo, para ter um futuro incrível você precisa tratar bem o seu presente. Que pelos meus cálculos, começa em 5, 4, 3, 2, 1…

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Uma conversa sobre insegurança

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Dia desses eu estava desabafando lá no snapchat e falei sobre um assunto delicado: auto-confiança. Contei, de 10 em 10 segundos mesmo, um pouquinho do que mudou em mim de alguns anos pra cá e quais foram as principais causas e consequências disso. Talvez essas mudanças não fiquem tão claras pra quem me acompanha só pela internet, mas acho importante falar sobre esse assunto aqui no blog também.

Há alguns anos, quando ainda morava lá no interior de Minas, eu tinha muitos complexos. Principalmente com o meu corpo e a minha timidez. Pra camuflar tudo o que eu sentia e ao mesmo tempo me sentir especial perto das pessoas que nem sabiam direito da minha existência, eu vivia me preocupando muito em parecer diferente. Usar roupas que ninguém tinha coragem de usar.

Isso foi importante pra mim porque eu me descobri. E, com o passar do tempo, descobri outras formas de me expressar também. A escrita me ajudou a entender um monte de coisas que eu nunca tinha coragem de dizer pra ninguém e quando tudo ficou mais claro, eu simplesmente me encontrei.

A Bruna de agora adora passar o final de semana inteirinho em casa e não tem vergonha nenhuma de admitir isso. Não é porque todo mundo gosta de festas e baladas que ela precisa ser assim também. A Bruna de agora adora comer coisas saudáveis ao invés de fast food. Antes ela comia sempre que saia com os amigos porque acreditava que assim eles gostariam mais dela. Caesar salad também é uma delícia. A Bruna de agora usa as roupas e estampas que gosta, não só aquelas que valorizam seu corpo. Nem todo mundo quer parecer magro o tempo todo. A Bruna de agora prioriza o conforto antes de qualquer coisa e isso é incrível porque ao invés de passar horas tentando ser algo que não é, ela pode assistir um episódio daquela série, ler um livro ou simplesmente ir pro quintal brincar com os cachorros.

Pra muita gente tudo isso pode parecer óbvio, mas a verdade é que cada pessoa tem seus próprios medos e complexos. Por isso é importante aceitarmos quem somos o quanto antes.

Falar sobre inseguranças foi um convite da Carefree. Não sei vocês acompanharam lá no Instagram, mas eu e outras blogueiras participamos do desafio 21 dias Carefree. Ao longo de algumas semanas do último mês tive a oportunidade de conhecer um pouquinho mais do produto que foi desenvolvido especialmente para os dias em que não estamos naqueles dias. Pra quem nunca usou, o protetor diário é uma camadinha que não incomoda nada (dá até pra esquecer que o produto está ali) entre o seu corpo e a calcinha. Ao trocar ou tirar, a sensação é a de que você acabou de vestir a roupa íntima. Ele é ótimo pra quando vamos passar longas horas dentro do avião ou uma semana cheia de reuniões e provas. É importante lembrar também que você não precisa usar o produto durante o dia todo, mas sim quando sentir vontade ou necessidade. Foi isso que aprendi ao longo do desafio e quando conversei com os especialistas no assunto lá na fábrica da marca.

Agora que vocês já conhecem a campanha, que tal deixar nos comentários quais são suas principais inseguranças e quais já conseguiram superar? Compartilhar experiências é sempre o melhor jeito de lidar com isso.

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Entrando na faculdade com o Pravaler

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Faculdade é um dos temas que mais aparecem na minha caixa de entrada. Muitos leitores aqui do blog escrevem pra perguntar sobre qual curso fazer, se ter o diploma é ou não importante pra conseguir um emprego, como entrar na faculdade de primeira ou conseguir crédito pra financiar uma particular. Com a mudança nas regras do FIES, muita gente ficou sem entender direito como as coisas vão acontecer a partir de 2015. A Pravaler me convidou pra fazer esse post aqui no blog e explicar direitinho pra vocês.

O que mudou? Agora o aluno para ser elegível ao FIES não pode mais zerar na redação do ENEM e precisa tirar ao menos 450 pontos na prova.

Qual seria a segunda opção? Hoje no Brasil existe o financiamento público, no qual o aluno paga somente os juros durante a faculdade e quita o debito após acabar o curso. E tem o crédito privado, no qual o aluno já começa pagar durante o curso e é uma parceria entre o Pravaler e as faculdades que subsidiam uma parte deste juros. Os créditos privados e publico são complementares, pois oferecem ambos soluções para os alunos que querem estudar e mudar de vida e que isso é o mais importante.

Vale realmente a pena? O mais importante é que o aluno entre na faculdade, com crédito público ou privado. No caso do Pravaler, o crédito fica aberto durante todo o ano, o aluno tem até o dobro do tempo para pagar e com parcelas que tem os juros subsidiados pelas faculdades. Por exemplo, além dos alunos que nao conseguiram tirar notas no ENEM o crédito do Pravaler serve para os alunos que já estão em curso e que nao conseguem pagar a mensalidade total, para faculdades que tem vagas limitadas do FIES e atende alunos de qualquer faixa de renda.

Pra ficar ainda mais claro eles criaram uma série de vídeos sobre o assunto lá no site da empresa.

Nos vídeos Furlan ressalta que não deveriam ter medo no caso do financiamento estudantil, pois este é o único crédito que a pessoa contrata para melhorar de vida e que é comprovado que uma pessoa com diploma pode ganhar até 3x mais do que uma sem graduação. Em termos de juros, o FIES cobra uma taxa de 3,4% ao ano e com o Pravaler, depende do curso e faculdade que o aluno escolher. Dependendo do curso, o financiamento não tem juros e o aluno só paga a correção da inflação. Isso se dá devido a um acordo fechado com as faculdades que subsidiam parte deste juros pois também estão preocupadas em dar mais oportunidades para os alunos estudarem.

Ainda ficou com alguma dúvida? É só entrar em contato com eles no e-mail faleconosco@idealinvest.com.br ou assistir todos os vídeos disponíveis no site.

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Desculpa o auê

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Talvez eu devesse ter pulado fora ainda no começo. Sempre tem aquele instante, aqueles poucos segundos antes da gente se jogar do precipício, em que a gente quase dá meia volta e desiste do pulo. Eu devia ter desistido por você. Ouviu bem? Eu devia ter te poupado da bagunça que eu trazia. A vida desarrumada que eu ainda trago.

A gente não devia pedir desculpa pelo amor, mas acho justo pedir desculpa pelo o que a gente faz com o amor. Desculpa ter feito pouco caso do amor que você sentia. Desculpa por ter achado que você mentia – do começo ao fim.

Não foi você. Entende isso? Foi culpa dos que passaram. Das feridas abertas sem dó, das cicatrizes, das quedas, das decepções. Foi culpa do meu passado meio torto, das ruas em que me meti, das vezes em que dei de cara com o chão.

Mas não foi culpa sua.

Fui eu e as minhas imperfeições. Fui eu e meus medos. Fui eu e as minhas memórias, e as mentiras que me contaram, e as histórias mal acabadas que eu acumulei, e os pontos finais que eu esqueci de colocar. Fui eu e essa minha mania besta de achar que, no fundo, cês são sempre todos iguais. E vocês não são. Ao menos, você não era.

Foi culpa minha te perder.
Culpa desse meu medo do amor e desse medo de amar – e me deixar ser amada.

Fui eu.

Desculpa não ter pulado fora enquanto era tempo. Desculpa ter feito contigo o mesmo que fizeram comigo. Desculpa por ter sido eu a que quebra, a que fere, a que mente, a que não sabe amar. Desculpa o meu passado, mas desculpa, principalmente, por eu ter deixado que ele influenciasse o nosso presente.

E desculpa o auê.
Eu juro, juro mesmo: não queria ter magoado você.

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