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Entrando na faculdade com o Pravaler

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Faculdade é um dos temas que mais aparecem na minha caixa de entrada. Muitos leitores aqui do blog escrevem pra perguntar sobre qual curso fazer, se ter o diploma é ou não importante pra conseguir um emprego, como entrar na faculdade de primeira ou conseguir crédito pra financiar uma particular. Com a mudança nas regras do FIES, muita gente ficou sem entender direito como as coisas vão acontecer a partir de 2015. A Pravaler me convidou pra fazer esse post aqui no blog e explicar direitinho pra vocês.

O que mudou? Agora o aluno para ser elegível ao FIES não pode mais zerar na redação do ENEM e precisa tirar ao menos 450 pontos na prova.

Qual seria a segunda opção? Hoje no Brasil existe o financiamento público, no qual o aluno paga somente os juros durante a faculdade e quita o debito após acabar o curso. E tem o crédito privado, no qual o aluno já começa pagar durante o curso e é uma parceria entre o Pravaler e as faculdades que subsidiam uma parte deste juros. Os créditos privados e publico são complementares, pois oferecem ambos soluções para os alunos que querem estudar e mudar de vida e que isso é o mais importante.

Vale realmente a pena? O mais importante é que o aluno entre na faculdade, com crédito público ou privado. No caso do Pravaler, o crédito fica aberto durante todo o ano, o aluno tem até o dobro do tempo para pagar e com parcelas que tem os juros subsidiados pelas faculdades. Por exemplo, além dos alunos que nao conseguiram tirar notas no ENEM o crédito do Pravaler serve para os alunos que já estão em curso e que nao conseguem pagar a mensalidade total, para faculdades que tem vagas limitadas do FIES e atende alunos de qualquer faixa de renda.

Pra ficar ainda mais claro eles criaram uma série de vídeos sobre o assunto lá no site da empresa.

Nos vídeos Furlan ressalta que não deveriam ter medo no caso do financiamento estudantil, pois este é o único crédito que a pessoa contrata para melhorar de vida e que é comprovado que uma pessoa com diploma pode ganhar até 3x mais do que uma sem graduação. Em termos de juros, o FIES cobra uma taxa de 3,4% ao ano e com o Pravaler, depende do curso e faculdade que o aluno escolher. Dependendo do curso, o financiamento não tem juros e o aluno só paga a correção da inflação. Isso se dá devido a um acordo fechado com as faculdades que subsidiam parte deste juros pois também estão preocupadas em dar mais oportunidades para os alunos estudarem.

Ainda ficou com alguma dúvida? É só entrar em contato com eles no e-mail faleconosco@idealinvest.com.br ou assistir todos os vídeos disponíveis no site.

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Desculpa o auê

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Talvez eu devesse ter pulado fora ainda no começo. Sempre tem aquele instante, aqueles poucos segundos antes da gente se jogar do precipício, em que a gente quase dá meia volta e desiste do pulo. Eu devia ter desistido por você. Ouviu bem? Eu devia ter te poupado da bagunça que eu trazia. A vida desarrumada que eu ainda trago.

A gente não devia pedir desculpa pelo amor, mas acho justo pedir desculpa pelo o que a gente faz com o amor. Desculpa ter feito pouco caso do amor que você sentia. Desculpa por ter achado que você mentia – do começo ao fim.

Não foi você. Entende isso? Foi culpa dos que passaram. Das feridas abertas sem dó, das cicatrizes, das quedas, das decepções. Foi culpa do meu passado meio torto, das ruas em que me meti, das vezes em que dei de cara com o chão.

Mas não foi culpa sua.

Fui eu e as minhas imperfeições. Fui eu e meus medos. Fui eu e as minhas memórias, e as mentiras que me contaram, e as histórias mal acabadas que eu acumulei, e os pontos finais que eu esqueci de colocar. Fui eu e essa minha mania besta de achar que, no fundo, cês são sempre todos iguais. E vocês não são. Ao menos, você não era.

Foi culpa minha te perder.
Culpa desse meu medo do amor e desse medo de amar – e me deixar ser amada.

Fui eu.

Desculpa não ter pulado fora enquanto era tempo. Desculpa ter feito contigo o mesmo que fizeram comigo. Desculpa por ter sido eu a que quebra, a que fere, a que mente, a que não sabe amar. Desculpa o meu passado, mas desculpa, principalmente, por eu ter deixado que ele influenciasse o nosso presente.

E desculpa o auê.
Eu juro, juro mesmo: não queria ter magoado você.

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Do seu lado do mundo

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Do seu lado do mundo, dá pra ter noção de saudade? Ou já passou tempo demais pra você lembrar de mais uma daquelas histórias curtas que você quase nunca dá muita atenção? É que eu, apesar de toda a fachada de pode-vir-que-eu-aguento, desabo um pouco toda vez em que me lembro de você. Sabia?

Do seu lado do mundo, você sente medo de não me esquecer? É que eu, olha só, tenho medo de, toda vez em que alguém falar de amor, acabar me lembrando de você. E dá um frio na espinha só em pensar na possibilidade de você ser sempre o cara que eu vou imaginar quando me sentir sozinha, ou cansada, ou precisando de um abraço. E se eu arranjar quem me ame mais e melhor, quem me abrace mais e melhor, e, ainda assim, continuar querendo você?

Do seu lado do mundo, você conseguiu recolher os pedaços de nós dois? Aqui, reconstruir o que você quebrou tem sido uma tarefa árdua. Eu parei de chorar. Mas bebi horrores. Talvez meu fígado mostre o estrago que você causou lá na frente. Já no coração, o seu efeito foi imediato. De vez em quando, ele bate meio devagar, quase falhando, cansado de ser maltratado pelas suas lembranças.

Aliás, do seu lado do mundo, as nossas memórias também te infernizam? Você lembra de mim no meio de algum filme qualquer durante a semana? Escuta o som da minha risada no meio da rua e me procura em rostos diferentes do meu? Ou lembra de tudo no meio da noite, naquele momento em que você sempre passava a mão pela cama procurando por mim?

Do seu lado do mundo, você também queria voltar um pouco no tempo? Ou passou, acabou, finito, só mais uma história com um fim triste? É que, aqui, do meu lado do mundo, cê ainda faz falta. Eu ainda escuto sua risada. Ainda lembro de ti no meio de um filme qualquer durante a semana. E procuro por você pela minha cama.

E aí, me diz, mas seja sincero: do seu lado do mundo, também dói?

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Escrevi. E agora?

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Fiquei muito feliz de ver que tem tanta menina querendo escrever. Que coisa mais linda! O mundo precisa das vozes de vocês, das nossas vozes. Já chega da nossa voz ser “dada” por autores homens, né?

Agora é a nossa vez.

Pois então: a parte de publicar pode ser a mais complicada. As editoras não dão muito espaço para novatas, e quando dão, tentam enquadrar dentro daquele subgênero chamado “literatura feminina”, mesmo que você esteja fazendo ficção científica. É muito chato! Mas dá pra escapar disso, é claro. As coisas estão mudando e nós fazemos parte dessa mudança.

O meu melhor conselho para novas autoras é: se publiquem. Não fiquem esperando aval, não fiquem esperando resposta de editora. Você pode se publicar, ir cativando leitores e se uma editora se interessar, aí sim você pensa nisso.

O self-publishing da Amazon é um ótimo começo. É só subir o arquivo em .doc mesmo que eles convertem lá! A Polly fez isso com seu livro “Quinze tons de constrangimento” e se deu super bem.

Mas se você não quiser arriscar lançar um livro de cara, faça o que eu, a Bruna e tantas outras fizeram: um blog! Não se importe com esses papos de que “hoje todo mundo tem blog” e que texto de blog não vale nada. Já li coisas que fizeram uma enorme diferença em minha vida e estavam publicadas em blogs. O que importa é o conteúdo e pode ser um jeito fácil de você ir organizando as suas ideias.

O que importa é fazer. Esperar não serve pra nada. Faça, faça, faça. Lembra daquele poema do meu primeiro post? Pois então. Não tenham medo de publicar suas histórias. Não tenham medo de escrever suas histórias, sejam elas pessoais, ficção, crônicas ou poemas. A sua voz importa. A sua história importa. Você importa. Vai fundo, escritora!

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