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A gente se importa

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Geração Y, Geração Selfie, Millennials. Talvez você já tenha ouvido algum destes termos. É como se referem às pessoas que nasceram entre 1980 e meados de 1990, como eu, por exemplo. Também costumam nos chamar de “geração obcecada por tecnologia”, “aqueles que nunca saem da internet”, “aqueles que não sabem o que é fazer amigos brincando na rua” e coisas do tipo. Para muitos, apenas uma geração que não consegue tirar os olhos de computadores, celulares e tablets, e que está muito ocupada se preocupando com seu próprio umbigo para fazer alguma coisa pelo mundo ao seu redor.

Mas será mesmo?

Discordando de muitos dos estereótipos criados em cima da “Geração Selfie”, o serviço de caridade online Welzoo e a Columm Five criaram uma campanha chamada “The Millennials Rebuttal” com um vídeo que contesta algumas das generalizações feitas sobre estes jovens.

Infelizmente, não encontrei o vídeo legendado (se alguém encontrar, coloca nos comentários, por favor!), mas achei tão bacana que resolvi compartilhar mesmo assim. Traduzi a ideia geral do que o vídeo diz para quem não tem tanta facilidade com o inglês:

“Eles dizem que nós não nos importamos. Que somos a “Geração Selfie”. Que somos preguiçosos, apáticos e muito ligados à tecnologia. Eles dizem que somos consumidos pelas nossas “vidas sociais” superficiais. Dizem que não damos valor às ligações com outros seres humanos. Que tiramos muitas fotos da nossa comida, que nunca abandonamos nossos celulares, que somos facilmente distraídos pela próxima “grande coisa”. Eles dizem que nós pensamos que o mundo gira ao nosso redor. E que estamos “desconectados” das pessoas que amamos. E dizem que nunca estamos contentes. Nós, com certeza, não concordamos com tudo o que eles dizem. Mas entendemos por que eles dizem todas estas coisas. É porque eles se importam. Nós sabemos disto. Porque nós nos importamos também”.

Assista ao vídeo aqui:

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Elas (e eles) também são feministas

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Feminismo é uma palavra demonizada. É só você se dizer feminista numa roda de pessoas que vários já te olham com uma cara de espanto. Sem contar que precisamos ir com bastante calma nas discussões na internet, senão, te chamam de mal-amada pra pior. E é por isso que eu fico bastante aliviada de ver vários artistas se nomeando feministas – eles tiram o peso ruim que a sociedade colocou na palavra para mostrar que todos nós, sim, deveríamos ser feministas.

Em uma declaração nada legal no meio desse ano, a atriz Shailene Woodley disse que não se considerava feminista porque “amo os homens e acho que essa ideia de tirar o poder deles e dá-lo às mulheres nunca vai funcionar, porque precisamos de equilíbrio”. Nem sei por onde começar.

Mentira, sei sim: o feminismo não significa ódio aos homens. Ele está totalmente ligado à mulher e à sua liberdade, ou seja, o assunto principal aqui é a mulher e não o homem. Outra coisa: o feminismo está justamente procurando esse equilíbrio, tentando destruir valores enraizados na mente humana que foram construídos de geração em geração. Que sociedade equilibrada é essa que não trata mulheres e homens de forma igualitária?

Fora algumas celebridades que não entenderam o conceito do feminismo, temos outras que saíram lindamente a público para mostrar as suas convicções ideológicas.

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Zooey Deschanel

“Como se toda mulher estivesse louca para ter filhos! Eu acho que não. Ninguém pergunta isso aos caras […] E você vai a um supermercado e todo tablóide diz ‘Grávida e sozinha!’, preso no ideal dos anos 1950 de como uma mulher deve viver sua vida. Isso acorda a feminista exaltada em mim.” Aos 17 anos, Zooey enviou uma carta à Vogue americana questionando o ideal de beleza padrão imposto pelas revistas. Nela, diz que a publicação deveria expandir esse ideal e não limitá-lo. Muitas mulheres tentam se encaixar num padrão que as deixa desconfortáveis e isso acaba com a sua autoestima. A carta completa (em inglês) está aqui.

Lena Dunham

“O feminismo não completou seu trabalho. Não existe uma sociedade equilibrada.” O nome de Lena está na boca de várias pessoas nas últimas semanas, principalmente por causa do lançamento do seu livro “Não Sou Uma Dessas”. Ela é uma das porta-vozes mais ativas contra o machismo e prova isso quebrando vários tabus no seriado “Girls”.

Emma Watson

“A coisa mais triste que uma mulher pode fazer é rebaixar seu potencial por um homem.” Embaixadora da ONU, Emma decidiu usar a sua voz para alertar o mundo contra as desigualdades de gênero. Em um discurso, ela mostrou que o problema da violência contra a mulher também deve ser combatido por homens. Ela os chamou para lutar conosco contra esse mal que atinge a humanidade. Por mais que haja algumas ressalvas no conteúdo do seu discurso, é muito importante que uma atriz com essa visibilidade fale sobre o assunto. Além disso, trouxe muita gente de peso a favor da causa. Dez pontos para a Grifinória!

Beyoncé

“A igualdade é um mito e, por alguma razão, todo mundo aceita o fato de algumas mulheres não ganharem tanto quanto os homens. Eu não entendo isso. Por que nós temos que ficar para trás? Sejamos francos: o dinheiro dá ao homem poder para comandar e definir valores. Eles definem o que é sexy e o que é feminino. Isso é ridículo.”

A diva da música pop usa as suas letras e apresentações para chamar o mundo para o lado feminista da força. Com Beyoncé falando tão abertamente sobre o assunto, mais garotas se sentem livres para conhecer o feminismo e se identificar dentro dele. Como esquecer do seu show no VMA citando a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie?

“Nós ensinamos às meninas que elas não são seres sexuais do mesmo jeito que os meninos são. Ensinamos às meninas a se encolherem, para se tornarem ainda menores. Dizemos às meninas: ‘vocês podem ser ambiciosas, mas não muito bem sucedidas, senão ameaçarão os homens.’ Feminista: a pessoa que acredita na igualdade social, política e econômica entre os sexos.”

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Algumas feministas preferem não chamar homens de “feministas”, mas sim “pró-feminismo” ou “machista em desconstrução”. Outras sequer apoiam a ideia de homens no movimento. De qualquer forma, penso que com a ajuda deles conseguiremos avançar mais rápido para um mundo melhor. E é ótimo que vários artistas saiam da sua bolha para abrirem os olhos de mais homens.

Daniel Radcliffe

“A ideia de uma friend zone é uma terrível ideia masculina. Você já ouviu uma garota dizer que está numa friend zone? Isso é uma coisa que os homens deveriam tomar muito cuidado ao usar […] Eu definitivamente penso que a ideia de friend zone são homens falando ‘Essa mulher não quer fazer sexo comigo’.”

Daniel já provou algumas vezes que realmente se importa com as questões de igualdade entre sexos. Em uma entrevista, defendeu Emma Watson dizendo que a sociedade não teve problemas para sexualizar muito cedo a sua imagem quando ainda fazia Harry Potter. Mais dez pontos para Grifinória!

Ezra Miller

“De cada três mulheres no mundo, uma será vítima de violência doméstica ou de estupro ao londa da vida. Eu cresci na companhia de mulheres e acredito que todas as causas revolucionárias devem começar por abordar a questão da misoginia.”

Misoginia significa repulsa ao gênero feminino – e nós vivenciamos essa palavra mais vezes do que podemos imaginar no nosso dia a dia. É fantástico que algum ator tenha tocado nessa palavra, que é tão pouco difundida por aí. Na verdade, as pessoas a camuflam chamando de mimimi ou frescura. A violência doméstica está diretamente ligada com a misoginia, ou alguém acha que um marido bate na mulher por amor? Não mesmo.

Joseph Gordon-Lewitt

“Minha mãe me criou para ser um feminista. Ela sempre aponta para o meu irmão e para mim que a nossa cultura muitas vezes retrata as mulheres como objetos. Ela queria que meu irmão e eu estivéssemos cientes disso, porque vemos essas imagens na TV, no cinema e em revistas todo o tempo. E se você não parar e pensar sobre, isso meio que penetra em seu cérebro e se torna a maneira como você percebe a realidade.”

Joseph se declarou como aliado do feminismo no programa da Ellen DeGeneres e isso resultou num certo burburinho na web. O que ele fez? Gravou um vídeo (em inglês) para mostrar por que o feminismo é importante, que ele não é esse monstro de 7 cabeças, e ainda chamou mais gente para a discussão.

Ryan Gosling

“Você tem que questionar uma cultura cinematográfica que prega a expressão artística, mas que ainda apoiaria uma decisão que é claramente um produto de uma sociedade patriarcal dominante, na qual tenta controlar a forma como as mulheres são retratadas na tela.”

Ryan já criticou outras vezes a forma que a mulher é representada no cinema e é muito legal da parte dele trazer isso à tona. Ainda mais porque ele é um dos queridinhos da indústria cinematográfica (e das espectadoras também, né?!).

Não conseguiria falar sobre todas as pessoas maravilhosas que já falaram a favor do feminismo e ajudaram a espalhar a palavra, mas acho que assim já dá para ter uma boa noção de quem está se esforçando para um mundo melhor. Queria só frisar algo de bastante importância na questão feminista: os homens podem, sim, participar, mas as protagonistas do movimento sempre serão as mulheres, afinal, queremos que as nossas vozes sejam ouvidas. Homens são nossos aliados na luta contra o machismo, mas eles jamais saberão na pele o que é ser mulher na sociedade em que vivemos.

Se vocês não tentarem nos silenciar, serão muito bem-vindos! ;)

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Tag: minha história em dez músicas

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Semana passada assisti ao filme “Begin Again” e essa cena da foto me fez pensar no quanto as músicas que escuto me influenciam e me definem de alguma forma. Vocês acompanham semanalmente minhas playlist’s aqui no blog então sabem que sou uma pessoa bastante eclética, mas é claro que tenho algumas que marcaram minha vida e nunca saem do meu celular. Pensando nisso resolvi criar uma tag musical pra falar um pouquinho sobre cada uma delas e explicar o motivo. Se você também tiver um blog sinta-se à vontade pra responder também. Ah, só não esquece de deixar o link nos comentários porque eu quero ver a listinha de todo mundo depois!

Uma música que te lembre um momento bom: Rita Ora – How We Do (Party)

Essa música me lembra meus primeiros meses em São Paulo. Logo que cheguei na capital e completei 18 anos comecei a frequentar aquelas baladinhas da Augusta e era legal colocar How We Do enquanto eu aprontava. Às vezes eu chegava em casa de madrugada ainda bem animada, então colocava o fone de ouvido (porque eu dividia apê com uma amiga) e ficava dançando feito doida na frente espelho até o sono aparecer.

Uma música que defina sua vida: Kelly Clarkson – Breakaway

Essa foi a música que tocou quando entrei na minha formatura do ensino médio. A letra define exatamente como eu me sentia quando morava no interior. É engraçado porque passei a maior parte da minha vida me sentindo meio invisível e o blog acabou me colocando em evidência. Meu sonho nunca foi ser famosa, mas meu trabalho acabou me colocando na mídia de alguma forma e isso faz com que eu goste da canção ainda mais. Adoro a voz da Kelly Clarkson e as composições da Avril Lavigne.

Uma música que te faz dançar na balada: Pitbull – Timber ft. Ke$ha

Toda vez que viajo a música que mais tá tocando na rádio do país vira trilha sonora dos bons momentos lá fora. Timber estourou quando eu estava em San Diego e acabou entrando pra essa lista porque sempre que escuto fico com vontade de dançar e viajar.

Uma música que foi tema de algum relacionamento: Leoni – Garotos

Meu segundo namoro começou graças a essa música. Eu e meu melhor amigo nos beijamos quando eu estava na casa dele ‘roubando’ algumas músicas e, ao som de Leoni, foi difícil esconder o que eu sentia. Até hoje quando escuto Garotos fico meio nostálgica e com vontade de mandar “Oi, tudo bem?” só pra saber como anda a vida dele. Somos amigos hoje em dia e um respeita muito o outro. É bom quando termina assim porque continuei adorando a música e não perdi o amigo! :P

Uma música que sempre te faz chorar: Imogen Heap – Hide And Seek

A letra dessa música é meio abstrata. Cada vez que escuto interpreto de um jeito diferente e isso é tão louco. Às vezes ela me acalma, às vezes me faz chorar porque lembro de uma época bem solitária da minha vida. Amo a voz robótica da Imogen Heap (sabia que ela escreveu Clean junto com a Taylor Swift?) e, se você ficou com a sensação de que já ouviu essa música antes, talvez tenha sido nesse feat com Jason Derulo.

Uma música que seria toque do seu celular: Fidelity – Regina Spektor

Ela é a minha cantora preferida e essa música meio que define a maneira que eu enxerguei e lidei com o amor por um bom tempo. Muitos dos textos que vocês leram aqui no blog foram escritos ao som de Regina Spektor. Também entrei na aula de piano porque queria muito conseguir tocar as músicas.

Uma música que você gostaria de tatuar: Last Hope – Paramore

Esse último cd da banda Paramore tocou aqui em casa por meses. Sei cantar quase todas as músicas, mas essa em especial completou uma partezinha vazia que tava aqui no meu coração. Toda vez que to triste e escuto lembro que é só uma fase e coisas boas vão acontecer em breve. Queria fazer uma tatuagem com a frase: It’s just a spark but it’s enough to keep me going.

Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém: John Mayer – Slow Dancing In a Burning Room

Não sei lidar com a voz desse homem, gente. Não sou de alimentar paixões platônicas por famosos e sei que ele é (como já definiu minha amiga Ju) boy-lixo, mas quando escuto essa música fico carente e com vontade de puxar papo com aquele antigo rolo que não converso há meses. Convidar pra beber um vinho lá em casa e tal! hahaha

Uma música que você tá viciada agora: Up – Olly Murs  feat. Demi Lovato

Essa música caiu no meu feed do Facebook por acaso. Ouvi sem muita pretensão porque achei que seria mais um pop com lalala nanana ou algum refrão chiclete, mas gostei tanto que até entrou pra minha playlist. Achei que a voz da Demi ficou perfeita no refrão. Já quero clipe e live! :)

Uma música que faz as pessoas lembrarem de você: Carly Rae Jepsen – Call Me Maybe

Nem preciso dizer o motivo, né? Quando eu tinha franjinha todo mundo dizia que eu parecia muito com a Carly Rae Jepsen. Tanto que até fiz um clipe de brincadeira com os meninos da Capricho. Toda vez que ela toca na balada eu dou aquele grito clichê: MINHA MÚSICAAAAAAAA! hahaha

Pra responder a tag vou desafiar a TchulimMaria IenkeDanielle Noce, ArianePaula PimentaNina e Emi.

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A representação da mulher no cinema

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Como prometido, estou de volta para continuarmos nossa conversa sobre feminismo. Os comentários do post anterior não poderiam me deixar mais feliz, por isso, muito obrigada! Me deixou com mais vontade ainda de voltar, haha.

Passando um pouco da introdução amorosa para o assunto de hoje, quero perguntar se vocês já ouviram falar sobre o Teste de Bechdel – ele vai ser interessante para entendermos o contexto do post (talvez um pouco mais polêmico do que o anterior). Bom, o Teste de Bechdel foi inspirado em uma história da cartunista norte-americana Alison Bechdel, chamada Dykes to Watch Out For, de 1987. O Teste de Bechdel possui o objetivo de avaliar a presença feminina em filmes, mas também serve para ser aplicado em séries ou livros, por exemplo.

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Ele funciona assim: para um filme (ou outra produção cultural) passar pelo teste, ele precisa responder apenas 3 perguntinhas.

1 – Existem duas ou mais mulheres com nomes?
2 – Elas conversam entre si?
3 – Elas conversam entre si sobre algo que não seja um homem?

Nós, mulheres, sabemos que a nossa vida não gira em torno apenas dos homens. Temos estudos, família, trabalho, hobbies e outras questões que nos são importantes. Nossas conversas com amigas também não são apenas sobre homens. Mas o mais bizarro é que muitas (muitas mesmo) produções cinematográficas não conseguem passar nesse teste – e olha que as especificações são bem simples de serem seguidas.

A questão é que o cinema, como várias, é uma área predominantemente masculina. Nesse momento, quero abrir um espaço para explicar por que falamos das mulheres como “minoria”, já que somos metade da população mundial. Quantas diretoras de cinema reconhecidas você conhece? Quantas delas ganharam o Oscar? Uma frase que ilustra bem isso é: “Quanto mais perto do topo chegamos, menos mulheres encontramos”. Quem afirmou isso foi a nigeriana Wangari Maathai, ganhadora do Nobel da Paz. Somos minoria nas profissões, principalmente se tratando de cargos mais altos. Apesar disso, somos a maioria nas faculdades. Algo não está certo aí.

Esse fato, de não haver um número legal de mulheres em cargos decisivos no cinema, é um dos fatores que atrapalha a nossa representatividade. Os produtores e diretores dão a sua interpretação para determinado fato, fazem um filme sobre isso, nós assistimos e passamos a considerar como algo verdadeiro, como uma regra. Perdemos de vista quantos filmes tratam a figura da mulher como indefesa, boba, que precisa ser resgatada e, pior, a única personagem sexualizada de toda a trama. É uma fórmula que vende, mas não nos representa. Um filme não é só um filme. Ele tem o poder de reforçar estereótipos e discursos dos quais tentamos fugir diariamente.

Voltando ao Teste de Bechdel, vale dizer que ele não determina se um filme é bom ou não. Aliás, muitos filmes que adoramos não passam nesse teste. Mas ele é interessante para percebermos como os papéis femininos são colocados em segundo plano, menos importantes que os outros. Até mesmo filmes direcionados para mulheres podem não passar no teste, por incrível que pareça. Vamos combinar que muitas comédias românticas colocam algum homem como o centro de toda a história da protagonista. É bem mais fácil achar filmes com dois ou mais homens, que conversem entre si sobre algo que não seja uma mulher, né?

Entretanto, quero mostrar que é possível, sim, encontrar bons filmes que passam no Teste de Bechdel com louvor. Por isso, eu trouxe uma listinha com 9 filmes para vocês assistirem. Talvez vocês já tenham visto alguns deles!

– Valente (Frozen também é um bom exemplo, mas Valente ainda é meu preferido, haha!)
– Malévola
– Persépolis
– Kill Bill
– Jogos Vorazes
– A Vida Secreta das Abelhas
– Pequena Miss Sunshine
– Histórias Cruzadas
– Maria Antonieta

Vocês se lembram de outros títulos? Comentem aí embaixo! Nesse link tem outros filmes incríveis que também passam no teste. Para fechar o post, escolhi uma frase célebre da atriz Cate Blanchett, quando ganhou o Oscar de Melhor Atriz pelo filme Blue Jasmine (que passa no teste!): “Para as pessoas na indústria que ainda têm arraigada essa ideia que filmes com mulheres protagonistas são experiências de nicho: eles não são. O público quer vê-los, e eles ganham dinheiro. O mundo é redondo, gente.”

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