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A importância dos comentários nos blogs!
28/02/2011

Responda rápido: Quantas vezes você já comentou no seu blog predileto?

Tenho certeza que grande parte de vocês consegue contar nos dedos da mão o número de vezes em que fizeram isso. E ainda, em muitos casos, comentaram para fazer um pedido ou alguma reclamação.

É legal que vocês entendam, que o diferencial do blog, é o contato direto que rola, via comentário, entre quem escreve e quem lê.   Se vocês começaram a reparar, uma das melhores partes do blog, é a caixa de comentários. Por que? É lá que rolam os debates e as trocas de experiências de pessoas de leitoras de todas as partes do país e até mundo (O blog tem leitoras assíduas de Portugal e do Japão). Lembrem-se sempre, os blogs não são uma via de mão única.

Todos os comentários são lidos antes de serem aprovados, por falta de tempo ou por repetição, alguns respondidos outros não. Não pense você que ao comentar está perdendo seu tempo. Por exemplo, foi através dos comentários que eu conheci a Mychelle, que atualmente é colaboradora do blog.

Tudo bem que a gente ganha com publicidade e afins, mas ainda sim, não é nada legal passar o dia inteiro trabalhando em algo para no fim das contas, de quase quinze mil pessoas online, cinco ou seis comentarem dando sua verdadeira opinião.  Comentários como “Legal, gostei do post, amei o texto” são bacanas, mas não são nada comparados com aquele parágrafo inteligente (com direito a opinião, experiência e dúvida) que é deixado raramente por uma ou outra leitora.

Não quero parecer carente (mas oh, se eu estiver parecendo, dá desconto porque to na TPM). mas é dessa motivação que precisamos para chegar todo dia da escola/trabalho mortos de cansaço, e ainda sim, tomar coragem para escrever uma mega post e clicar ali do lado, no botão de publicar.

Assuma a proposta, comente em todo post que fizer diferença na sua vida.
Não dói, gasta menos de três minutos e faz a gente sentir um mega orgulho do que faz!

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Desculpe-me?
28/02/2011

Expressão ora tão banal, ora quase impossível. Uns acreditam em perdão parcial, outros em mudanças radicais. Eu só não acredito em um perdão: aquele vindo de nós. Para perdoar, é preciso nutrir qualquer tipo de afeto, isso é fato. E quando olhamos depressa demais pra tudo o que aconteceu, culpamos a nós, mas nunca aquela pessoa que permanece no pedestal de cristal que criamos dentro de nossos guarda-roupas.

Muitas vezes, nada nem aconteceu. Mas somos eternos insatisfeitos, não? Quando temos, encaramos como se fosse algo banal. Quando alguma coisa sai do lugar, precisamos, de um jeito ou de outro, tê-la de volta.

É como se aquela fotografia que durante anos permaneceu sob sua penteadeira, e você já estava até pensando em trocar, rasgasse e só depois de desbotada e partida você se lembrasse do quão significante fora o momento retratado pra você. O que acontece, na verdade, é que por não possuirmos qualquer tipo de máquina do tempo, as frustrações ficam conosco, e para os outros (mesmo que esses sejam os responsáveis), deixamos o amor que ficou. Amor esse que já não temos mais pelo espelho ou por hábitos que costumavam nos agradar.

A questão não vai muito além do nosso nariz: o grande motivo dessa impiedade toda é o fato de não nos amarmos o suficiente para nos perdoar. Não é auto-estima ou crise de identidade: são receios de passos incertos. De tentar e falhar de novo.

Mas como vamos chegar ao “certo” hesitando?

Acalme-se: as coisas podem não ser as mesmas, mas basta ter a consciência de que um dia te pertenceram.

Desculpe-se apenas pelo transtorno, afinal, estamos sempre em construção.

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Entre aspas: Petulante!
27/02/2011

Discutíamos. Momentos como este que que articulam grande força e intensidade, nossos acalorados debates, me marcam sempre a memória – já tão defasada, um tanto elefântica: enorme pro que realmente interessa. Entre punhos pressionados com força de onde poderia vir um golpe certeiro, gritos que transpassavam cozinha, a sala e o seu quarto, bem no meio dos olhos, como costumavas me olhar, proferiu: Sua…Sua petulante.

Pe-tu-lan-te. Que poderia ser nominada doente, louca, demente ou grossa, mas não. Uma petulante. Pétala ambulante? Uma personificação errante pra esses meus erros banais e corriqueiros: um pedaço de flor, caído ao chão sem se mover, derrubado pela própria impetuosidade. Foi como me senti ao quase beijar teu tapete, deitada no chão que já conhecia meu corpo inteiro; apenas junto ao seu, sob o brilho das estrelas quando a janela aberta, e o zelo das cortinas, no rigoroso inverno.

Perplexa, sim, permaneci. Sentada à cama, sem ação, nem revide. Vendo sua raiva de mim partir com você e sua carteira no bolso, a chave do carro em mãos. Os passos largos, apressados. Porta batida, estrondo. Sabe se lá para onde ia, imagino que, qualquer lugar longe dessa minha arrogância de viver que não consegue nunca calar o pensamento, ou o que sinto. Foi nesse meu atrevimento que o obtive. E aparentemente, na mesma ousadia de viver sem nunca me subjulgar, também estava nítido que perderia o que havia conquistado: você.

Recolhida na fúria de ser este mar singular onde se afogam os despreparados, e navegam os apreciadores de grandes venturas, abracei as pernas e chorei como criança perdida no mundo, desencontrada de pai e mãe. O desconsolo de não me resguardar, e com audácia, agir sem nem ao menos tentar um acordo com o pensamento. Eu é quem erro e prenuncio todas atitudes alheias, julgo quaisquer fatos que à mim não dizem nem respeito, tão pouco razão. Pronta sempre para o ataque, essa foi a última de nossas tantas discórdias. Da qual ainda tento fragmentar e esmiuçar, para que talvez compreenda onde que o erro encontrou falha, e nos fez cair para dentro. Nessa desgovernação que me acomete, e que nem entendo; apenas sigo. Foi a petulância em si, ou uma gota dessa água que ameaçava cair há tempos, e nunca víamos ruir?

Ao refazer o caminho da dança que foi o fogo de nossa luta, algum vestígio que fosse do que poderia salvar a minha culpa de ser vilã, para se tornar sua companheira do seu crime (quem sabe, noiva). Arco com o prejuízo de estar certa, para obter a glória de você de novo num jantar dos nossos, acordar ao seu lado e pensar: a vida é justa quando fazemos valer a pena cada fração de segundo. Até largo fora a cara de ser insolente, e amolecer a diretriz dessa minha urgência, para que depois do perdão, revigorados voltemos um ao outro: em paz, e com muito amor.

Chego a pensar que se lutamos, é para ter o sabor ácido e simultaneamente doce de fazer as pazes mais tarde. Petulante ou não, insuportável ou de TPM: você, a paciência enorme que acaba transbordando porque eu canso sim, mas recompenso. E bem. Tanto que a campainha toca, vejo flores no que deveria ser a sua face – agora, também arrependida – e abraço você com a ternura de quem segura o maior prêmio nos braços: o nosso amor como vencedor. Se te desculpo? Acho que te amo.

Quer saber quem escreveu esse texto? Continue lendo

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Make Up: Aposte no Verde!
27/02/2011

Não é muito comum você ver alguém usando maquiagem verde. Isso porque a maioria das pessoas acreditam que cores fortes ou chamativas deixam o visual carregado demais… O que não é verdade! Por isso eu preparei uma make super simples e rápida de fazer e que, apesar de destacar os olhos, consegue ter seu ar discreto. Vamos lá?

Mais simples seria impossível. Lembre-se de usar um blush rosadinho para mostrar um ar saudável para sua pele. Finalize com o batom nude ou o gloss transparente. Essa make pode ser usada de noite para festas, baladas e compromissos menos formais. Também é super legal para quem quer fazer aquela sessão de fotos caseira (adooooro).

Maquiagens per-fei-tas! Eu amo a da Katy Perry em Hot’n'Cold, e vocês? Acho que foi essa make aí dela que me inspirou a fazer este tutorial. Gostou? Se fizer, comenta e deixe suas dicas pra gente. É importantíssimo compartilhar ideias! Até a semana que vem.

Para fazer esse make você vai precisar de:

• Sombra verde clara (ou verde limão, como a minha)
• Sombra verde escura (tonalidade verde “soldado”)
• Máscara preta
• Delineador preto
• Batom nude ou gloss transparente

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Preppy Style!
27/02/2011

As aulas voltaram há pouco tempo, e isso nos faz comprar novos artigos de papelaria, peças coringas e outros. (Ou você não viu o super guia que a Br preparou para a volta as aulas?) Porém, quem nunca babou nas roupas “escolares” do tipo das que as meninas usam na Constance Billard em Gossip Girl?

Sabemos que a parcela das garotas que estuda em escolas que não obrigam o uso de uniforme é bem pequena, e assim não temos a opção de montar um look deste tipo. Mas isso não significa que não possamos usar roupas assim fora da escola, não é? E é isso que muitas pessoas já estão fazendo. Esse estilo “engomadinho fashion” adotado na série é um clássico que se chama Preppy. Ao pé da letra significa “prepáratório”, mais precisamente, as escolas preparatórias para os estudantes que desejam entrar em universidades particulares de respeito. O termo surgiu por volta de 1960/70 com grupos de pessoas que teriam planos de estudar nessas univesidades, e se caracterizavam por se vestir e agir de uma maneira mais clássica. É importante não confundi-lo com o estilo College habitual, porque o diferencial entre os dois é justamente essa elegância e requinte causados pelo Preppy.

Em alguns lugares o Preppy ainda é chamado do famoso “patricinha” ou “mauricinho”, mas hoje ele foi reinventado e significa usar roupas elegantes com uma pegada mais adolescente, aliadas a estilos e tons, de maneira original e ousada. E isso é o que podemos ver nessa campanha da Lacoste.

Preppy

Nota-se bastante as referências à esportes náuticos e uniformes escolares americanos e europeus.

DKNY Outono 2011 no New York Fashion Week 2011, apostando na tendência.

Cynthia Steffe Coleção Inverno 2010, também com referências Preppy. Continue lendo

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