A vilã ou a mocinha?

Se sua vida fosse um filme, quem você gostaria de ser? A vilã ou a mocinha?

Se você respondeu apenas uma das duas alternativas acredite, você provavelmente nunca poderá fazer com que isso se torne realidade. Desde sempre, nos fizeram acreditar que existem dois tipos distintos de pessoas: As boas e as ruins. Podemos observar isso claramente nos contos de fadas, filmes americanos ou até mais perto, nas nossas novelas brasilerias. A maioria das histórias segue o mesmo estilo narrativo: Mocinha que sofre, príncipe que se apaixona e vilã que – sempre – se ferra no final.

Na vida real não é assim que acontece, na verdade, na vida real não se tem uma regra pra isso! Nós seres-humanos não somos formados apenas por extremos como apresentam na mídia. Somos eternos Contrastes submetidos a oscilações instantâneas, quer dizer, assim como ninguém é absolutamente bom e ingênuo, ninguém é totalmente cruel e perverso. Sempre existirá o ódio, assim como sempre existirá o amor – pelo que é considerado certo ou não.

É absolutamente normal sentir, por exemplo, inveja e amor por uma amiga, saber lidar com esse híbrido de sentimentos é o que determina o que realmente somos ou deixamos de ser.


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