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The Saturdays
30/09/2010

As girlbands (banda composta apenas por mulheres) que foram febre nos anos 90, voltam a aparecer nas rádios e trilhas sonoras de sucesso da mídia. Depois de Spice Girls e Pussycat Dolls entra para a lista de famosinhas sexy symbols a banda The Saturdays.

O grupo foi formado em 2007, em Londres, Inglaterra, e as integrantes foram escolhidas em uma audição realizada pela gravadora Fascination Records, pertencente ao grupo Polydor Ltd..

Elas  ficaram conhecidas após abrirem a turnê da banda Girls Aloud. Assim como Girlicious – que são frequentemente comparadas com as Pussycat Dolls – as meninas são comparadas à Spice Girls e Girls Aloud a todo tempo. Uma espécie de febre britânica, Rochelle, Frankie (namorada do Dougie, da banda MCFLY), Mollie, Una e Vanessa conquistam o Reino Unido pelas beiradas e estão entrando no terceiro CD sem quedas.

Recentemente, elas lançaram o segundo single do último álbum. Foi justamente graças a essa música (que conta com a participação do rapper Flo Rida) que eu descobri a banda.  Apaixone-se também:

Além de um conjunto vocal agradável e com potencial, a banda é formada por jovens garotas de muito estilo.  Rochelle, Frankie, Mollie, Una e Vanessa usam em seu dia-a-dia roupas pra lá de desejáveis.

Perceba que elas não deixam de lado o conforto: Estão sempre com um look básico, bonito e confortável.

Para seguir o estilo das meninas aposte nas t-shirts com estampas divertidas, camisas xadrez, meias 7/8, óculos retro, shorts desfiados/dobrados e naqueles cintos fininhos que viraram hit na última estação aqui no Brasil. Para calçar invista nas ankle boots e nas botas estilo country (as tão polêmicas botas de cowboy).

Site Oficial / Twitter  Mollie / Twitter Rochelle / Twitter da Banda / Myspace


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Das feridas que não cicatrizam
30/09/2010

Dia desses me disseram que eu não tinha medo de me entregar, que eu tinha era preguiça de pensar, de pensar sobre mim, onde eu estava errando, em tudo o que aconteceu nos meus últimos relacionamentos e fazer um balanço de tudo que vem dando errado, para que assim eu pudesse assumir a parte que me cabe, mudar e tentar fazer diferente nas próximas vezes.

Okay, admito que fui pega.

Pode ser isso também, afinal, é fácil fazer um balancete e constatar que você também fez merda, é mais fácil ainda dizer “eu vou mudar”, mas mudar de fato, não é tão fácil assim.

Existem coisas, digo, feridas mais profundas que certa vez doeram tanto que acabaram criando um tipo de memória por erros, quer dizer, sabendo o quanto vai doer tocá-la novamente, você prefere fingir que tudo melhorou e segue em frente. Vez em quando pensa nela, acha que a vida vai ser melhor se tratá-la de uma vez, mas daí lembra da dor e bom, é melhor deixar assim.

Algumas mudanças vão além de um corte de cabelo ou uma nova tatuagem, algumas mudanças vão além de ser mais paciente e saber ouvir, algumas mudanças tem a ver com olhar-se no espelho e finalmente dizer “meu Deus, como eu sou linda”, para que então você possa enfrentar o mundo ciente de que todas as pessoas são bonitas, inclusive você, para que finalmente você possa olhá-las de frente e amá-las sem se desculpar por isso. Algumas mudanças tratam-se de insegurança, aquela que você cultiva desde os cinco anos de idade quando riram da sua cara por que você pediu para ir fazer xixi, ao invés de dizer “eu quero usar o banheiro”, aquela insegurança que não lhe permite pensar em voz em alta, olhar nos olhos e amar de corpo de alma.

Então ao saber de tudo isso o que você faz? Nada.

Você se sente com oito anos de novo, tentando entender pra que diabos serve o mundo e esse coração que acelera toda vez que aquele menino bonito passa no corredor.

Enquanto isso as pessoas que te conhecem repetem o mantra: “Faz alguma coisa, você não tem mais oito anos!”

Pois é, não tenho.

Não tenho e o quero como nunca quis ninguém, mas quero também poder olhar em seus olhos e dizer: “Eu te quero” e não culpá-lo caso ele não me queria de volta. Não ME culpar caso ele não me queira de volta. Eu quero dizer em voz alta todos os meus pensamentos e não sentir o corpo queimando como quem comete uma terrível travessura. Quero falar o que penso com a certeza de quem viveu cem anos.

Mas primeiro eu quero entender como cutucar a ferida vai diminuir a minha dor.

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Entrevista: Stacy Clark
29/09/2010



Ela nasceu em Nova York, mas sua música e o seu grande talento fizeram com que por volta de 2004 se mudasse para Orange County na Califórnia. Guarde bem esse nome: STACY CLARK, pois você ainda vai escutá-lo muito por aí.

A linda cantora que aparenta ter muito menos que tem, nasceu em 1980 um um subúrbio de Buffalo. Em 1998, Clark foi diagnosticada com uma doença chamada Púrpura Trombocitopênica Idiopática (doença sangüínea adquirida caracterizada pela diminuição do número dasplaquetas no sangue), e passou por vários tratamentos médicos até se curar por completo.

Um ano depois, dando a volta por cima e mostrando sua força de vontade a cantora embarcou na sua primeira turnê tocando em eventos, bares e casas de shows. Desde então, suas músicas que são uma mistura de folk com eletrônica (ela costuma a chamar de folka) podem ser ouvidas em trilhas sonoras, comerciais e filmes de grande sucesso.

Em março desse ano, Stacy assinou um acordo com a Vanguard Records e o seu álbum “Connect the Dots” foi lançado em 10 de agosto de 2010. Assista:

Stacy ainda não é muito conhecida aqui no Brasil, mas aceitou o meu convite de dar uma entrevista exclusiva para o Depois dos quinze e disse algo sobre uma possível vinda ao Brasil no ano que vem.


01. Quando você começou a cantar?
Quando eu era criança eu sempre cantava junto com o rádio. Despois na escola, entrei em um coral de música e quanto fui ao meu primeiro show de rock soube que aquilo era exatamente o que eu queria fazer.

02. Como anda o seu coração?
Meu coração está bem!

03. Você quem escreve suas músicas? Onde você consegue inspiração?
Eu costumo escrever sobre a vida e coisas que me afetam no dia-a-dia. Por exemplo: Últimamente tenho viajado bastante e vivido em lugares diferentes nos EUA, isso acaba influenciando nos meus textos e letras. Também costumo a escrever sobre amigos e pessoas que encontro ao longo do meu caminho.

04. Quais são suas bandas e programas de tv favoritos?
Tenho muitas bandas favoritas:  From Fleetwood Mac, The Beatles,  No Doubt, Sublime, Jimmy Eat World, Death Cab for Cutie… Também gosto de Miike Snow, Empire of the Sun e mais. Tudo desde o indie rock ao rock clássico e popular. Não costumo assistir televisão, porém eu gosto de Vampire  Diaries, Entourage e Bones.

05. Qual é a sua roupa e sapato favorito?
Gosto de misturar e combinar H&M, Forever 21, Topshop, All Saints, BB Dakota… Adoro roupas vintages. Eu também gosto muito do estilo da Gwen Stefani e quando os preços estão favoráveis compro itens da sua linha.  Eu amo sapatos! Costumo a comprar os mais confortáveis (Aldo, Steve  Madden, Bakers to Tory Burch). Aqui na California costumamos a usar vários modelos de chinelos e sandálias, eu não costumo a usar muito salto alto.  Ah, e eu amo tênis Converse!

06. Como você definiria seu estilo?
Meu estilo é uma mistura de tudo. Vai de punk/roqueiro/skatista/skiador ao estilo classico dos encontros sociais de nova york, passando pelo estilo tribal Californiano. Eu puxo muito do meu estilo de inspiração das minhas viagens e gosto de usar a roupa confortável.

07. Qual o seu site predileto?
O portal de busca de viagens Kayak ( www.kayak.com), porque ele mostra as melhores ofertas de voo, o que torna tudo mais fácil. Eu viajo muito!

08. Quando você começou a cantar imagina todo esse sucesso?
Eu sempre quis  ver minhas músicas nas lojas e me apresentar para as pessoas, eu antes só não sabia como fazer isso. Estar nos palcos, tem sido uma longa estrada de tentativas e erros. Eu tenho tentado realizar esse sonho desde a minha infância, eu sempre gostei de me apresentar e criar:  Tenho escrito poemas e mantido revistas desde que os sete anos. Aprendi também a tocar guitarra sozinha aos 15 anos. Minha vida é uma longa jornada de muitas etapas. Através de muitos anos de trabalho árduo, o meu sonho se tornou realidade. Eu sinto que se você está fazendo o que você ama você é bem sucedido.

09. Qual pergunta que você gostaria que fizessem a você, mas ninguém nunca fez?
O que você mais gosta de fazer? Vocês já devem ter percebido que eu adoro tirar férias e viajar pelo mundo.  Minhas férias favoritas são as que eu vou para minha casa do lago. Gosto de apreciar as coisas simples da vida com os amigos, familiares e pessoas que eu amo.

10. Gostaria de deixar um recado para suas fãns brasileiras?
Eu nunca fui ao Brasil, no entanto tenho alguns amigos por aí. Gostaria muito de visitá-los. Talvez no próximo ano! Obrigada pelo apoio de vocês. Eu realmente amo saber que vocês mesmo de tão longe escutam minha música!

Entrevistar alguém que eu admiro tanto foi uma experiência indescritível.  A Stacy foi super atenciosa e respondeu todas as perguntas de maneira super agradável! Espero que tenham gostado da entrevista e claro,  da cantora.

Ah, ela pediu para que vocês a acompanhem nas redes sociais em que está:

www.twitter.com/stacyclark

www.facebook.com/stacyclarkmusic

www.youtube.com/stacyclarkmusic

Para finalizar bem o post, minha música predileta da cantora:

“And you smile. you take my breath right away.
And you smile. you take my breath right away.”

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De novo
29/09/2010

Noite passada eu chorei por não saber o porque de tamanha vontade de chorar. De cansaço dormi entre soluços e me levantei no outro dia sem lembrar que calei horas antes meu despertador. Atrasada.

Tudo começou e acabou da mesma maneira: Eu, minha bolsa jogada no sofá e uma tela em branco.

Descobri que tenho medo de escrever. Medo de mexer no que está oculto e fazer acordar sentimentos internos que jurava ter engolido, digerido e cuspido – em centenas de lágrimas.

Mas eu preciso, esse é o meu trabalho.

Busquei na minha última lembrança uma gota de amor e me afoguei em pequenos sentimentos aumentados pelo tempo. Senti o que chamam de saudade e tentei convencer meu coração que ele deveria traduzir tudo aquilo  para o meu cérebro em forma de palavras. De novo.

Dei um lindo fim para aquela história e terminei mais um texto de amor. Foi então que percebi que tudo aquilo não passavam de palavras imagináveis.

E então comecei a chorar por não ter mais motivos para chorar. De novo.

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Vogue Paris Comemora 90 anos!
28/09/2010

A vogue é considerada a revista de moda mais importante e influente do mundo, originalmente foi publicada pela editora norte-americana Condé Nast e hoje já publica dezoito edições diferentes pelo mundo: Alemanha, Austrália, China, Espanha, França, Itália, Rússia, Japão, Grécia, Suiça, Coreia, México, Reino Unido, Taiwan, Brasil , Estados Unidos, Portugal e Índia.

No próximo mês de outubro a Vogue Francesa comemora seu aniversário de 90 anos, e a publicação não poderia ser menos especial, afinal não é todo dia que se faz aniversário, não é? “Nós não poderíamos fazer uma edição morna”, diz Carine Roitfield, responsável pelo styling da edição. Continue lendo

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