12 de junho de 2009
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Naquele momento, só se conseguia escutar o barulho da chuva, só se conseguia sentir o frio da noite e a força do vento, que trazia com ele mais um calafrio, não era muito tarde nem a hora de ir embora, mas ela se afastava subitamente(de novo), talvez estivesse magoada, mas isso nunca vamos saber. Ela costuma a fazer isso sempre, nunca foi segredo para ninguém, não que ela goste de brincar com os sentimos dos outros… muito pelo contrario, os sentimentos sempre brincaram com ela. Independente do que aconteça, ela vai sempre estar no coração de quem a amou, de quem teve a esperança de que um dia poderia a fazer mudar, sempre me perguntaram se eu sabia o motivo pelo qual ela se tornara assim, nunca exitei em responder:
depois dos quinze, algo aconteceu.